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Notícias | 5 de fevereiro de 2017 - 00:30


Leia a Bíblia em 1 ano – 36º dia

Gênesis 37, Marcos 8, Jó e Jó 4

“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” Oséias 4.6

Conhecer a Bíblia é muito importante para todos nós, especialmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, pois Deus fala conosco por meio de Sua Palavra. O Espírito Santo nos conduz, nos orienta, e quando passamos por tribulações, Ele nos faz lembrar do que está escrito na Bíblia, de uma Palavra de Deus que nos conforte. Mas só nos lembraremos se tivermos conhecimento Dela.

Por isso, elaboramos um plano para que você leia a Bíblia em 1 ano. Se você ainda não começou, clique aqui e comece agora, não deixe para amanhã. Você verá o quanto isso transformará a sua vida.

Se você já está nesse propósito, acompanhe a leitura de hoje:

Gênesis 37

1. E Jacó habitou na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã.

2. Estas são as gerações de Jacó. Sendo José de dezessete anos, pascentava as ovelhas com seus irmãos; sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia más notícias deles a seu pai.

3. E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores.

4. Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiaram-no, e não podiam falar com ele pacificamente.

5. Teve José um sonho, que contou a seus irmãos; por isso o odiaram ainda mais.

6. E disse-lhes: Ouvi, peço-vos, este sonho, que tenho sonhado:

7. Eis que estávamos atando molhos no meio do campo, e eis que o meu molho se levantava, e também ficava em pé, e eis que os vossos molhos o rodeavam, e se inclinavam ao meu molho.

8. Então lhe disseram seus irmãos: Tu, pois, deveras reinarás sobre nós? Tu deveras terás domínio sobre nós? Por isso ainda mais o odiavam por seus sonhos e por suas palavras.

9. E teve José outro sonho, e o contou a seus irmãos, e disse: Eis que tive ainda outro sonho; e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam a mim.

10. E contando-o a seu pai e a seus irmãos, repreendeu-o seu pai, e disse-lhe: Que sonho é este que tiveste? Porventura viremos, eu e tua mãe, e teus irmãos, a inclinar-nos perante ti em terra?

11. Seus irmãos, pois, o invejavam; seu pai porém guardava este negócio no seu coração.

12. E seus irmãos foram apascentar o rebanho de seu pai, junto de Siquém.

13. Disse, pois, Israel a José: Não apascentam os teus irmãos junto de Siquém? Vem, e enviar-te-ei a eles. E ele respondeu: Eis-me aqui.

14. E ele lhe disse: Ora vai, vê como estão teus irmãos, e como está o rebanho, e traze-me resposta. Assim o enviou do vale de Hebrom, e foi a Siquém.

15. E achou-o um homem, porque eis que andava errante pelo campo, e perguntoulhe o homem, dizendo: Que procuras?

16. E ele disse: Procuro meus irmãos; dize-me, peço-te, onde eles apascentam.

17. E disse aquele homem: Foram-se daqui; porque ouvi-os dizer: Vamos a Dotã. José, pois, seguiu atrás de seus irmãos, e achou-os em Dotã.

18. E viram-no de longe e, antes que chegasse a eles, conspiraram contra ele para o matarem.

19. E disseram um ao outro: Eis lá vem o sonhador-mor!

20. Vinde, pois, agora, e matemo-lo, e lancemo-lo numa destas covas, e diremos: Uma fera o comeu; e veremos que será dos seus sonhos.

21. E ouvindo-o Rúben, livrou-o das suas mãos, e disse: Não lhe tiremos a vida.

22. Também lhes disse Rúben: Não derrameis sangue; lançai-o nesta cova, que está no deserto, e não lanceis mãos nele; isto disse para livrá-lo das mãos deles e para torná-lo a seu pai.

23. E aconteceu que, chegando José a seus irmãos, tiraram de José a sua túnica, a túnica de várias cores, que trazia.

24. E tomaram-no, e lançaram-no na cova; porém a cova estava vazia, não havia água nela.

25. Depois assentaram-se a comer pão; e levantaram os seus olhos, e olharam, e eis que uma companhia de ismaelitas vinha de Gileade; e seus camelos traziam especiarias e bálsamo e mirra, e iam levá-los ao Egito.

26. Então Judá disse aos seus irmãos: Que proveito haverá que matemos a nosso irmão e escondamos o seu sangue?

27. Vinde e vendamo-lo a estes ismaelitas, e não seja nossa mão sobre ele; porque ele é nosso irmão, nossa carne. E seus irmãos obedeceram.

28. Passando, pois, os mercadores midianitas, tiraram e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata, aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito.

29. Voltando, pois, Rúben à cova, eis que José não estava na cova; então rasgou as suas vestes.

30. E voltou a seus irmãos e disse: O menino não está; e eu aonde irei?

31. Então tomaram a túnica de José, e mataram um cabrito, e tingiram a túnica no sangue.

32. E enviaram a túnica de várias cores, mandando levá-la a seu pai, e disseram: Temos achado esta túnica; conhece agora se esta será ou não a túnica de teu filho.

33. E conheceu-a, e disse: É a túnica de meu filho; uma fera o comeu; certamente José foi despedaçado.

34. Então Jacó rasgou as suas vestes, pôs saco sobre os seus lombos e lamentou a seu filho muitos dias.

35. E levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas, para o consolarem; recusou porém ser consolado, e disse: Porquanto com choro hei de descer ao meu filho até à sepultura. Assim o chorou seu pai.

36. E os midianitas venderam-no no Egito a Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda.

Marcos 8

1. Naqueles dias, havendo uma grande multidão, e não tendo o que comer, Jesus chamou a si os seus discípulos, e disselhes:

2. Tenho compaixão da multidão, porque há já três dias que estão comigo, e não têm o que comer.

3. E, se os deixar ir em jejum, para suas casas, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe.

4. E os seus discípulos responderam-lhe: De onde poderá alguém satisfazê-los de pão aqui no deserto?

5. E perguntou-lhes: Quantos pães tendes? E disseram-lhe: Sete.

6. E ordenou à multidão que se assentasse no chão. E, tomando os sete pães, e tendo dado graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles, e puseram-nos diante da multidão.

7. Tinham também alguns peixinhos; e, tendo dado graças, ordenou que também lhos pusessem diante.

8. E comeram, e saciaram-se; e dos pedaços que sobejaram levantaram sete cestos.

9. E os que comeram eram quase quatro mil; e despediu-os.

10. E, entrando logo no barco, com os seus discípulos, foi para as partes de Dalmanuta.

11. E saíram os fariseus, e começaram a disputar com ele, pedindo-lhe, para o tentarem, um sinal do céu.

12. E, suspirando profundamente em seu espírito, disse: Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta geração não se dará sinal algum.

13. E, deixando-os, tornou a entrar no barco, e foi para o outro lado.

14. E eles se esqueceram de levar pão e, no barco, não tinham consigo senão um pão.

15. E ordenou-lhes, dizendo: Olhai, guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes.

16. E arrazoavam entre si, dizendo: É porque não temos pão.

17. E Jesus, conhecendo isto, disse-lhes: Para que arrazoais, que não tendes pão? não considerastes, nem compreendestes ainda? tendes ainda o vosso coração endurecido?

18. Tendo olhos, não vedes? e tendo ouvidos, não ouvis? e não vos lembrais,

19. Quando parti os cinco pães entre os cinco mil, quantas alcofas cheias de pedaços levantastes? Disseram-lhe: Doze.

20. E, quando parti os sete entre os quatro mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? E disseram-lhe: Sete.

21. E ele lhes disse: Como não entendeis ainda?

22. E chegou a Betsaida; e trouxeram-lhe um cego, e rogaram-lhe que o tocasse.

23. E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa.

24. E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como arvores que andam.

25. Depois disto, tornou a pôr-lhe as mãos sobre os olhos, e o fez olhar para cima: e ele ficou restaurado, e viu a todos claramente.

26. E mandou-o para sua casa, dizendo: Nem entres na aldeia, nem o digas a ninguém na aldeia.

27. E saiu Jesus, e os seus discípulos, para as aldeias de Cesaréia de Filipe; e no caminho perguntou aos seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou?

28. E eles responderam: João o Batista; e outros: Elias; mas outros: Um dos profetas.

29. E ele lhes disse: Mas vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse: Tu és o Cristo.

30. E admoestou-os, para que a ninguém dissessem aquilo dele.

31. E começou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem padecesse muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos e príncipes dos sacerdotes, e pelos escribas, e que fosse morto, mas que depois de três dias ressuscitaria.

32. E dizia abertamente estas palavras. E Pedro o tomou à parte, e começou a repreendê-lo.

33. Mas ele, virando-se, e olhando para os seus discípulos, repreendeu a Pedro, dizendo: Retira-te de diante de mim, Satanás; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas as que são dos homens.

34. E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.

35. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará.

36. Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?

37. Ou, que daria o homem pelo resgate da sua alma?

38. Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos.

Jó 3

1. Depois disto abriu Jó a sua boca, e amaldiçoou o seu dia.

2. E Jó, falando, disse:

3. Pereça o dia em que nasci, e a noite em que se disse: Foi concebido um homem!

4. Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz.

5. Contaminem-no as trevas e a sombra da morte; habitem sobre ele nuvens; a escuridão do dia o espante!

6. Quanto àquela noite, dela se apodere a escuridão; e não se regozije ela entre os dias do ano; e não entre no número dos meses!

7. Ah! que solitária seja aquela noite, e nela não entre voz de júbilo!

8. Amaldiçoem-na aqueles que amaldiçoam o dia, que estão prontos para suscitar o seu pranto.

9. Escureçam-se as estrelas do seu crepúsculo; que espere a luz, e não venha; e não veja as pálpebras da alva;

10. Porque não fechou as portas do ventre; nem escondeu dos meus olhos a canseira.

11. Por que não morri eu desde a madre? E em saindo do ventre, não expirei?

12. Por que me receberam os joelhos? E por que os peitos, para que mamasse?

13. Porque agora jazeria e repousaria; dormiria, e então haveria repouso para mim.

14. Com os reis e conselheiros da terra, que para si edificam casas nos lugares assolados,

15. Ou com os príncipes que possuem ouro, que enchem as suas casas de prata,

16. Ou como aborto oculto, não existiria; como as crianças que não viram a luz.

17. Ali os maus cessam de perturbar; e ali repousam os cansados.

18. Ali os presos juntamente repousam, e não ouvem a voz do exator.

19. Ali está o pequeno e o grande, e o servo livre de seu senhor.

20. Por que se dá luz ao miserável, e vida aos amargurados de ânimo?

21. Que esperam a morte, e ela não vem; e cavam em procura dela mais do que de tesouros ocultos;

22. Que de alegria saltam, e exultam, achando a sepultura?

23. Por que se dá luz ao homem, cujo caminho é oculto, e a quem Deus o encobriu?

24. Porque antes do meu pão vem o meu suspiro; e os meus gemidos se derramam como água.

25. Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu.

26. Nunca estive tranqüilo, nem sosseguei, nem repousei, mas veio sobre mim a perturbação.

Jó 4

1. Então respondeu Elifaz o temanita, e disse:

2. Se intentarmos falar-te, enfadar-te-ás? Mas quem poderia conter as palavras?

3. Eis que ensinaste a muitos, e tens fortalecido as mãos fracas.

4. As tuas palavras firmaram os que tropeçavam e os joelhos desfalecentes tens fortalecido.

5. Mas agora, que se trata de ti, te enfadas; e tocando-te a ti, te perturbas.

6. Porventura não é o teu temor de Deus a tua confiança, e a tua esperança a integridade dos teus caminhos?

7. Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?

8. Segundo eu tenho visto, os que lavram iniqüidade, e semeiam mal, segam o mesmo.

9. Com o hálito de Deus perecem; e com o sopro da sua ira se consomem.

10. O rugido do leão, e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos se quebram.

11. Perece o leão velho, porque não tem presa; e os filhos da leoa andam dispersos.

12. Uma coisa me foi trazida em segredo; e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela.

13. Entre pensamentos vindos de visões da noite, quando cai sobre os homens o sono profundo,

14. Sobrevieram-me o espanto e o tremor, e todos os meus ossos estremeceram.

15. Então um espírito passou por diante de mim; fez-me arrepiar os cabelos da minha carne.

16. Parou ele, porém não conheci a sua feição; um vulto estava diante dos meus olhos; houve silêncio, e ouvi uma voz que dizia:

17. Seria porventura o homem mais justo do que Deus? Seria porventura o homem mais puro do que o seu Criador?

18. Eis que ele não confia nos seus servos e aos seus anjos atribui loucura;

19. Quanto menos àqueles que habitam em casas de lodo, cujo fundamento está no pó, e são esmagados como a traça!

20. Desde a manhã até à tarde são despedaçados; e eternamente perecem sem que disso se faça caso.

21. Porventura não passa com eles a sua excelência? Morrem, mas sem sabedoria.

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  • Da Redação 


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