Mega Dance Musical 2024 reuniu 15 mil pessoas em São Paulo

Evento realizado com o apoio do programa social Força Jovem Universal (FJU) aconteceu no dia 11 de maio, no Ginásio do Ibirapuera

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O Mega Dance, evento realizado com apoio do programa social Força Jovem Universal (FJU), é uma competição entre companhias de dança que fazem parte do projeto Cultura do grupo jovem. Mais do que isso, é também um lugar que transforma vidas por meio da arte, onde cada grupo de dança que se apresenta transmite uma mensagem motivacional.

  • Este ano, o evento teve um diferencial e as companhias competiram com apresentações no formato de musicais, que combinam música, canções e diálogos falados, além da dança.
  • O Mega Dance Musical 2024 ocorreu em todo Brasil e, ao menos, outros 17 países, totalizando mais de 520 companhias de dança e 200 mil participantes.
  • O responsável pela FJU, Bispo Celso Júnior, falou sobre a importância da ocasião para a juventude e seus familiares: “Oferecemos uma plataforma para os jovens mostrarem e desenvolverem os seus talentos, por meio de atividades saudáveis”.

O evento em São Paulo:

Em São Paulo, o evento aconteceu em 11 de maio (sábado), no Ginásio do Ibirapuera, zona sul da capital paulista, reunindo 15 mil pessoas. O ginásio alcançou a lotação interna permitida e os demais assistiram em um telão colocado na área externa.

  • Entre os convidados estiveram presentes a deputada estadual Edna Macedo e a secretária da Cultura do Estado de São Paulo, Marília Marton.
  • O evento também contou com a presença da Banda FJU.

Para escolher os vencedores, na bancada de jurados, além da bailarina Priscilla Yokoi, estavam atores que estão no elenco da próxima série bíblica “A Rainha da Pérsia”, da autora Cristiane Cardoso. Eles comentaram sobre o evento.

  • “É um privilégio estar aqui porque é tão importante o que a FJU faz de, muitas vezes, dar um sentido à vida desses jovens, de trazer a arte para eles. Eu me vejo muito neles, quando eu estava começando a fazer teatro. Então, eu acho de extrema importância esse trabalho. É um privilégio poder ser jurado aqui hoje, assim como é fazer parte das novelas bíblicas e levar a Palavra de Deus para a casa das pessoas”, comentou o ator Mario Bregieira que será Neemias em “A Rainha da Pérsia”.
  • “Esse trabalho é muito lindo porque, em um mundo que tem tantas distrações, é tão importante quando você se junta na fé, no amor, na Palavra. E a arte une as pessoas. Então, para nós atores, estar aqui e assistir a esse espetáculo é um grande privilégio mesmo”, disse a atriz Nathalia Florentino que será Ester na série “A Rainha da Pérsia”.
  • “Levar uma mensagem é a riqueza desta competição, a característica que outras não têm, o que a faz única. Dança, esporte, arte são ferramentas que precisam ser usadas para trazer a juventude. É lindo de ver como eles se envolvem e encaram com seriedade. Estou muito bem impressionado. Eu acho que é uma forma excelente de evangelizar”, pontuou o ator Carlo Porto que será o Rei Xerxes em “A Rainha da Pérsia”.
  • “O que eu observo aqui é essa força que existe nos jovens. É tão bonito ver as mensagens importantes que cada grupo traz e que abrem janelas de reflexão e inspiração. Estou realmente muito impactada de ver a força jovem que está aqui através de um movimento de dança. Estou muito feliz de fazer parte desse evento que é tão forte e ajuda tantos jovens”, declarou a atriz Bárbara Borges que será Hellen na série “A Rainha da Pérsia”.

A força dos jovens:

12 companhias de dança, de diferentes regiões da cidade, se apresentaram em musicais de oito minutos cada. Cada grupo baseou a apresentação em um tema que foi debatido num Encontro Jovem. Os três primeiros colocados ganharam premiações. Em 3º lugar ficou o bloco Campinas, em 2º lugar ficou o bloco do Templo e em 1º lugar o bloco ABC com o tema “Nem tudo que reluz é ouro”.

Há 5 anos na FJU do bloco ABC, esta é a terceira vez de Jaqueline da Silva Cruz, de 24 anos, no Mega Dance. Mas foi a sua primeira vez em cima do palco. A jovem contou o que significou para ela se preparar para esta apresentação e participar do evento.

  • “Foram quatro meses de ensaios duradouros, para oito minutos que valeram muito a pena. É uma experiência única. A mensagem que passamos para as outras pessoas é o que mais marca, pois toca e transforma. Às vezes, o brilho deste mundo tenta nos atrair de alguma forma com amizades, influências, coisas que gostamos. Só que sabemos que nem tudo que tem aquela fama e ‘bons’ comentários pode ser bom para nós e para nossa fé. Então, temos que ter muita atenção com tudo o que a gente passa e o que a gente conversa. Este é um dia de renovo para todos, até para nós. Porque a gente vai fundo naquela história, tenta entender a cabeça do jovem que está passando por aquilo. Tenta conseguir passar uma mensagem de reflexão, para que a pessoa entenda a situação que está passando e de alguma forma tente sair daquele poço sem fundo.”

Além disso, outros jovens que prestigiaram o evento acreditam que um dos principais objetivos é atrair os jovens para perto da Palavra de Deus. Tanto aqueles que ainda não conhecem quanto os que já estão na igreja. Assim como observaram os voluntários do Mídia do bloco Itaquera, Guilherme Barbosa Salgado, de 18 anos e Marcus Vinícius Gomes Rodrigues, de 23 anos:

  • “Quem está aqui hoje não vem apenas para mostrar o talento ou ver as apresentações, mas também para ouvir a Palavra de Deus”.

Eles também falaram sobre a importância de repercutir o evento:

  • “Às vezes, a gente pode achar que uma foto ou vídeo não vai salvar uma alma. Mas, por meio daquilo que a gente mostra, muitas vezes, chamamos atenção dos jovens (…) um clique pode alcançar uma pessoa que está trancada no seu quarto com depressão, síndrome do pânico, complexos (…) Produzimos o conteúdo para que uma pessoa que estava afastada, ou alguém novo, se interesse”.

Vale destacar que:

Enquanto aconteciam as apresentações no espaço interno do Ginásio do Ibirapuera, na parte externa havia todo um aparato para o público.

  • Ademais, foi montada uma tenda do “Cantinho do Desabafo”, do projeto Help, formado por pessoas que já enfrentaram problemas relacionados à saúde mental. Por exemplo: depressão, automutilação, traumas, abusos, ansiedade e síndrome do pânico. Elas estavam ali para atender todos que estavam sofrendo e precisavam de ajuda.
  • Cerca de mil voluntários acompanharam as atividades em São Paulo. Entre eles também os que estavam recebendo e organizando as doações no ponto de arrecadação de itens de primeira necessidade às vítimas das fortes chuvas e inundações no Rio Grande do Sul. Foram arrecadados durante o evento 12 toneladas de alimentos e 15 mil litros de água.
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Colaborador

Michele Roza / Fotos: Mídia FJU e Michele Roza