O impacto de um pacto

Entenda como decidir viver de acordo com o que a Palavra de Deus ordena traz a verdadeira prosperidade

“Vamos fazer um pacto.” É com esta frase que duas ou mais pessoas decidem firmar um acordo de cooperação. Neste trato, os envolvidos têm algo a cumprir sob pena de arcarem com sérios prejuízos se não houver cumprimento dele. Logo, para que este compromisso permaneça, é necessária fidelidade de ambas as partes.

E, se o pacto entre os homens, passíveis de falhar, traz a solução para uma série de questões entre eles, ainda que temporariamente, o que falar de um pacto com o Próprio Deus? Sim, desde o início da Humanidade, Deus tem proposto um pacto entre Ele e o ser humano. Por meio dele, o Criador o protegeria, o supriria em tudo, lhe daria prosperidade em todos os aspectos da vida e no porvir ainda lhe concederia o maior de todos os prêmios: a vida eterna. Já a parte que caberia ao homem cumprir seria a de colocar Deus como primeiro em tudo na sua vida. E é relevante lembrar que muitos acham que têm um pacto com o Altíssimo, mas não têm, porque falam que Deus está em primeiro lugar, mas vivem suas vidas de maneira totalmente contrária ao que Ele ensina nas Sagradas Escrituras.

Por isso, para se manter neste pacto, é necessário sacrifício. “Não sacrifício de animais, nem sacrifício que não custe nada. Sacrifício diário, renúncia da própria vontade, entrega completa de vida dia após dia e negar a si mesmo”, destaca o Bispo Edir Macedo.

A representação de quem tem este pacto é a fidelidade nos dízimos. E engana-se quem pensa que se trata de dar 10% do salário à Igreja. Não, pois dízimo corresponde às primícias de toda a renda, ou seja, aos primeiros 10% dela, representando que Deus é a prioridade. Assim, quem O coloca em primeiro nas suas decisões e escolhas não tem dificuldade em devolver o que pertence a Ele.

O Próprio Deus diz em Suas Sagradas Escrituras: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos. E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos” (Malaquias 3.10-12).

Resumindo esta passagem, a compreensão dela é algo como Deus dizendo: “sejam fiéis a Mim, Me coloquem em primeiro lugar e haverá paz e prosperidade para vocês em todos os sentidos e todos verão que vocês são felizes”.

O segredo que fez com que ele vencesse na vida
No passado, Jece Cunha, (foto abaixo) hoje um empresário de 41 anos, queria subir na vida e obter sucesso. Ao observar as pessoas aparentemente bem-sucedidas ao seu redor, ele se perguntava quando conseguiria ter uma vida igual a delas. Na época, ele era músico e até conseguia bons contratos com clientes, mas a vida desregrada o fazia perder com uma mão o que ganhava com a outra.

“Quando eu decidi ser músico, me propus ser um dos melhores. Então, os clientes me contratavam e me pagavam o valor que eu queria, mas eu não sabia administrar minha vida. Quando terminava o show, aquele dinheiro já ficava ali. Eu gastava em bebida, em drogas, em prostituição e saía da festa contando moedas para pagar o ônibus de volta para casa. Aquela aparência, todo aquele glamour de ser músico, terminava ali e eu via o quanto eu era uma pessoa fracassada”, conta.

Contudo, mesmo vivendo uma vida de enganos, algo sempre o acompanhava: “eu tinha uma sensação de que havia Alguém me olhando e de que um dia eu teria que prestar contas de tudo o que fazia”, lembra. Jece revela que, apesar de nunca ter pensado em tirar a própria vida, considera que isso pudesse acontecer, pois passou a ter depressão quando o grupo musical do qual participava se desfez: “quando me vi naquela situação, pensei: ‘e agora, o que eu vou fazer da minha vida?’”

Até que um dia, enquanto zapeava os canais da TV, ele se deparou com um programa da Igreja Universal e decidiu participar da reunião que haveria no domingo. “Quando eu cheguei lá, a minha visão se abriu. Descobri o motivo pelo qual eu estava perdendo na vida. Quando o Pastor falou sobre infidelidade, eu vi que estava negligenciando, ou melhor falando, roubando a Deus. Com o passar do tempo, entendi o que era fidelidade, as primícias e, então, a minha vida começou a mudar e o fracasso teve fim”, relata.

Jece reconhece que no início não foi fácil colocar Deus em primeiro lugar em tudo, pois era difícil sacrificar ego, orgulho e vaidade porque era muito conhecido, mas, quando ele decidiu deixar para trás tudo isso, Deus pôde ocupar o lugar de honra em sua vida. E, desde então, a vida que ele antes não sabia como poderia ser bem-sucedida é realizada. “Deus começou a me dar ideias e inspiração. Eu fui trabalhar em um ramo totalmente diferente, na saúde, algo em que eu nunca pensei, e Deus me deu até uma família”.

Mesmo com toda a prosperidade que hoje ele e sua família desfrutam, Jece enfatiza que tem um propósito maior e se coloca à disposição dEle para alcançar outras vidas: “quanto mais eu penso em ter, mais quero possibilitar que outras pessoas sejam salvas, assim como eu fui. Eu fui alcançado porque outras pessoas patrocinavam aquele programa de TV que me levou a conhecer a Deus”.

O Pacto com Deus não falha
“Se você ainda não fez esse pacto, faça agora. Dê atenção à Palavra de Deus, ouça o que Ele tem a dizer e vá até Ele. O pacto só é feito com quem se dispõe a segui-Lo e a obedecê-Lo. Então, você terá vida. Vida abundante neste mundo, vida feliz e completa e vida com Ele na eternidade”, ressalta o Bispo Edir Macedo.

Se você quer fazer como Jece, participe do Novo Congresso para o Sucesso, que acontece às segundas-feiras em todos os Templos da Universal.

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Colaborador

Núbia Onara / Fotos: Fotos: Demetrio Koch e getty images