Guerra tecnológica: drones e inteligência artificial mudam cenário dos conflitos

Confronto entre Estados Unidos e Irã revela o avanço das armas autônomas e alerta sobre o risco da tecnologia nas guerras

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O Oriente Médio está no centro das tensões internacionais após os ataques dos Estados Unidos contra o Irã, que iniciou no final de fevereiro deste ano. O último confronto entre os dois países havia ocorrido em junho de 2025.

No entanto, esta não é uma guerra convencional, devido à utilização de drones e inteligência artificial nas operações militares americanas contra o Irã, evidenciando uma mudança significativa na forma como os conflitos estão sendo travados atualmente.

Esse novo armamento de guerra é chamado de LUCAS, sigla em inglês para sistema de ataque e combate autônomo de baixo custo, ou drones Kamikaze, uma inovação desenvolvida pelos EUA.

Guiados por satélites, esses equipamentos são capazes de voar por horas. Cada unidade pesa cerca de 80 kg e carrega aproximadamente 18 kg de explosivos. Além disso, possuem cerca de três metros de comprimento e um custo relativamente baixo, a partir de 2 mil dólares.

Outro destaque no arsenal utilizado são os bombardeiros B-2, aeronaves que possuem asas em formato semelhante ao de um morcego. A força dessas aeronaves vem de quatro motores. O seu valor é estimado em cerca de 1 bilhão de dólares.

Com alcance intercontinental, o B-2 é considerado um dos equipamentos mais modernos do arsenal aéreo americano, projetado para missões estratégicas de alta precisão.

A guerra moderna  

Em uma reportagem exibida no programa Domingo Espetacular, especialistas ressaltaram que os drones representam uma das grandes novidades da guerra moderna. Isso porque a tecnologia favorece maior velocidade nos ataques e oferece uma vantagem estratégica importante no campo de batalha. 

Nesse contexto, os militares utilizam a inteligência artificial em diferentes frentes, como na coleta e análise de dados, na identificação de alvos e também na definição das melhores possibilidades de ataque.

Assim, diante desse cenário, os países tendem a desenvolver cada vez mais aparatos tecnológicos como esses. Dessa forma, as nações passam a adotar uma estratégia militar que prioriza a tecnologia de ponta. Como consequência, os exércitos podem deixar as tradicionais invasões terrestres em segundo plano nas futuras operações de guerra.

Assista à reportagem completa:

O perigo do avanço da tecnologia militar 

Dados divulgados pelo Instituto Internacional para Estudos Estratégicos mostraram que os países somaram cerca de 2,7 trilhões de dólares em gastos militares em 2025, a maior cifra registrada desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O número evidencia o aumento dos investimentos em armamentos e tecnologia bélica em diversas partes do mundo.

O avanço acelerado dessas tecnologias tem gerado preocupação internacional. Durante a reunião de 2024 da Arms Control Association, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou que o crescimento da inteligência artificial no setor militar pode aumentar o risco de uma guerra nuclear. 

O que a Bíblia já revelava sobre as guerras 

No livro A Terra Vai Pegar Fogo, o Bispo Renato Cardoso comenta que as guerras sempre existiram ao longo da história da humanidade. Contudo, segundo ele, nada se comparará ao que o mundo enfrentará durante o governo do anticristo, após o arrebatamento. 

De acordo com o autor, o desenvolvimento tecnológico atual tem equipado as nações com sistemas capazes de provocar uma destruição jamais vista. Ao mesmo tempo, grandes potências mundiais continuam investindo altos valores em inteligência artificial para ampliar seus arsenais bélicos. 

Ainda no livro, o Bispo menciona o cavaleiro vermelho do Apocalipse, cuja cor simboliza o sangue que será derramado por meio das guerras durante o período da grande tribulação na Terra. Segundo ele, as bombas atômicas — frequentemente mencionadas em discussões sobre conflitos globais — se encaixam nas descrições bíblicas de destruição associadas a esse período. 

“Certamente, o saldo de uma próxima guerra mundial será apocalíptico… a mensagem de coexistência dará lugar à luta pela sobrevivência… e as pessoas matarão umas às outras, sem nenhuma hesitação. Dura será a realidade dos que ficarem após o arrebatamento”, finaliza. 

Vá mais fundo:

  • Por fim, adquira o livro “A Terra Vai Pegar Fogo“, de autoria do Bispo Renato Cardoso. E descubra detalhes sobre o Apocalipse.
  • Participe da “Vigília pela sua Alma”, aos domingos, às 18h, no Templo de Salomão.
  • Leia matérias sobre o Fim do Tempos no Portal.
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Colaborador

Sabrina Rodrigues / Foto: iStock