Longevidade no Japão: viver mais significa viver melhor?

O país ultrapassa 100 mil centenários e, por isso, desperta a reflexão. Entenda o que a Bíblia ensina sobre o valor da vida

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O Japão ultrapassou a marca de 100 mil pessoas com 100 anos ou mais, despertando a curiosidade sobre os hábitos que favorecem a longevidade. Mas esse cenário também levanta uma questão: viver mais significa, necessariamente, viver melhor?

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde japonês, em setembro de 2026, o país registrou 107.677 centenários, sendo 94.298 mulheres e 13.379 homens. Esse é o 56º ano consecutivo de crescimento dessa população. Em 1963, quando os registros começaram, eram apenas 153 pessoas nessa faixa etária.

O segredo da longevidade no Japão

Entre os fatores associados à longevidade japonesa estão a alimentação equilibrada, rica em peixes, vegetais e arroz, a prática de atividades físicas, como caminhadas, e os avanços da medicina.

Entretanto, viver muitos anos depende também de fatores genéticos, condições de vida e acesso à saúde. Por isso, não existe uma fórmula única para chegar aos 100 anos.

Mas, enquanto a ciência busca compreender como prolongar a vida, outra pergunta merece atenção: o que temos feito com o tempo que recebemos?

Mais importante do que contar os anos

Trabalho, família, conquistas e planos para o futuro fazem parte da vida. No entanto, em meio a tantas preocupações, muitas pessoas acabam deixando de lado algo essencial: a vida espiritual.

Em Salmos 90:12, a Bíblia ensina:

“Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.”

A passagem nos lembra de que o tempo é limitado e, por isso, precisamos avaliar não apenas quantos anos vivemos, mas como temos vivido.

E o cuidado com a alma?

Cuidar da saúde e buscar qualidade de vida são atitudes importantes. Contudo, ninguém sabe quanto tempo ainda terá pela frente. Por isso, o cuidado com a alma não pode ser adiado.

Em Marcos 8:36, o Senhor Jesus faz uma pergunta:

“Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?”

A reflexão é clara: de nada adianta conquistar bens, reconhecimento ou muitos anos de vida e negligenciar a própria salvação.

Portanto, independentemente de alguém viver 50, 80 ou mais de 100 anos, o tempo neste mundo é passageiro.

Mais importante do que viver muito é cuidar da alma e buscar a salvação enquanto há tempo.

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Autor

Ivonete Soares / Foto: Imagem gerada por IA