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Notícias | 31 de outubro de 2018 - 02:05


Nós podemos participar do Halloween?

Entenda o que está por trás dos símbolos e referências dessa comemoração

Muitas pessoas podem dizer que o Halloween e outras festas pagãs já perderam o caráter religioso, tornando-se apenas datas festivas e comerciais, e que, por isso, não há problema algum em participar dessas tradições.
Porém, pensar dessa maneira é um engano e é por isso que os espíritos malignos ainda encontram espaço para a atuar na sociedade.
Símbolos 
Essa festa traz uma grande simbologia e referências que são contrárias ao que Deus nos ensina na Bíblia.
Por exemplo, a abóbora – que traz dentro de si uma vela – é para afastar os maus espíritos durante esse período, “guiando as pessoas”, e foi inspirada na lenda de Jack O’ Lantern (uma alma penada); os morcegos representam o mundo das trevas, o que é sombrio e noturno; as bruxas realizam feitiçarias promovendo o mal na vida das pessoas; a aranha, que também é muito presente nas decorações, simboliza o alerta de perigos; as cores também trazem significados: o roxo, nesse contexto, representa a passagem entre a vida e a morte e o preto simboliza a escuridão; as fantasias surgiram da ideia de se “camuflar” entre o que havia de ruim nas ruas; até mesmo a expressão “Halloween” tem uma conotação espiritual maligna, que significa “All hallows eve” (“Véspera de todos os santos”, do inglês).
Ou seja, não tem como falar de Halloween sem fazer referências à atuação dos espíritos malignos na vida das pessoas.
A origem
Essa tradição começou por volta do século 5 antes de Cristo (a.C.), entre o povo celta – que vivia ao norte do Reino Unido, no continente europeu.
Para eles, o ano começava no dia 1º de novembro; e na noite do dia 31 de outubro eles comemoravam o festival de Samhaim. Durante esse evento, os celtas acreditavam que os mundos dos mortos e dos vivos se uniam, por isso havia sacrifício de animais e era acesa uma fogueira em homenagem aos mortos.
O que a Bíblia diria sobre isso?
No livro de Colossenses, no capítulo 2, versículo 8, o apóstolo Paulo alerta os cristãos da cidade de Colossenses para que eles não sejam influenciados por filosofias e tradições humanas.
Igualmente, na carta aos Coríntios, Paulo fala que não podemos nos envolver, ao mesmo tempo, com o que vem de Deus e o que vem dos espíritos malignos.
“Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. (…) Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.” 1 Coríntios 10.21-23
Portanto, não é aconselhável que aqueles que vivem na fé em Cristo, envolvam-se também com celebrações que são originadas pelo mal.


  • Daniel Cruz / Foto: iStock 


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