Rede aleluia
O vau da transformação
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCaraguatatubaCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 25 de Julho de 2021 - 00:05


O vau da transformação

Há um lugar onde as dores acabam e as histórias são reescritas. A novela Gênesis mostra quem foi Jacó e como a mudança pela qual ele passou pode acontecer no interior de cada um de nós

O vau da transformação

De segunda a sexta-feira, às 21h, os telespectadores podem assistir à novela Gênesis, da Record TV, e aprender boas lições a cada capítulo.

No entanto o que se vê durante a exibição diária da superprodução não fica restrito à tela: os ensinamentos permanecem com as pessoas que acompanham a trama, uma vez que as histórias despertam reflexões e apontam conflitos que se assemelham aos delas. Sendo assim, as reações e até mesmo as consequências que cada personagem tem de enfrentar podem ser avaliadas pelo público. Atualmente, a vida de Jacó é o foco da produção. O ator Miguel Coelho dá vida a ele na primeira fase e Petrônio Gontijo assume o personagem na fase seguinte.

de Isaque (Henri Pagnoncelli) e Rebeca (Martha Mellinger), Jacó veio ao mundo agarrado ao calcanhar de seu irmão gêmeo, Esaú (Cirillo Luna), desejando escancaradamente ser o primogênito. Já adulto, depois de enganar o próprio pai para se assenhorar das bênçãos de Esaú com a ajuda de sua mãe, Jacó não tem outra opção a não ser fugir para evitar uma tragédia. A farsa foi descoberta por todos, mas não aliviou o peso que Jacó sentia, pois ela permaneceu entranhada à sua natureza enganadora. Por onde quer que fosse, ele carregava a dor dessa realidade.

Jacó foi um homem que construiu a vida do absoluto nada e constituiu uma família, adquiriu bens e alcançou uma vida próspera. Contudo nada disso era suficiente para ele – até porque tudo o ele que fez na vida foi desejando ter algo.

LUGAR CERTO, NA HORA CERTA
Foi no Vau do Jaboque, um lugar suficientemente raso para permitir a travessia do rio a pé, que Jacó se enxergou espiritualmente. Cansado de ser quem era, viu no Anjo que lhe apareceu uma oportunidade e agarrou-O e lutou com Ele não porque desejasse bênçãos ou posições, mas porque reconheceu que precisava deixar para trás aquela identidade que o assombrava. Jaboque significa esvaziar-se e foi o que ele fez. Durante a travessia, apesar de ser um líder para sua família, para outras e para os servos, em vez de ir à frente, Jacó deixou todos irem adiante, ficou para trás e sozinho, como está descrito em Gênesis 32.22-24.

Durante a Escola da Fé Inteligente, o Bispo Renato Cardoso mencionou que Jacó se desprendeu e colocou uma “separação entre ele e as coisas que ele buscou a vida toda. Durante toda a vida, até aquele ponto, ele tinha ficado agarrado às coisas”. Jacó nasceu, inclusive, agarrado ao calcanhar do irmão. Quando se esvaziou, se desprendeu das coisas e ficou sozinho, Deus apareceu para ele e lhe mostrou que de nada adiantava conquistar mundos e fundos se ele não mudasse o que estava dentro dele. Hoje em dia, muitos pensam que basta se casar, ter bens, conquistar uma boa formação e prestígio para se autorrealizar e ser feliz, mas não é bem por aí. “Por mais que tenhamos coisas e pessoas, tem que haver um Jaboque entre coisas e pessoas. Não importa o quanto você acrescente do lado de fora da tua vida: enquanto do lado de dentro você for Jacó, não terá a paz de que precisa”, disse o Bispo.

QUEM SE VÊ COMO JACÓ?
Se não houvesse o Jaboque, não haveria Israel. Foi naquele lugar que o caráter e a natureza de Jacó foram transformados. Se um dia ele desejou ter alguma coisa, no vau ele viu que poderia ser uma pessoa muito melhor: quem Deus sonhou que ele fosse. Ao dizer seu nome – e não omiti-lo, como fez ao se passar por Esaú –, Jacó se desprendeu de sua natureza pecadora, se esvaziou e, então, ficou pronto para receber a natureza celestial, que é o que acontece com aqueles que desejam ter um encontro com Deus. “E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó. Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste.” (Gênesis 32.27-28).

Muitas pessoas se enxergam espiritualmente na mesma condição de Jacó, inclusive dentro da Igreja. Como Jacó, há quem se iluda com as experiências que teve com o poder e o livramento de Deus, mas, no fundo, sabe que não O conhece. Teatrais, muitos impostores se camuflam no ambiente espiritual e deixam de lutar contra sua natureza pecadora. Enquanto insistem em ser Jacó ou fingir que são quem gostariam, acabam impedindo que Deus os transforme no Israel que Ele deseja.

Mas aos que, como Jacó, se encontram cansados de ser quem são e buscam uma verdadeira transformação, o vau continua disponível. Deus não levou Jacó para uma montanha ou diante de um oceano para dificultar sua vida, mas para o vau que favoreceu um antes e um depois. O vau foi o acesso para que Jacó decidisse sua vida e hoje o Altar é o acesso para todos.


O vau da transformação
  • Flavia Francellino Foto: Getty images 


reportar erro