“Nesta igreja só tem aproveitadores”

Esta era a ideia que Anderson tinha da Universal, baseada no preconceito que ele via na mídia e por parte dos amigos

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Anderson, analista de logística de 41 anos, pensava que a Universal se aproveitava de pessoas leigas e de classe mais baixa e acreditava em todas as inverdades propagadas pela mídia: “entre meus conhecidos, nós até brincávamos que a Universal era o DDD: só falava de Deus, dinheiro e diabo. Eu tinha esse preconceito, não gostava do Bispo Edir Macedo e dos pastores e até pensava ‘ali eu não piso’ e rejeitava todos os convites para conhecer a Igreja”.

Nessa época, ele enfrentava problemas na família, pois seus pais eram separados e seus irmãos estavam envolvidos com coisas erradas; problemas financeiros, uma vez que não parava em nenhum emprego; e problemas sentimentais, já que não conseguia construir um relacionamento amoroso estável e harmonioso. Por isso, ele se sentia oprimido e depressivo.

Contra fatos não há argumentos
Ao ver Anderson no fundo do poço, um conhecido lhe fez o convite para ir justamente à Universal. “Essa pessoa me falou: ‘o único caminho para que você vença esse problema é buscar a Jesus. O Deus que eu conheci na Universal é o Deus que transforma e liberta, eu me libertei. Por conhecer essa pessoa, eu vi que Deus realmente tinha mudado a vida dela”, lembra.

Sem enxergar outra alternativa, ele aceitou o convite, mas ficou no fundo da Igreja.

Durante a pregação, era como se estivesse ouvindo sobre sua vida. E, quando o pastor disse “você que quer mudar de vida, venha aqui na frente que eu vou fazer uma oração”, ele foi. “Fui e pensei: ‘se eu sair daqui diferente, sem essa angústia e o pensamento de acabar com a minha vida, se o Senhor realmente existe aqui e eu sair livre, nunca deixarei a Igreja’”, relata. Ao término da oração, ele se sentiu aliviado, alegre e com desejo de lutar por seus sonhos.

Cinco dias depois, Anderson já se batizou nas águas, passou a buscar o Espírito Santo e O recebeu. Ele prestava atenção a cada nova orientação de fé, a obedecia e via sua vida ser transformada. “Aprendi a viver pela fé e a me tornar um filho, um homem e um esposo melhor. Tudo isso eu aprendi na Universal, uma universidade da fé e de crescimento em todas as áreas da vida”, afirma.

Anderson viu que a ideia que ele tinha da Universal era completamente oposta à realidade que presenciou quando se permitiu conhecer o trabalho da Igreja. Por isso, se você também acredita cegamente na mídia, visite a Universal mais próxima e faça como Anderson: tire suas próprias conclusões.

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Autor

Laís Klaiber / Foto: reprodução