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Notícias | 26 de Setembro de 2021 - 00:05


“Eram gritos horríveis. Ele não falava e não reconhecia ninguém”

Pela fé de seus pais, Pablo foi salvo de um grave acidente

“Eram gritos horríveis. Ele não falava e não reconhecia ninguém”

No Rio de Janeiro mora o jovem Carlos Pablo Santana da Silva Cardoso, de 18 anos. No dia 6 de junho de 2021, em uma folga do emprego como mototaxista, uma colega pediu para que ele a levasse a uma farmácia próxima. Ele aceitou. Entretanto, erroneamente, eles foram sem usar capacete.

No caminho, um motorista desatento saiu de uma rua paralela e avançou com o carro para a avenida principal, colidindo com a moto de Pablo. Vídeos de testemunhas mostram a gravidade dos ferimentos do jovem, que sangrava pelos ouvidos.

O pai de Pablo, o motorista de transportes hospitalares Carlos Augusto da Silva Cardoso, de 37 anos, conta que voltava para casa quando recebeu a notícia: “Eu estava em uma reunião da Universal quando o acidente aconteceu, então meu celular estava em modo silencioso. Só fui saber quando cheguei ao local, uma rua por onde passo para ir pra casa. A ambulância já o havia levado. Os amigos dele ainda estavam lá, incrédulos. Eles me falaram que o acidente tinha sido com meu filho. Em choque, fui direto ao hospital”.

A mãe de Pablo, a gari Flávia dos Santos Santana, de 37 anos, conta que, a princípio, não acreditou quando a avisaram sobre o que havia ocorrido. Mesmo assim, ela foi até o local e viu o filho no chão, desacordado e ensanguentado.

“Foi horrível. Como cheguei antes do resgate, vi toda aquela cena desesperadora. Quando ele deu entrada no hospital, nos avisaram que seu caso era extremamente grave e que o risco de morte era grande. Só conseguimos ver nosso filho depois de dez dias. Durante todo esse tempo, não tivemos muitas informações. A única coisa que nos era passada era que seu estado era grave, porém estável”, lembra Flávia.

Após cinco dias internada, a amiga a quem Pablo dava carona recebeu alta, mas o rapaz ainda lutava pela vida.

O impossível para os homens é a especialidade de Deus
Pela falta do capacete, a pancada na cabeça de Pablo foi de grande impacto. Além de múltiplas fraturas no crânio, os médicos informaram que ele ficaria com sequelas cerebrais, correndo o risco de não voltar a falar e andar.

“O médico disse que o cérebro do nosso filho chegou a chacoalhar dentro da cabeça e que, quando isso acontece, é muito raro a pessoa voltar ao estado normal. Uma cirurgia naquele momento era inviável, devido às múltiplas fraturas no crânio. O médico garantiu que não havia mais o que fazer por ele”, conta Carlos.

A angústia da família foi ainda maior quando, após dez dias de internação, Pablo pôde receber visitas. Naquele momento, seus pais perceberam seu real estado. Flávia conta: “Na enfermaria, depois de duas semanas, eu pude ficar com ele. Foi assustador, passei noites em claro, pois ele gritava a noite inteira. Eram gritos horríveis. Ele não falava e não reconhecia ninguém. Mas mantivemos a nossa fé de que ele sairia daquele estado e começamos nossos propósitos e orações”.

O casal relata que se uniu em oração e passou a levar a água consagrada aos domingos, na Universal, em favor da cura dos enfermos, para o filho no hospital. “Desde que meu filho deu entrada no hospital, eu determinei que ele fosse curado”, afirma Carlos. “Todos os dias, eu passava a água do tratamento nos lábios dele e jogava em volta do leito. Eu me ajoelhava e orava, pedindo o milagre. Fizemos votos no Altar pela vida dele. Eu tinha, dentro de mim, a certeza de que ele iria sair daquela situação. Não sabia explicar como, só sabia que ele iria sair pelo agir de Deus”.

Flávia também se recorda dos momentos mais difíceis que viveu, nos quais a fé a sustentava: “a fé e a confiança em Deus nos deram forças. Seguimos crendo que Deus realizaria o impossível e que a resposta viria. E ela veio”.

Exatamente um mês após dar entrada no hospital, Pablo recebeu alta. Seu estado de saúde surpreendeu até mesmo a equipe médica, pois ele não tinha sequela alguma. Após passar por tudo isso, o jovem reconheceu o poder de Deus em sua vida, que agiu por meio da intercessão de seus pais, e passou a frequentar a Universal.

A família segue unida na fé.

O milagre é para todos
Todas as terças-feiras, na Universal, é realizada a corrente de Fé em favor da cura dos doentes. Se você está nessa situação ou tem um familiar enfermo, busque o milagre. O Bispo Misael Silva, responsável pelos encontros às 10h e às 20h, no Templo de Salomão, em São Paulo, esclarece que “mesmo que tenha acontecido uma situação que fugiu do controle, como um acidente, ou que você, ou um familiar, tenha recebido um decreto de morte no diagnóstico de uma doença, saiba que o tempo dos milagres não acabou. Venha. Desperte essa fé que faz o impossível acontecer”.

No Templo de Salomão, é realizado, às terças-feiras, o propósito do Corredor dos 70, um corredor humano formado por 70 homens de Deus, que oram e impõem as mãos determinando a cura das pessoas que passam por ele. Além das 10h e das 20h, os encontros acontecem às 15h. Compareça a este encontro de fé. Para outras localidades, encontre os endereços e saiba onde há uma Universal mais perto de sua casa.


“Eram gritos horríveis. Ele não falava e não reconhecia ninguém”
  • Kelly Lopes / Fotos: Mídia FJU Mangueira/ Rio de Janeiro 


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