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Notícias | 3 de março de 2019 - 00:05


Eles arrombaram o automóvel na frente de policiais

Presos em regime semiaberto salvam bebê que estava dentro de veículo trancado

Um grupo de rapazes privados de liberdade realizava trabalhos para a comunidade, como parte da pena do regime semiaberto, em uma estrada da cidade próxima a New Port Richey, no Estado da Flórida, nos Estados Unidos, quando algo chamou a atenção deles e dos policiais.

Um homem pedia socorro em um estacionamento. Ele havia, por acidente, trancado o carro com as chaves dentro. Até aí nada demais, não fosse o fato de que dentro do automóvel estava a filha dele, a pequena Dallas, de 1 ano, dormindo em sua cadeirinha, no banco de trás.

As matérias sobre o assunto não deixam claro o motivo de o homem não ter quebrado algum vidro do carro, mas dizem que ele não tinha dinheiro para pagar um chaveiro ou um mecânico para abrir o veículo, tampouco para instalar um vidro novo.

Quando o grupo que trabalhava na estrada soube do que tinha acontecido, um dos presidiários perguntou ao policial se poderia ajudar, pois, em razão de seu histórico criminal, ele sabia abrir automóveis sem a chave e sem danificá-los. O policial autorizou e o rapaz e outros quatro presos foram a um centro comercial próximo buscar um cabide de arame e com ele abriram a porta.

A mãe de Dallas, Shadow, filmou o episódio com seu celular e postou o resgate no seu perfil do Facebook, que teve mais de 100 mil visualizações em um dia. A mãe, no vídeo, não se cansa de agradecer a cada um deles, além de mostrar o marido aliviado e feliz.

Entre os comentários no Facebook de Shadow, uma pessoa agradeceu a Deus pela vida daqueles presidiários, dizendo que os respeita muito pela ação praticada. O xerife Chris Nocco, responsável pela polícia local, disse: “esses homens sabem que tomaram decisões erradas no passado, mas estão prontos para mudar. Eles querem fazer a coisa certa”.

Quantos de nós, indignados diante de notícias de crimes, não caímos na tentação de pensar que os criminosos sejam incapazes de praticar boas ações? Muitos deles abandonam o mundo do crime e passam a levar a Palavra de Deus para outras pessoas que ainda estão atrás das grades. Prova disso é o trabalho realizado pelo grupo Universal nos Presídios, o UNP (confira mais informações na página 9).

Obviamente, eles têm que pagar pelos atos que cometeram, porém, mais do que lugar de punição, a cadeia deveria ser um local de recomeço.

Aqueles homens usaram o aprendizado no mundo do crime para praticar boa ação. Se a atitude é tomada para o bem ou para o mal, eles agora entendem que é uma questão de escolha. E escolhas são feitas por nós diariamente.


  • Marcelo Rangel / Foto: Reprodução 


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