Monte Sião: o Altar dos nascidos do Espírito

Mensagem destaca a diferença entre o Monte Sinai e o Monte Sião, e mostra que a Nova Aliança concede acesso à presença de Deus por meio do Espírito Santo

Imagem de capa - Monte Sião: o Altar dos nascidos do Espírito

O Bispo Renato Cardoso já está em viagem missionária rumo a Israel, onde participará do clamor da Fogueira Santa ao lado do Bispo Macedo e de outros Bispos, no Monte Sião, neste domingo (2).

Enquanto isso, na quarta-feira (29), o Bispo Adilson Silva conduziu a reunião no Templo de Salomão e explicou que o Monte Sião não representa apenas um lugar físico, mas uma condição espiritual reservada àqueles que nasceram do Espírito Santo.

Do Monte Sinai ao Monte Sião: a Nova Aliança

Ao analisar Hebreus 12:16-24, o Bispo mostrou que o autor da carta utiliza acontecimentos do Antigo Testamento para explicar uma realidade espiritual. Enquanto o Monte Sinai representava a separação entre Deus e o homem por causa do pecado, o Monte Sião simboliza o acesso à presença de Deus concedido àqueles que foram reconciliados por Cristo. Assim, não se trata de um monte geográfico, mas da Jerusalém celestial, formada pela Igreja espiritual composta pelos nascidos do Espírito.

“O Monte Sião mencionado em Hebreus não é um lugar físico que alguém possa visitar. Ele representa a Igreja espiritual, formada por todos aqueles que receberam a nova vida em Cristo. Por isso, quem nasce do Espírito deixa de viver distante da presença de Deus e passa a fazer parte da Assembleia dos salvos, tendo o nome escrito nos céus e acesso ao Pai por meio da Nova Aliança”, disse.

O Altar é uma condição espiritual

O Bispo destacou que viver no Monte Sião significa permanecer no Altar diariamente. Essa permanência não está relacionada a um espaço físico, mas à decisão constante de negar a própria vontade para obedecer à vontade de Deus.

Além disso, receber o Espírito Santo não elimina a necessidade de vigilância. Pelo contrário, exige uma vida de fidelidade, consciência limpa e perseverança para preservar a fé.

“Permanecer no altar é uma escolha feita todos os dias. Não significa apenas participar das reuniões, mas conservar a consciência limpa, rejeitar aquilo que afasta de Deus e continuar obedecendo à Sua vontade, mesmo quando isso exige sacrifício. É essa perseverança que identifica os verdadeiros filhos de Sião e preserva a salvação”, ensinou.

O privilégio dos nascidos do Espírito

Ao concluir a mensagem, o Bispo Adilson Silva ressaltou que a maior diferença entre quem vive no Sinai e quem vive no Sião está no novo nascimento. Por meio do Espírito Santo, o cristão recebe a condição de filho de Deus e passa a desfrutar da comunhão com o Pai.

Ao mesmo tempo, advertiu que esse privilégio precisa ser preservado. Assim como Esaú perdeu a primogenitura por desprezar aquilo que havia recebido, o cristão também deve guardar a fé e permanecer firme até o fim.

“A advertência de Hebreus continua atual: não basta lembrar de uma experiência vivida no passado. É necessário conservar a fé no presente. Quem recebeu o Espírito Santo deve proteger esse bem mais precioso, permanecendo no altar e recusando qualquer negociação da própria salvação. Esse é o verdadeiro significado de viver no Monte Sião”, afirmou.

Participe

Para aprender sobre o Reino de Deus e investir na sua Salvação, participe dos encontros realizados às quartas-feiras no Templo de Salomão ou em uma Igreja Universal mais próxima.

Dessa forma, você aprenderá, na prática, como viver de acordo com a Palavra de Deus.

imagem do author
Colaborador

Rafaella Rizzo / Foto: iStock