Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 26 de novembro de 2018 - 10:17


"Eu sentia vontade de matar as pessoas"

A imagem de inabalável de Peterson Camargo, na verdade, era uma capa que escondia as raízes de uma vida amargurada

O empresário Peterson Camargo, de 36 anos (foto acima), teve parte de sua trajetória marcada pelo nervosismo. “Eu era naturalmente uma pessoa mal-humorada, gostava de discussões, não era educado nem tinha respeito com os outros, vivia muito irritado, falava palavrão, não tinha vergonha de me expor e ainda gritava. Isso dificultava o convívio em todos os ambientes e me afastava das pessoas,” descreve.
Passado
Peterson morava em Bauru, no interior de São Paulo. Lá, passou a infância de forma tranquila, mas na adolescência as coisas mudaram. Ele narra: “meu pai foi embora de casa e nos deixou endividados. Minha mãe estava doente, acabamos falidos, sem um rumo e passamos necessidade. Sempre fomos produtores rurais. Tivemos que pagar os compromissos e assumir toda a responsabilidade de levar o negócio para a frente, mas não tínhamos experiência administrativa. Isso nos levou a ter mais dificuldades e não foi fácil sair da falência”.
Por causa dos problemas financeiros, ele se tornou uma pessoa amargurada. “Eu era um homem rancoroso, um possível psicopata, cheio de dúvidas, de orgulho e somente desejava o mal. Tinha vontade de matar as pessoas, eu era odioso.” Por causa disso, sua mãe acabou ficando depressiva. “Ela chegou a ponto de fazer as necessidades fisiológicas em cima da cama”, se recorda.
Mudança
A avó de Peterson já frequentava a Universal e o convidou para participar das reuniões. Ele foi. Na época, os encontros não eram realizados em uma Igreja, mas em uma residência “Lá ouvi que todos os problemas poderiam ser solucionados. Acreditei e coloquei em prática os ensinamentos que ouvia. Fui deixando o homem antigo e me transformando em alguém melhor.”
Ao olhar para trás, ele percebe as mudanças que aconteceram em sua vida. Há 14 anos na Universal, ele está livre das dores do passado e pode comemorar seu presente. “Sou realizado, casado com uma mulher fantástica, tenho meus negócios. Ainda existem lutas, mas vencemos todas até aqui porque existe a certeza de que tudo vai se concretizar. Acima de tudo, tenho o Espírito Santo, que é meu maior tesouro”, conclui.


  • Flavia Francellino / Foto: Cedida 


reportar erro