“O amor é concedido de forma espontânea”

Com a Terapia do Amor, Gissélia da Silva aprendeu que o amor não está atrelado a bens materiais e Rodrigo da Silva dominou o ciúme que sentia

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A atendente de e-commerce Gissélia Machado da Silva, de 39 anos, tinha alguns problemas de relacionamento que a fizeram sofrer muito antes de conhecer a Terapia do Amor. “Quando um homem gostava de mim, eu não gostava dele”, diz ela, que desistiu de um casamento por esse motivo.

Ela conta que decepcionou algumas pessoas por causa de seus sentimentos confusos. Em contrapartida, também sofreu porque um namorado não correspondeu a ela como esperava. “Eu comprava presentes para ele, o ajudava financeiramente e tentava agradá-lo de todas as maneiras possíveis. Custei para entender que o amor não é forçado. O amor é concedido de forma espontânea.”

Os esforços de Gissélia foram em vão, pois o rapaz terminou o relacionamento. “Sofri muito. Eu o colocava em primeiro lugar na minha vida. Ele era tudo para mim.” Para piorar sua situação, Gissélia diz que tinha complexo de inferioridade. “Isso só mudou quando conheci o Senhor Jesus. Entendi que Ele era a única pessoa no mundo da qual eu nunca poderia me afastar.”

Em busca de mudanças, Gissélia começou a frequentar a Terapia do Amor, mas no início não colocava em prática os ensinamentos que ouvia. Quando se entregou a Deus, ela finalmente entendeu o processo de cura interior. “Deus me libertou dos meus traumas. Ele me livrou de todas as bagagens de dor e sofrimento. Aprendi que, mesmo que ninguém esteja ao meu lado, Deus sempre estará.”

Gissélia conheceu seu esposo, o controlador de acesso Rodrigo Cosme da Silva, de 41 anos, na palestra da Terapia do Amor.

“Quando vi meu esposo na palestra, pedi que uma amiga verificasse se ele estava disponível para conversar, mas ele já estava lutando por outra mulher.” Depois de algum tempo, ela perguntou de novo do Rodrigo para outro amigo e, dessa vez, ele ficou interessado em conhecê-la.

Rodrigo conta que sempre teve o desejo de se casar e constituir uma família, mas que era muito ciumento: “isso gerava brigas, discussões e insegurança. Eu me sentia frustrado e infeliz porque as coisas não davam certo”.

Quando o amigo de Rodrigo lhe contou sobre Gissélia, ele diz que “dobrou os joelhos” e pediu a orientação de Deus. Eles começaram a namorar, noivaram e se casaram em 26 de abril de 2014, na Universal de Osasco (SP).

Gissélia explica que no início da união tomava a frente de tudo e teve de aprender a dividir as tarefas com o marido. “Entendi que somos apenas um, como diz a Palavra de Deus (Mateus 10.8).”
Rodrigo, por sua vez, tinha dificuldade de assumir os próprios erros.

“Eu era imaturo, mas Deus me preencheu com tudo que me faltava. Realizei o sonho de ter uma companheira que me surpreende diariamente. Temos a mesma visão acerca da vida e do cotidiano”, diz.

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Autor

Kaline Tascin / Foto: Cedida e Mídia FJU Osasco