Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 22 de maio de 2020 - 13:41


Leite materno de recuperadas da COVID-19 poderá ser usado no tratamento contra a doença

Estudo inicial, que ainda passará por revisão, aponta que a substância tem forte resposta imunológica ao novo coronavírus

Em meio à pandemia, um estudo descobriu que o leite materno de mulheres recuperadas da COVID-19 tem forte resposta imunológica ao novo coronavírus. E, num futuro próximo, poderá ser usado como tratamento contra a doença. A pesquisa foi realizada por um grupo da Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai de Nova York e da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Já se esperava que o leite materno produzido por mulheres infectadas apresentasse anticorpos para a COVID-19. Isso, porque o colostro – a parte do leite produzida no início da amamentação – contém imunoglobulinas G, o tipo de anticorpo mais abundante no organismo. E, também, responsável pela proteção contra vírus e bactérias.

O estudo, que inicialmente comparou 15 amostras, foi publicado em uma plataforma de relatórios preliminares de pesquisas científicas na área da saúde, mas ainda precisa de revisão.

Brasil é referência

Com o leite materno, a criança se desenvolve com saúde, tem mais chances de recuperação e fica protegida de infecções, diarreias e alergias. Ele também é muito importante aos recém-nascidos de baixo peso internados em unidades neonatais. Segundo informações do Ministério da Saúde do Brasil, um litro de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil possui a maior e mais complexa Rede de Bancos de Leite Humano (rBLH) do mundo. É também modelo para a cooperação internacional em mais de 20 países das Américas, Europa e África, estabelecida por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC).

O Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz criaram a rBLH-BR em 1998. A rede tem a missão de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno, coletar e distribuir leite humano com qualidade certificada e contribuir para a diminuição da mortalidade infantil.

Como doar leite materno

No dia 19 de maio último, foi lembrado no País, o “Dia Nacional da Doação de Leite Materno”. Apenas no estado de São Paulo, por conta da pandemia do novo coronavírus, as doações caíram cerca de 60%. Para saber como e onde doar, você pode acessar a página sobre doação de leite materno no site do Ministério da Saúde do Brasil. Clique aqui e saiba mais.


  • Redação / Foto: Getty Images 

  • Colaborador: 

  • Michele Roza


reportar erro