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Notícias | 25 de Julho de 2021 - 00:05


“Eu batia a cabeça na parede e arrancava meus próprios cabelos”

Na tentativa de preencher seu vazio interior, Beatriz de Borba Tomaz vivia uma vida dupla, mas só encontrou a paz quando passou a obedecer à Palavra de Deus

“Eu batia a cabeça na parede e arrancava meus  próprios cabelos”

A consciência é um verdadeiro termômetro. Ela nos avisa quando algo está errado, mas há quem tente esconder sua verdadeira face vivendo em duas realidades. Era assim que Beatriz de Borba Tomaz, de 22 anos, vivia. “Eu era uma pessoa para a minha mãe e outra para os outros”, diz.

Beatriz conta que desde a infância sofria com problemas espirituais, mas se libertou depois de participar de reuniões na Universal com seus avós. Contudo, aos 10 anos, ela começou a se comparar com as amigas da escola e surgiu a curiosidade pelas festas. “Apesar de ir à igreja e ter bom comportamento, dentro de mim eu pensava: ‘por que eu não posso fazer o que as minhas amigas fazem?’ Até que aos 15 anos comecei a conhecer as coisas do mundo: eu ia a festas e passava o final de semana na casa de amigas. Ficávamos a noite inteira dançando no meio de pessoas e bebendo.”

Cercada pelas amizades, Beatriz foi absorvendo o que acontecia ao seu redor e era guiada pela vontade de ser popular na escola, até que uma de suas amigas passou a ser algo mais. “Eu ia para a casa dela e lá ela me mostrou filmes pornográficos. No começo eu não entendia, aí ela começou a me explicar as coisas, a me ensinar e fomos nos envolvendo”, relata. A rotina dela passou a se dividir entre a escola e a casa da amiga. “Nós até andávamos de mãos dadas. As pessoas achavam muito natural e muito bonitinho.”

Beatriz afirma que, com o passar do tempo, sua consciência começou a apontar que algo estava errado e ela se afastou da amiga, mas o relacionamento só acabou quando ela se mudou de cidade. Apesar de não conhecer ninguém no novo lugar, seu comportamento e pensamentos eram os mesmos: “eu queria ser popular e ir às festinhas. Então comecei a usar roupas curtas para que as pessoas me notassem. Mudei várias vezes de bairro e em cada lugar que eu passava me envolvia com pessoas piores”.

A jovem diz que gostava de desafios e estava sempre envolvida em brigas, principalmente porque se aproximava de rapazes comprometidos. Segundo ela, suas escolhas tinham um propósito: preencher seu interior. Contudo, apesar de estar cercada por pessoas, o vazio permanecia. Beatriz passou, então, a buscar formas de calar a dor na alma com a dor física. “Eu deixava as minhas unhas grandes e começava a apertar muito o meu pulso, como se fosse furá-lo. Eu batia a cabeça na parede e arrancava meus próprios cabelos.”

O convite da fé
Uma obreira costumava convidar Beatriz e sua mãe para participarem das reuniões na Universal. Elas até iam, mas não perseveravam e, por isso, nada acontecia. Até que Beatriz cansou de carregar seus problemas internos e tomou uma decisão: “vi que precisava me entregar, senão perderia a oportunidade e iria para o inferno. Então resolvi que me entregaria”.

Ela destaca que a primeira luta foi travada dentro de si mesma. “Entrei para a Força Jovem Universal, me batizei nas águas e comecei a entender mais de Deus e a buscá-Lo. Assim, recebi o Espírito Santo e minha natureza foi transformada”, diz.

Atualmente, Beatriz garante que se sente feliz, completa e realizada. “Hoje eu não preciso mais usar as pessoas, não preciso de festas para me sentir bem nem tenho mais aquele vazio. Me casei com um homem da fé e hoje falo do Senhor Jesus para as pessoas com as quais eu saía antes”, finaliza.


“Eu batia a cabeça na parede e arrancava meus  próprios cabelos”
  • Cinthia Cardoso - Fotos: Cedidas 


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