Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 6 de novembro de 2019 - 13:32


Lívia cresceu em um lar desestruturado

Vícios, brigas entre os pais e uma tentativa de abuso marcaram sua vida e fizeram surgir a depressão

O uso de bebidas alcoólicas é capaz de transformar completamente uma pessoa. Alguém que geralmente é calmo, pode se tornar uma pessoa violenta e descontrolada.

A auxiliar administrativa Lívia Rodrigues dos Santos, de 24 anos, viveu essa realidade dentro da própria casa. Seu pai era viciado em bebidas, o que o transformava em um homem violento. Durante toda infância e juventude, ela testemunhou brigas entre os pais e traições por parte dele. O extremo, foi quando, certa vez, ele tentou abusar dela.

“Eu vivia num lar destruído, não tinha referencial de família. Certa vez, meu pai chegou em casa bêbado e tentou me beijar a força. Eu consegui fugir, mas, depois disso, comecei a beber para lidar com aquela situação. Bebia para esquecer o que aconteceu”, relata.

Infelizmente, ela estava se tornando o que odiou a vida toda. Para piorar, o vício trouxe outro problema: a depressão. “Me fechava no quarto, não queria falar com ninguém, só ficar deitada. Aquilo era um fardo, eu queria morrer, achava que não tinha mais jeito para mim”, revela.

Alívio para a alma

Quando decidiu ir à Universal ela teve oportunidade de ser livre de todos os traumas e do sofrimento que a sufocavam. Pela primeira vez ela ouviria que existia chance de mudar sua vida.

“Passei a ir às reuniões e a obedecer a tudo o que me direcionavam, pois eu saía com vida de cada culto. Tive a certeza de que Deus faria tudo novo em mim”, afirma a jovem.

Mas, mesmo que tivesse alcançado várias mudanças, ela reconhece que ainda faltava algo dentro de si: o Espírito Santo. Ou seja, ela precisava dEle para enfrentar os problemas e permanecer firme até o fim.

“Eu precisava perdoar meu pai, pois todas as vezes em que lembrava do que ele tinha feito comigo, era como se acontecesse de novo. Eu, então, decidi perdoar”, diz Lívia.

Assista o vídeo abaixo e veja como termina seu depoimento:

Participe de um encontro no Templo de Salomão e tenha a mesma experiência transformadora que Lívia. O endereço é Avenida Celso Garcia, 605, Brás, zona leste de São Paulo. Ou encontre o endereço de uma Universal mais perto de você, clicando aqui.


  • Rafaella Rizzo / Foto: Reprodução 


reportar erro