O que a torna vulnerável?
Durante o Godllywood Autoajuda de abril, Viviane Freitas levou cerca de 200 mil mulheres a refletirem sobre o que as fragiliza
Independentemente de idade, classe social, etnia ou gênero, todos enfrentamos problemas, carregamos bagagens e temos sonhos. Não há nada de errado com isso. Afinal, os problemas ensinam, as bagagens formam parte de quem somos e os sonhos nos instigam a encontrar forças para lutar. No entanto, se não houver equilíbrio, isso pode acabar gerando um grande problema: a vulnerabilidade.
Na reunião do Godllywood Autoajuda do dia 23 de abril, no Templo de Salomão, em São Paulo, com transmissão para todo o Brasil, a colunista Viviane Freitas falou das raízes da vulnerabilidade e alertou as mulheres para esse tema com base em suas experiências pessoais e na Palavra de Deus. Cerca de 200 mil mulheres participaram presencialmente do evento no País, em diferentes templos da Universal.

No início do encontro, ela explicou a origem da vulnerabilidade: “o que a deixa vulnerável, comprometendo sua vida, seu relacionamento e sua família, é aquilo a que você está apegada”, avisou. A sutileza desses apegos que levam à vulnerabilidade pode colocar até mesmo Sua Salvação em risco.
A palestrante disse que o apego pode ser a um pensamento, sentimento e até mesmo a sonhos pessoais, mas, entre os apegos que mais têm deixado as mulheres vulneráveis estão a vitimização e a falta de confiança em Deus por conta dos problemas. “O problema faz você focar nele. O que quer que você esteja fazendo, seu pensamento está naquele problema, o que a deixa triste, preocupada e ansiosa. Esses são sinais de que você está na dúvida e não na fé”, afirmou. Essa atitude gera algumas consequências: “se você vive apegada a preocupações e sentimentos desta vida, você se torna uma pessoa frágil, confusa diante das dificuldades.”
Em geral, a vulnerabilidade aflora nos momentos em que a mulher enfrenta uma situação que parece que não há saída. Entretanto Viviane alertou que “as dores e os momentos difíceis não existem para nos destruir, mas para nos salvar”, já que nessas situações fica mais fácil olhar para si e refletir sobre os apegos do coração.

Como está escrito em Deuteronômio 8.2: “E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o Senhor te guiou (…) para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não”. Só guardamos aquilo que julgamos que é importante. O segredo para deixar os apegos e, consequentemente, a vulnerabilidade é guardar os Mandamentos de Deus e se lembrar de tudo o que Ele é capaz de fazer por nós.
Ela ainda esclareceu que nem sempre nossos desejos serão atendidos, pois “Deus não quer dar algo que passe, Ele quer dar algo eterno. Mas, para entender isso, você tem que ver suas reações diante das dificuldades, suas palavras para com Deus e o que está dentro de você”. Por isso, a mulher que percebe que está apegada a algo pode se colocar diante de Deus, ser sincera sobre sua condição e aceitar que os planos dEle são maiores e melhores que seus
sonhos pessoais.
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