Jovem encontra no esporte uma forma de lidar com a epilepsia
Para a medicina, o problema pode somente ser controlado, mas, pela fé, tudo é possível. Saiba mais
Katie Cooke (foto ao lado) é uma irlandesa de 19 anos e, desde os 9, convive com um sério problema de epilepsia crônica. Ela chega a ter 15 convulsões por dia e encontrou no esporte uma forma de tentar lidar com a situação.
Katie se tornou corredora profissional e, apesar de já ter ganho muitas provas importantes na sua categoria, enfrentar a doença ainda é uma tarefa complicada. Enquanto treina ou participa de uma competição, ela corre o risco de sofrer uma crise e logo precisar ser amparada. Para apoiá-la, o neurologista dela, Colin Doherty, decidiu correr ao lado da jovem, para socorrê-la, se necessário. A história foi divulgada pela BBC.
É preciso usar a fé
A determinação de Katie em se superar e não se deixar abater pela doença é maravilhosa, mas ela ainda sofre muito com a situação, algo que mudou na vida de Roberto Marino Calazans (foto abaixo), de 37 anos, que enfrentou o mesmo problema que a irlandesa.
Aos 6 anos de idade, ele foi diagnosticado com epilepsia, por meio de um exame de eletroencefalograma, após passar por uma crise convulsiva. “Os médicos disseram que não havia cura para a doença e que eu teria de tomar remédio para o resto da vida apenas para controlar as crises”, conta Roberto.
A vida dele mudou drasticamente. Além de lidar com a rotina de consultas, exames e se preocupar com remédios, ele também tinha outro medo a enfrentar, já que o epiléptico está sujeito a ter uma crise a qualquer momento. Dependendo
do local, ele corre até mesmo o risco de morte. Já pensou ter uma crise enquanto dirige?
“Uma das piores foi a primeira, quando desmaiei e caí de queixo no chão. Tive de ser socorrido e levei vários pontos. A vida só não era mais limitada porque eu não deixei de viver e não permiti que essa situação me dominasse, mas ficava aflito todo o tempo”, recorda.
Ele fez o tratamento médico por 15 anos, até chegar à Universal, aos 21 anos. Participando das correntes de cura e libertação, descobriu que poderia ser curado da epilepsia pela fé e lutou com todas as forças para alcançar a cura. “Orava, fazia votos, mas decidi, pela fé, parar de tomar os remédios. Nos primeiros exames, a doença ainda estava presente, os médicos disseram que deveria continuar tomando. Mas perseverei e, nos exames seguintes, não constava mais nada. Os médicos não conseguiram explica. Foi um verdadeiro milagre.”
Roberto está curado há 16 anos, nunca mais teve crises, nem sintomas da epilepsia. Atualmente, ele é pastor da Universal no estado do Paraná e ajuda outras pessoas a alcançarem a cura com o seu testemunho.
Fé inteligente
Vale destacar que, mesmo após decidir parar de tomar os remédios, o pastor Roberto voltou ao médico, até que a cura também fosse comprovada pela medicina. É importante sempre ter um acompanhamento médico e não agir somente pela emoção do momento, principalmente no que diz respeito à saúde. É preciso se cuidar e manter a fé.
Você também tem sofrido com algum problema de saúde que parece não ter solução? Participe das reuniões de cura e libertação que acontecem às terças e sextas-feiras em toda a Universal. Clique aqui para encontrar o templo mais próximo da sua casa.
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