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Notícias | 28 de novembro de 2019 - 12:50


Empresa cristã vence na justiça, após ser acusada de discriminação

Tudo começou com um pedido de camisetas em favor da causa LGBT

A Hands On Originals é uma empresa que personaliza vestuários para eventos cristãos e escolas, localizada no Kentucky, nos Estados Unidos.

Entretanto, em 2012, ela recebeu um pedido inusitado por telefone. A Organização de Serviços para Gays e Lésbicas (GLSO, na sigla em inglês) solicitou uma remessa de camisetas estampadas para a promoção de uma marcha em favor da causa LGBT.

Entretanto, o proprietário, Blaine Adamson, disse que indicaria uma outra empresa para que o serviço pudesse ser feito.

Mesmo assim, a GLSO apresentou uma queixa na Comissão de Direitos Humanos do Condado de Lexington. A acusação era a de discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero.

Além disso, a GLSO iniciou uma campanha contra a empresa de Adamson, que provocou protestos e até ameaças de violência por telefone.

Um longo caso na Justiça

Por causa da acusação, a Comissão de Direitos Humanos determinou que Adamson imprimisse as camisetas e participasse de um “treinamento sobre diversidade”.

Contudo, a instituição Alliance Defending Freedom (ADF) apoiou Adamson e ele ganhou o caso em dois tribunais inferiores.

Leia também: Casal cristão é processado por se recusar a fazer um “bolo gay”

Todavia, a GLSO buscou recurso no Supremo Tribunal de Kentucky. Por unanimidade, o Supremo Tribunal decidiu que a GLSO não tinha o direito de processar Adamson.

“A Comissão de Direitos Humanos foi além de sua acusação de impedir a discriminação em acomodações públicas e, em vez disso, tentou obrigar a Hands On a se envolver em expressões com as quais discordava”, explicou o juiz David Buckingham, segundo o portal de notícias The Christian Post.

O desfecho da história

O caso se arrastou na Justiça até o dia 31 de outubro deste ano, quando Adamson recebeu a vitória na Suprema Corte.

Segundo a ADF, o principal ponto a favor de Adamson foi que a empresa recusou o pedido por causa da mensagem e não por causa da orientação sexual do cliente.


  • Daniel Cruz / Foto: Divulgação Alliance Defending Freedom (ADF) 


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