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Notícias | 8 de julho de 2018 - 03:05


Já pensou em segmentar o seu negócio?

Veja o que você pode fazer para alavancar o seu empreendimento para um público específico

Escolher um grupo específico de consumidores, com necessidades semelhantes, pode ser uma boa opção de empreendimento. Isso se chama segmentação de mercado e tem sido muito utilizada por vários empresários nos últimos tempos. Em momentos de crise, essa estratégia oferece a chance de criar oportunidades interessantes tanto para quem investe quanto para o cliente. E, além disso, ainda pode gerar bons lucros, caso o produto ou a prestação de serviço sejam eficientes.

Conhecimento

Para Alexandre Giraldi Moreira, de 39 anos, consultor de negócios do Sebrae/SP, antes de escolher um nicho para atuar, é ideal que o empreendedor tenha conhecimento da área. “É importante analisar qual é o cenário do setor em que pretende atuar, as questões econômicas, mercadológicas, políticas, tecnológicas, sociais, ambientais e também conhecer a sua empresa e os produtos que pretende vender”, afirma.

Entendimento

O consultor ressalta ainda que é necessário entender o público que se quer atingir. “Com isso, você pode desenvolver até uma inovação dentro da segmentação de mercado e ter a capacidade de se diferenciar dos concorrentes, atendendo as necessidades de um segmento específico. Hoje, o consumidor tem cada vez menos tempo e está muito mais exigente quanto a aquilo que quer. Quem percebe isso vai ter muito mais informação sobre o gosto, o preço, o comportamento e pode segmentar até a forma de pagamento, oferecendo vantagens para esse consumidor. Quando você se especializa, acaba sendo reconhecido mais rapidamente por esse grupo específico”, explica Alexandre.

Tipos de segmentação

O consultor avalia que o empresário pode usar tipos diferentes de segmentação no seu negócio ou conjugar todas elas. “Na segmentação geográfica, por exemplo, você define o seu público de acordo com a região ou o país onde se encontra, dá uma atenção especial para as diferenças regionais e adapta seu produto a elas. Já com a segmentação psicográfica, você consegue decodificar elementos emocionais que influenciam na hora da compra, como a divisão dos clientes em grupos, de acordo com seu estilo de vida, atitudes, valores, hábitos e opiniões. Outro tipo de segmentação é a comportamental, que leva em consideração como os clientes se relacionam com a sua marca ou o seu serviço, onde compram e com qual frequência fazem isso. Todas elas podem ajudar a expandir o consumo de um produto”, salienta.

Começo

A empresária Elimar Viana Pereira, de 58 anos, começou a empreender na área vegana para ajudar a filha. “Eu já tinha uma loja de serigrafia na Galeria do Rock, no centro de São Paulo, e surgiu a oportunidade de alugar mais uma sala para que minha filha vendesse as camisetas com frases ativistas que fazia. Resolvi arriscar por um tempo e consegui manter a loja. O público foi crescendo e percebi que também poderia vender cosméticos e produtos de higiene que não tivessem origem animal nem fizessem experiências com bichos para atender à clientela vegana”, conta.

Desenvolvimento

Elimar diz que na época que começou não havia quase ninguém nesse setor. “Não sabia se daria certo, mas já são 12 anos nessa atividade. Hoje, além de produtos de higiene e alimentos veganos, vendo livros de nutrição nessa área e que mostram como manter uma alimentação equilibrada. O local aos poucos conquistou um público fiel, se tornou um ponto de encontro de veganos e ajudou a criar um círculo de amizades em que pessoas podem trocar informações sobre o assunto”, revela.

Percepção

Na opinião do consultor do Sebrae/SP, a empresária conseguiu perceber um nicho de mercado e as demandas desse público. “Esse entendimento em relação ao seu cliente e aos desejos declarados e ocultos que ele tem são fundamentais. É sempre importante atender novas necessidades dos seus clientes, o que pode resultar em aumento de faturamento”, argumenta.

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  • Por Eduardo Prestes / Foto: Fotolia / Arte: Eder Santos  


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