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Notícias | 18 de Setembro de 2022 - 00:05


O caso era de morte, mas ela apelou para o Deus Vivo

Depois de uma complicação cirúrgica, uma infecção generalizada se tornou um "gigante" na vida de Kelly Santos e quase causou sua morte. Saiba como ela o venceu

O caso era de morte, mas ela apelou para o Deus Vivo

O que era para ser apenas uma laqueadura (cirurgia contraceptiva considerada simples) se tornou meses de um grande pesadelo para a pedagoga Kelly Magda dos Santos, hoje com 41 anos.

Em outubro de 2021, ao realizar o procedimento cirúrgico, ela voltou para casa com fortes dores. Depois de ir várias vezes ao pronto-socorro, o problema foi descoberto: seu intestino tinha sido perfurado. “As dores eram tão fortes que eu nem conseguia raciocinar quanto ao que estava acontecendo. Eu apenas orava a Deus para obter alguma melhora. Após descobrirmos o que tinha acontecido, fui submetida à segunda cirurgia”, recorda.

Passados 15 dias do primeiro procedimento, ela voltou à mesa de operações para restaurar o dano em seu intestino. A expectativa era de que a recuperação fosse boa, mas, ao fazer uma tomografia para acompanhamento do processo, a equipe médica detectou que novamente não obtivera sucesso e, por isso, ela precisaria ser operada pela terceira vez. Kelly detalha sua experiência: “foi um momento assustador e preocupante. Os médicos diziam que minha situação era complicada, pois os órgãos atingidos estavam infeccionando e a infecção estava indo para o sangue. Ali eu passei a ter um ‘gigante’ em minha vida”.

Depois do terceiro procedimento, Kelly sofreu com sepse (infecção generalizada) que atingiu os órgãos abdominais, a pele e até seu coração.

Ela ficou em coma por cerca de 60 dias na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). “Todo dia os médicos ligavam para meu esposo falando que eu ainda não tinha acordado, que não era normal ficar tantos dias em coma e que o que eles podiam fazer era só aguardar”.

A situação era tão grave que os médicos a desenganaram e falaram do quadro dela aos familiares. Ela conta que, para os especialistas, ela não conseguiria sair daquela situação. “Eles tentaram já preparar o coração de todos para o pior.”

O que é sepse?

Complicação potencialmente fatal de uma infecção.

A sepse ocorre quando substâncias químicas liberadas na corrente sanguínea para combater uma infecção desencadeiam uma inflamação em todo o corpo. Isso pode causar uma série de alterações que danificam diversos sistemas de órgãos, levando-os a falhar e, às vezes, resultando em morte.

Quais os sintomas?
Os sintomas incluem febre, dificuldade respiratória, pressão arterial baixa, ritmo cardíaco acelerado e confusão mental.

Tratamento médico
Os pacientes devem receber antibioticoterapia adequada o mais rápido possível. Culturas de sangue, bem como outras culturas de locais sob suspeita de infecção, devem ser colhidas em uma tentativa de detectar o agente causador da doença. A sepse é uma emergência médica e seu tratamento deve ser priorizado.

Remédio indispensável

A família de Kelly já frequentava a Universal e sabia que o Deus no qual acredita pode mudar qualquer situação. Kelly afirma que a oração de sua mãe, a costureira aposentada Ana Rosa Silva Santos, de 75 anos, foi primordial para sua recuperação. Ana relata como reagiu: “quando o médico que acompanharia a minha filha soube o que estava acontecendo com ela, ele me disse que ela corria risco de morrer, mas, pela fé, não aceitei aquela situação, pois o homem pode falhar, mas eu já sabia que Deus não”.

Ana passou a usar intensamente sua fé pela cura da filha: orava por ela, participava das correntes de cura e das campanhas de fé. “Todas as terças-feiras eu ia à Universal, levava a água para consagrar e orava pela Kelly. Eu estava sempre no hospital a acompanhando e confiando que Deus faria o milagre, a ponto de os médicos comentarem que ‘grande era a minha fé’ ”.

Depois de dois meses de coma e com a morte como destino, Kelly melhorou e recobrou a consciência, o que espantou os profissionais do hospital. “As intervenções eram tão intensas que perdi 20 quilos, pois, por conta dos exames, eu passava muito tempo sem comer nem beber.

Contudo eu sempre era ungida pela água que minha mãe levava para consagrar”, diz Kelly, que nos momentos de maior gravidade não podia nem sequer estar com o marido e os filhos.

Os remédios eram tantos e tão fortes que Kelly teve alergia a eles, mas não deixou de confiar em Deus: “Eu estava sempre em oração para que Ele livrasse meu corpo das dores e dos incômodos, pois Ele já levou sobre Si todas as dores e enfermidades. Eu sabia que Ele também levaria minhas dores e que eu sairia daquele hospital bem para retomar minhas atividades”.

Kelly ainda ficou mais dois meses no hospital para acompanhamento e recuperação total e, em fevereiro de 2022, o que parecia impossível aconteceu: ela recebeu alta. Hoje ela está totalmente curada, sem traumas nem sequelas. “Todos ficaram admirados com a rapidez da minha recuperação. Sou testemunha viva e verdadeira de que Jesus tem poder para curar e libertar. Não me arrependo de ter conhecido a Deus, pois Ele me deu forças para vencer esse e todos os ‘gigantes’ que tiver de enfrentar na vida e vencê-los”.

Ana diz ainda que hoje todos veem o poder de Deus na vida de sua filha: “foi realmente algo sobrenatural o que aconteceu e em todos os momentos foi o Senhor que sustentou a nossa fé e nos respondeu”.

A cura pela fé

Se você busca a cura para uma enfermidade sua ou de um familiar, participe às terças-feiras da Corrente da Cura. No Templo de Salomão, em São Paulo, acontece a Corrente dos 70. Os horários são às 10h, 15h e 20h. Você também pode participar em uma Universal mais próxima.


O caso era de morte, mas ela apelou para o Deus Vivo
  • Camila Teodoro / Fotos: arquivo pessoal 


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