Imunidade tributária para igrejas: o verdadeiro valor do trabalho social

Quem assumiria a conta se o amparo espiritual e social acabasse amanhã?

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Críticos atacam frequentemente a proposta que estende a imunidade tributária para igrejas na aquisição de bens e serviços. O argumento repetido é previsível: “todos deveriam pagar impostos”. No entanto, o debate real vai muito além da arrecadação, visto que o trabalho das instituições religiosas alivia diretamente os cofres do Estado.

O quadro geral

A Constituição Federal prevê esse direito para assegurar a liberdade de culto e impedir a interferência estatal nos templos. Portanto, não se trata de privilégio ou benefício financeiro individual para pastores, por exemplo, mas sim de uma garantia para a sobrevivência da fé em todo o território nacional.

A realidade dos fatos

O que aconteceria se os inúmeros projetos sociais liderados pelas instituições religiosas deixassem de existir da noite para o dia? De fato, o poder público demonstra uma incapacidade crônica de atender plenamente as periferias e as populações vulneráveis.

As instituições realizam diariamente:

  • Distribuição contínua de alimentos e roupas;
  • Apoio emocional contra a depressão e o suicídio;
  • Cursos profissionais gratuitos;
  • Visitas assíduas a presídios e hospitais;
  • Socorro imediato em calamidades e tragédias climáticas.

O caso da Universal

A Igreja Universal lidera esse ecossistema com programas estruturados como Unisocial, Depressão Tem Cura, Força Jovem Universal, Universal nos Presídios e Anjos da Madrugada, por exemplo. Confira algumas das ações clicando aqui.

Em um recente programa “Fala Que Eu Te Escuto”, exibido nas madrugadas da Record, testemunhos provaram que a fé transforma o caráter, resgata dependentes químicos e reduz a criminalidade onde o Estado é ausente.

Assista à programação completa clicando aqui.

O custo invisível

Economistas alertam que o governo gastaria bilhões para tentar substituir o atendimento acolhedor e humanitário dos voluntários. Desse modo, a aprovação da PEC 5/2023 no Senado é urgente, pois desonera o consumo das igrejas e permite ampliar esse socorro essencial aos que mais sofrem.

Conclusão

O governo gastaria cifras astronômicas se decidisse assumir essa responsabilidade, pois desonerar o consumo das igrejas significa acelerar o socorro aos que mais precisam.

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Colaborador

Da Redação / Foto: iStock