O perigo de se achar uma boa pessoa
A dificuldade em reconhecer os próprios erros pode criar um ponto cego e impedir o verdadeiro arrependimento
Um estudo com 2 mil pessoas revelou algo desconfortável: quem tem uma visão boa demais de si pode baixar a guarda diante dos próprios erros.
Os participantes que recordaram falhas passadas se avaliaram como menos honestos — e depois trapacearam menos em uma atividade com recompensa.
Por que importa: reconhecer um erro pode despertar a necessidade de corrigi-lo. Já a certeza de ser uma boa pessoa pode criar um ponto cego.
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“Eu não mato nem roubo”
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“Sou trabalhador e cuido da minha família”
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“Não faço as coisas que fulano faz”
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“Tenho meus defeitos, mas sou uma boa pessoa”
A pessoa sempre passa no teste que ela mesma criou e não vê por que precisa se arrepender ou mudar.
Jesus derrubou essa ilusão com uma frase:
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“Ninguém há bom senão um, que é Deus.” – Marcos 10:18
Neste Jejum de Daniel, pare de se comparar com quem está pior e pergunte:
Fica a pergunta: O que existe em mim que precisa ser mudado?
*Com informações da Newsletter No Alvo
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