Rede aleluia
“Minha mente era uma prisão”
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
GaranhunsRecife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCaraguatatubaCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
Baln. CamboriúBlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 16 de Agosto de 2022 - 15:31


“Minha mente era uma prisão”

Até ter um encontro com Deus, Vivaldo Pereira era prisioneiro de suas escolhas erradas. Saiba como ele foi livre e se tornou uma nova pessoa

“Minha mente era uma prisão”

Toda escolha tem uma consequência e as escolhas erradas fizeram Vivaldo Pereira ter uma vida vazia e sem propósito. Até que em um acidente de moto ele ficou paraplégico, dependente de uma cadeira de rodas.

Do seu jeito, ele ainda tentava ser feliz: amigos, festas, bebidas, relacionamentos. Mas dentro de si, era complexado e infeliz. “Minha mente era uma prisão”, lembra.

Insistência no erro:

Ele já conhecia a Universal e tinha ouvido falar do Senhor Jesus, mas isso não era uma prioridade na sua juventude.

“Com 15 anos fui conhecer o mundo e aos dezoito anos sofri um acidente de moto. Tive uma lesão medular e fiquei paraplégico. Por desobediência não ouvi a minha mãe, que sempre estava tentando me levar para o bom caminho”, reflete.

Fundo de poço:

O vazio que já existia em sua alma só aumentou. Nem um noivado pode fazê-lo feliz.

“Sempre quando chegava a noite, eu me entristecia. Chorava por estar em uma cadeira de rodas e perguntava para Deus porque eu estava vivo. Mesmo em um relacionamento, prestes a casar, estava infeliz. Foi meu fundo de poço, cheguei a pedir a morte para Deus”, confessa.

Dos 15 anos aos 26 anos, o jovem sofreu. Até o momento em que lembrou do único que poderia lhe dar a verdadeira felicidade.

Ponto de decisão:

Vivaldo voltou para a igreja, local de onde nunca deveria ter saído. Lá, ouviu sobre o Espírito Santo, que preencheria o vazio de sua alma.

“Ouvindo as pregações me despertou o desejo de tê-lO. Decidi me entregar ao Senhor de verdade. Me batizei nas águas, a noiva que eu tinha não quis me acompanhar, então acabei com o noivado, escolhendo a Deus. Enfrentei muitas dificuldades, mas fui radical, mudei de verdade. Depois que recebi o Espírito Santo veio o desejo de ajudar o próximo e a trabalhar para Ele no ganho de almas”, relata.

Transformação total:

O novo nascimento trouxe para o jovem de 34 anos uma nova perspectiva de vida. Se tornou voluntário do projeto Socioeducativo na cidade de Barra do Garças, Mato Grosso, e obreiro. Também casou, tem sua empresa e, além disso, é paratleta federado de jiu-jitsu.

“O que me limitava era minha mente, não a deficiência. Eu continuo na cadeira de rodas, mas meu espírito me leva a fazer coisas que nem eu imaginava que podia! Hoje sou completo e feliz de verdade”, afirma.

O que fazer:

Para encontrar este tesouro que traz a verdadeira felicidade, o Espírito Santo, participe da Noite da Alma nesta quarta-feira. O encontro acontece no Templo de Salomão, às 10h, 15h e 20h.

Você também pode ir à Universal mais próxima de sua casa. Encontre o endereço aqui.


“Minha mente era uma prisão”
  • Rafaella Rizzo / Fotos: iStock - Cedidas 


reportar erro