“Eu nunca colocaria os meus pés na Universal. Nem morta”

Aline Capone se sentia muito triste e desejava morrer. As fake news retardaram a mudança em sua vida

Imagem de capa - “Eu nunca colocaria os meus pés na Universal. Nem morta”

A professora Aline Capone, de 37 anos, conta que tinha um preconceito muito grande contra a Universal por acreditar em boatos que circulam nos meios de comunicação. Ela cresceu ouvindo que o Bispo Edir Macedo induz as pessoas a darem dinheiro à Igreja e, em consequência disso, ficam sem nada. Ela foi condicionada a crer que os pastores aprendem a extorquir as pessoas. “Esse preconceito me fazia ter uma repulsa muito grande. Eu dizia que nunca colocaria os meus pés na Universal. Nem morta”, revela.

Além disso, Aline também sentia tristeza e um grande vazio interior. Felicidade era um sentimento inexistente para ela, apesar de ela estar sempre cercada de amigos. “Eu sentia desejo de suicídio, mas nunca tentei, visto que tinha medo da morte. Tive uma perda severa de cabelos e passei por acompanhamento psicológico”, relata. Os medicamentos receitados, em vez de ajudarem, a deixavam dopada e fraca.

Outra área de infelicidade para ela era a amorosa, já que ela nutria uma grande insegurança em relação a si mesma. “Eu não estava feliz, sempre estava mal e acabava sozinha”, declara.

Vencendo o preconceito
Aline frequentou igrejas católicas e centros espíritas, mas resistiu a participar de uma reunião da Universal ao ser convidada por dois amigos que viam sua triste situação. Ela afirma como conseguiu mudar: “o meu preconceito não queria que eu fosse e resisti. Contudo, mesmo assim, eu fui. Quando entrei na Universal pela primeira vez, senti paz e continuei frequentando as reuniões, mesmo sem que ninguém me convidasse de novo”.

Ela passou a confiar em Deus da maneira como lhe fora apresentado ali e passou a buscar por sua vida e sua libertação. “Quando eu ouvi falar do Espírito Santo, me desafiei a recebê-Lo porque eu sabia que era importante ter o Espírito de Deus em mim”, ressalta. Hoje, ela é realizada em todas as áreas de sua vida.

“Jesus não mudou, mas transformou a minha vida em cada detalhe”, finaliza.

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Autor

Kaline Tascin / Foto: Reprodução