“Eu não aceitei fazer parte de uma estatística”
O diagnóstico de câncer de mama fez Denieusa dos Santos aplicar sua fé ao lutar contra a doença. Saiba como ela fez isso para reverter o grave quadro de saúde
As mulheres são as mais preocupadas quando o assunto é saúde. Essa foi a conclusão de uma pesquisa realizada pelo Sistema de Informação Ambulatorial (SAI) do Sistema Único de Saúde (SUS). E não é para menos: vários exames são recomendados para o público feminino e eles aumentam com o avanço da idade. Entre eles estão mamografia, ultrassom mamário e até mesmo o exame individual de toque, muito divulgado em campanhas relacionadas à saúde pública da mulher.

Foi justamente em um autoexame que, em 2015, a empresária Denieusa Oliveira Santana dos Santos, hoje com 54 anos, identificou algo diferente em seu seio. “Inicialmente, descobri um carocinho do tamanho de um grão de arroz. Apesar de pequeno, ele me incomodava e, por isso, fui ao médico e fiz um ultrassom. O resultado foi de cisto oleoso (que é benigno), mas em quatro meses ele passou de quatro milímetros para dez centímetros”, detalha.
Naquela altura, os sintomas também evoluíram. Desconforto e dores passaram a ser comuns. “Procurei uma mastologista e fiz inúmeros exames. Quando recebi o resultado, me lembro que no consultório tinha uma psicóloga, a mastologista, uma assistente social e um oncologista. Eles se reuniram para dizer que eu tinha um tumor maligno”, relata.
Reação inesperada
Enquanto a médica explicava qual era seu estado de saúde, Denieusa ouvia de forma tranquila e isso chamou a atenção dos profissionais presentes.

“Em vários momentos, ela parava e me perguntava se eu estava entendendo e eu respondia que sim. Ela falava mais um pouco e me perguntava de novo. Ela achou que a minha reação seria outra, mas eu fiquei firme mesmo ouvindo que meu quadro era de metástase e que eu tinha que começar o tratamento imediatamente”, conta.
Ela virou paciente da noite para o dia, mas dentro dela existia a fé no sobrenatural. “A única coisa que eu disse era que eu tinha certeza de que, da mesma forma que o caroço apareceu, ele desapareceria. Isso porque eu já conhecia o poder do Altar. Essa certeza fez toda a diferença, porque quem recebe um diagnóstico desse é como receber um atestado de óbito, mas eu tinha a fé”, afirma Denieusa.
Com o corpo debilitado, mas a fé fortalecida
Assim, ela começou o tratamento médico, que consistia em quimioterapia e radioterapia. “Eu ouvia o médico, mas não aceitei fazer parte das estatísticas. Ele deixou claro todas as limitações que o quadro impunha, como não sair de casa. Mesmo assim, eu decidi fazer também o tratamento da fé e estava todos os domingos e às terças-feiras lutando pela minha saúde nas correntes da Universal”, revela.

Os cabelos caíram e o corpo ficou debilitado, mas a fé estava em alta: “eu usava a água consagrada de manhã e de noite dormia com o lencinho consagrado”.
Superar esse período não foi fácil, afinal poderia ter ocorrido uma guerra espiritual relacionada às dúvidas, que sempre desafiam a força da fé.
“Quando me deparei com o diagnóstico, ou eu acreditava que seria curada ou me entregava para a morte. Eu preferi crer no Altar. Se eu tivesse aceitado aquelas palavras, eu estaria morta, porque o diagnóstico e o tratamento são pesados. Mas o que me fez superar o câncer foi a minha vida com Deus. Eu tinha certeza de que o Deus que me curou no passado ainda era o mesmo. Ele me deu forças por meio do Espírito Santo”, diz.
Denieusa classifica o resultado da fé colocada em prática como “maravilhoso e extraordinário”. Vinte dias depois de realizar a primeira sessão de quimioterapia o oncologista já verificou uma diferença no tumor “e eu determinei o seguinte: ‘quando eu chegar na próxima consulta, o senhor vai se surpreender com o resultado’. Ele sorriu e duvidou, mas 30 dias depois ele não achou mais o tumor. Concluí o tratamento sem precisar retirar a mama. Hoje estou curada e, segundo o próprio médico, sem chance de a doença voltar. Estou certa de que, se não fosse pela minha fé, eu não estaria aqui”, reforça.
Ao falar sobre o Altar, Denieusa é taxativa: “Ele não falha. A resposta dEle é certeira”.
Atitude de Fé
O Bispo Misael Silva, responsável pela Corrente dos 70 (que é destinado à cura por meio da fé) no Templo de Salomão, reforça a importância da reação diante de uma situação como a vivida por Denieusa: “ela tinha a opção de se desesperar, mas optou por apresentar a Deus sua situação e esperar a resposta dEle. O tratamento da fé, aliado à medicina, não permitiu que ela figurasse nas estatísticas de mortes por câncer e a colocou no índice daqueles que superaram a enfermidade sem sequelas”.
Todos os que enfrentam uma batalha contra a enfermidade ou têm um familiar nessa situação podem encontrar uma direção na Corrente dos 70, reunião que acontece todas as terças-feiras, na Universal. No Templo de Salomão, em São Paulo, os horários são às 10h,15h e 20h. Você também pode participar em uma Universal mais próxima de sua casa.
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