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Notícias | 2 de junho de 2019 - 00:05


Ela venceu uma trombose com isquemia cerebral

Lorene de Queiroz passou mal logo após voltar da lua de mel. Conheça a história da estudante que ficou curada e sem sequelas

Ela venceu uma trombose com isquemia cerebral

Em outubro de 2013, a estudante de ciências contábeis Lorene de Queiroz Silva, hoje com 28 anos, e o funcionário público Luiz Carlos Alves Cavalcante Junior, de 27, estavam felizes com a realização do casamento deles.

Três dias depois da cerimônia, ao voltar da viagem de lua de mel, Lorene sentiu uma forte dor de cabeça acompanhada de vômito. A dor persistiu e ela foi levada ao hospital pelo marido e por sua mãe, a cuidadora de idosos Carmem Regina de Queiroz, de 60 anos.

Ela piorou enquanto aguardava o atendimento médico, foi colocada em uma cadeira de rodas e não conseguia falar nem ficar de pé.

Depois de realizar uma ressonância magnética (exame de imagem abaixo), os médicos concluíram que Lorene teve uma trombose com isquemia cerebral. O problema decorreu de um coágulo que causou um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC). O caso dela, de acordo com os médicos, era gravíssimo. Ela foi internada imediatamente na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

A mãe de Lorene se recorda da dor que sentiu ao ver a filha (foto abaixo) naquela situação  e que as previsões médicas não eram nem um pouco animadoras. “Ela ficou 18 dias na UTI e não abriu os olhos por mais de um mês. Eu não me conformava em vê-la naquele estado, pois minha filha sempre foi saudável e tinha no máximo uma gripe. De uma hora para outra ela não se movia mais. O médico disse que ela ficaria em estado vegetativo”, conta Carmem.

Luiz, o esposo de Lorene, lembra que a princípio se sentiu perdido. “Minha esposa havia perdido as funções vitais e só se alimentava e fazia as necessidades fisiológicas por meio da sonda. Eu me perguntava por que Deus havia permitido aquilo”, diz.

A fé e o milagre
Luiz e Carmem já frequentavam a Universal e afirmam que se uniram e intensificaram as orações e o uso da fé depois do que aconteceu com Lorene. Eles apresentavam, aos domingos, uma garrafa com água para Deus, determinando que a jovem fosse curada por meio dela.

Carmem detalha como o líquido era usado: “como ela estava entubada, eu molhava um pedaço de algodão na água consagrada e passava nos lábios dela. Passava também em seu corpo e orava pedindo para que Deus fizesse um milagre. Meu genro também fazia o mesmo”.

Ao receber alta da UTI, Lorene foi levada para o quarto, mas estava com a memória comprometida: ela não reconhecia familiares nem objetos. A previsão médica era de que a jovem ficaria com sequelas significativas, mas a família não parou de lutar e se manteve firme na fé e nas orações. “Aprendi na Universal que, independentemente da situação, o justo vive pela fé e, por isso, parei de perguntar por que aquilo estava acontecendo e passei a perguntar para quê tinha ocorrido. Então, acreditei no milagre e que no tempo de Deus ele aconteceria”, esclarece Luiz.

Perseverando no tratamento da fé com a água consagrada e firme nas orações, Carmem e Luiz acompanharam a recuperação de Lorene, que aconteceu aos poucos. Três meses depois, a jovem recebeu alta médica e deixou toda a equipe admirada, pois não ficou com nenhuma sequela.

Atualmente, Lorene vive normalmente e reconhece o poder da fé que a curou. “Minha vida é um milagre. Agradeço à minha família pela fé usada em meu favor. Hoje levo uma vida normal com uma rotina de estudos e trabalho. Me sinto melhor do que antes”, finaliza.

A família (foto à esquerda) afirma que continua usando a água do tratamento, apresentada para Deus aos domingos na Universal, determinando sempre a cura dos enfermos e a saúde dos que dela beberem.

A doença e suas complicações

Trombose é a formação de um coágulo sanguíneo, uma massa semissólida de sangue dentro dos vasos, que pode bloquear ou reduzir o fluxo de sangue. Essa coagulação em excesso pode provocar complicações graves, explica o médico hematologista Marcel Brunetto.

“Quando um coágulo sanguíneo se forma, pode ser estacionário, chamado de trombose, e bloquear o fluxo sanguíneo, além de causar dor e inchaço na região. Caso ele se solte, ocasiona a chamada embolia, que pode se espalhar por várias partes do corpo (cérebro, pulmões, coração ou para outra área) e também levar a graves lesões”, pontuou.

A trombose pode atingir homens e mulheres. Na faixa etária de 20 a 40 anos a incidência é maior nas mulheres, por causa de maior exposição a fatores de risco, como anticoncepcionais e gestações.

O hematologista alerta que coágulos sanguíneos podem causar sintomas semelhantes aos de outras doenças e por isso podem ser necessários exames adicionais para descartar outras patologias.

O acompanhamento médico é fundamental. O tratamento destina-se a controlar os coágulos e desbloquear o fluxo sanguíneo para órgãos vitais.


Ela venceu uma trombose com isquemia cerebral
  • Kelly Lopes 


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