Rede aleluia
“Eu tratava Deus como amante”
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
GaranhunsRecife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCaraguatatubaCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
Baln. CamboriúBlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 18 de Setembro de 2022 - 00:05


“Eu tratava Deus como amante”

Saiba o quanto Adja sofreu até assumir um compromisso verdadeiro com o Altíssimo

“Eu tratava Deus como amante”

Adja, de 37 anos, descreve que quando chegou à Universal sua família estava completamente destruída: “minha família era composta de quatro pessoas. Eu morava com minha mãe e meus irmãos. Minha mãe era alcoólatra, o que trazia muito sofrimento para nossa família, visto que ela não tinha condições de cuidar de nós. Eu me sentia muito angustiada, com medo, vazia e desprezada por ela. Eu via vultos e ouvia vozes. Com isso, eu tinha medo de ficar sozinha”, detalha.

Vendo tanto sofrimento, uma vizinha dela a convidou para ir à Universal. “Depois de ir, logo na primeira vez, pude dormir, sendo que antes eu tinha problemas de insônia”, relata.

Adja se sentiu tão bem que se entregou ao Senhor Jesus. Essa entrega, porém, não durou. Essa entrega se transformou em orações mecânicas que ela fazia apenas na Igreja.

O mundo começou a chamar sua atenção e ela se afastou da Presença de Deus. Então, ela começou a ir a festas e baladas com os amigos. “Eu queria conhecer o mundo. Quando completei 18 anos, comecei a me prostituir, a ir a bares e procurava preencher o meu vazio. Inicialmente, senti que estava me libertando de algo, mas sair da Presença de Deus foi a pior decisão que já tomei em toda a minha vida”, afirma.

No início, ela não sentia medo nem falta de Deus, mas viveu um relacionamento abusivo e com agressões. “Ele escolhia até mesmo as roupas que eu usaria e os sapatos que eu calçaria.” Adja queria terminar o namoro para se livrar dessa situação, mas isso poderia custar sua vida, uma vez que seu namorado a ameaçava e dizia que se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém. “Tive medo. Eu sabia que se morresse perderia minha Salvação. Falei para Deus: ‘se o Senhor me tirar dessa condição, eu volto para a Sua Presença’”, conta.

Adja decidiu ir à Universal pedir ajuda e a recebeu. Assim que se entregou a Deus, ela foi batizada, teve um reencontro com Deus e recebeu o Espírito Santo. “Antes, eu tratava Deus como amante: quando acontecia algum problema eu pedia ajuda para Ele, mas dessa vez resolvi me entregar de fato”, revela. A partir daí sua vida mudou completamente. Ela se libertou daquele namoro e hoje tem paz e vive um relacionamento verdadeiro com Deus.


“Eu tratava Deus como amante”
  • Kaline Tascin / Foto: reprodução 


reportar erro