Encontro Nacional dos Obreiros e a Troca das Bandeiras: veja como foram esses momentos especiais
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O Encontro Nacional dos Obreiros, ocorrido neste sábado, 1º de agosto, reuniu os servos no Templo de Salomão e em todo o Brasil para uma convocação de fé e alinhamento espiritual. O Bispo Adilson Silva conduziu o encontro às 18h, destacando a necessidade da autoavaliação sincera diante de Deus.
A verdade no íntimo
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O Bispo Adilson reforçou que Deus não é apenas o Pai da Verdade, mas a própria Verdade. Por isso, quem O serve precisa viver mergulhado na verdade. Ele explicou que Deus não vê como o homem vê, pois Ele avalia as intenções do coração. “Então, quem O serve, obrigatoriamente, tem que estar mergulhado na verdade”, enfatizou.
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Ele trouxe a passagem de Mateus 23:23-28 para demonstrar a indignação do Senhor Jesus contra a religiosidade e a hipocrisia dos escribas e fariseus.
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O Bispo lembrou que o Senhor Jesus não reprovava a prática do dízimo, mas sim o abandono da justiça, da misericórdia, da fé.
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Na sequência, ele citou Mateus 23:2-3, que retrata a importância de não se viver em hipocrisia espiritual, mas na prática da verdade.

Tal qual Laodiceia
Para enfatizar a ilusão de se estar bem externamente, o Bispo Adilson leu a repreensão feita à Igreja de Laodiceia:
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“Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (Apocalipse 3:17).
Deus vê tudo
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Então, o Bispo citou Provérbios 17:3 que confirma o fato de o Altíssimo sondar os corações das pessoas.
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Na sequência, explicou como a mágoa e o ódio guardados no coração corrompem o ser humano diante de Deus, ganhando o mesmo “peso” espiritual de um homicídio, por exemplo (1 João 3:15).
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O Bispo Adilson reforçou ainda que ninguém consegue escapar dos olhos de Deus: “E não há criatura alguma encoberta diante dEle; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos dAquele com quem temos de tratar” (Hebreus 4:13).

Não há quem sobreviva ao padrão Divino
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Citando a realidade da condição humana, o Bispo, igualmente, trouxe: “Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer” (Romanos 3:10).
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E concluiu ressaltando o desejo do Altíssimo: “Eis que [o Senhor] amas a verdade no íntimo, e no oculto me fazes conhecer a sabedoria” (Salmos 51:6).
Desse modo, Deus busca um relacionamento sincero, verdadeiro e fiel entre criatura e Criador.
Próximo encontro
Ao final da mensagem, o Bispo anunciou a campanha “Mês da Verdade no Íntimo” para agosto.

Consagração e a Troca das Bandeiras
Em seguida, o Bispo realizou a graduação e oração pelos novos colaboradores e obreiros de todo o país. Ele lembrou que Deus capacita Seus escolhidos durante as lutas e para que aprendam na prática.
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“Ninguém fica forte sem ter que colocar peso sobre os seus músculos. Assim é espiritualmente também; então, vocês estão começando. Lutas virão diversas, tentações, provações desertos, mas tudo vai servir para o seu bem, tudo vai cooperar para o seu bem”.

Por fim, os servos dirigiram-se à Esplanada do Templo de Salomão para o clamor do “Ide” e a solenidade da troca das bandeiras, encerrando o Encontro Nacional dos Obreiros em espírito de reverência.
Novos servos
O processo para atuação na Obra de Deus envolve etapas e muitos aprendizados.

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“Eu comecei no CPO [Curso Preparatório de Obreiros], em 2024. Tudo o que eu aprendi de lá para cá permitiu que eu chegasse à Colaboradora em 2025. Diante de tantas lutas e perseverando, Deus me mostrou que aqui é o meu lugar, onde Ele me escolheu”, conta Marcela Silva, de 32 anos (foto acima), especialista em Comunicação, da região de Guarulhos (Grande São Paulo).

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“Eu entrei no CPO há 2 anos. E foram momentos de lutas, dedicação, muito aprendizado. Chegar à graduação, hoje, foi um momento especial – principalmente, no ‘Ano do Ide’. Então, é um privilégio. Deus nos sustentou, nos trouxe até aqui. E este não é o ponto final; é o início da obra que Deus tem para as nossas vidas”, complementa Odair Júnior, de 44 anos (foto acima), administrador de empresas, da região de Osasco (Grande São Paulo).
A Troca das Bandeiras
Por fim, após o Encontro Nacional dos Obreiros, o Bispo Adilson Silva conduziu o clamor do “Ide” durante a substituição das bandeiras.
Antes de iniciar a cerimônia, o Bispo Adilson enfatizou a importância do momento e trouxe uma reflexão baseada no texto bíblico de Lucas 14:33.

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Três novas nações: o Bispo anunciou que a Igreja Universal alcançou novos territórios nos últimos anos. Por isso, a organização hasteou três novas bandeiras na Esplanada.
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O preço do “Ide”: o Bispo lembrou que a chegada da mensagem de fé a essas nações exige a entrega diária de homens e mulheres de Deus.
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“Nesses 50 anos, a Igreja chegou a todos esses lugares. Mas a que preço? O preço do sacrifício… Para que a Igreja esteja representada em todos esses países, muitos homens e mulheres de Deus, muitos casais estão fora do Brasil há décadas… Não há como a gente cumprir o ‘Ide’ sem que haja sacrifício”, disse o Bispo Adilson.

A cerimônia de hasteamento
Na sequência, o momento seguiu em tom de clamor e reverência:
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O louvor de entrega: o Bispo Adilson orientou todos os presentes a ficarem de frente para os mastros. Juntos, os Obreiros cantaram o hino “O Senhor da Ceifa Está Chamando”.
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A oração de consagração: em seguida, todos estenderam as mãos em direção às bandeiras. O Bispo apresentou a Deus a vida dos Missionários, Pastores, Bispos e Colaboradores espalhados pelo planeta.
Ao todo, 151 bandeiras foram hasteadas, representando os países onde a Universal atua. O momento também representou a continuidade da missão desenvolvida pela Igreja ao redor do mundo.
A saber, o clamor reafirmou o compromisso da Igreja Universal com a salvação de almas. Assim, a união e a fé dos servos continuam multiplicando os frutos do Reino de Deus em todo o mundo.
Assista ao vídeo abaixo:
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Ela participou da cerimônia da troca das Bandeiras
Jéssica da Silva, de 30 anos (foto abaixo), gestora de eventos, era uma entre dezenas de obreiros que hasteou uma das bandeiras. Segundo contou, esta oportunidade foi muito importante para ela, a deixando ‘sem palavras’. “Eu fiquei muito emocionada quando surgiu essa oportunidade. Eu fui pedindo a Deus para Ele me preparar…”, revelou.

E finalizou: “… quando chegou a hora de ficar em frente à bandeira e hastear, Deus estava falando comigo sobre o ‘Ide’, que temos de continuar, não podemos parar. ‘Atos’ [da Bíblia] ainda não terminou. Temos que continuar, e continuar… E [isso] nas coisas simples: nossos amigos, nossos vizinhos, nossos colegas de trabalho, até todas as nações, todas as pessoas receberem o Evangelho. Se você ainda não percebeu esse chamado, fale com Deus, porque é impossível a gente receber dEle algo tão grande e ficarmos parados. Não tem como. Temos que cumprir esse ‘Ide’.
Confira mais um momento abaixo:
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Por fim, você pode acompanhar como foram esses momentos especiais pelas redes sociais do Templo de Salomão e da Igreja Universal.
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