Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 21 de janeiro de 2020 - 11:24


Ela cuspia quando passava em frente à uma Igreja Universal

Até que uma programação na TV deu a oportunidade de Carmem encontrar uma nova vida. Entenda

A enfermeira aposentada Carmem Maria Justos, apesar de evangélica, ao mesmo tempo, era adepta de outras três religiões. Porém, nada mudava em sua vida.

Vivia em um lar destruído, não tinha paz no casamento e era oprimida por vícios. Além disso, não conseguia trabalhar por causa de uma depressão profunda que a deixava dependente de antidepressivos.

Contudo, mesmo se dizendo “evangélica”, Carmem nutria um ódio pela Igreja Universal, e, principalmente, por seu fundador Bispo Edir Macedo. Ela se gabava de que poderia ir em qualquer outra igreja menos à Universal. “Eu não gostava da igreja; tinha nojo de passar em frente e cuspia quando via escrito o nome ‘Igreja Universal’”, recorda.

As duas vozes

Pensamentos de morte eram constantes na vida de Carmem. Ela conta que certo dia ouviu uma voz lhe dizer para que fervesse uma panela com água, a derramasse no ouvido do marido e da filha, depois pegasse uma faca e se matasse, pois, ninguém gostava dela.

Mesmo assustada com aquele pensamento, pegou a faca. Porém, quando estava prestes a se cortar, ouviu uma voz lhe dizendo o contrário: “Não faça isso”.

Carmem lembra que olhou para os lados para ver quem era a pessoa que lhe falou isso, não viu ninguém, e voltou a encostar a faca em seu pulso.

E outra vez ela ouviu a mesma voz lhe dizendo para não fazer isso e que ligasse a televisão.

Ao ligar, estava na programação da Igreja Universal, só que Carmem achou ser de uma outra denominação.

Tudo o que o Pastor que apresentava o programa falava ia de encontro ao que ela estava vivendo. Ali começou um conflito de pensamentos. Ao mesmo tempo que vinha o pensamento para que ela não desse ouvidos ao que o Pastor falava e desse cabo da própria vida, outro pensamento a fazia prestar atenção naquelas palavras.

Até que o Pastor pediu que fosse colocado um copo com água em frente ao televisor para a oração. “Vou ver se o que você está falando é verdadeiro porque eu não aguento mais a vida que eu levo”, disse Carmem, em tom de desafio.

Então, após a oração, quando bebeu da água, o que ela sentiu foi inexplicável. Tanto que, imediatamente, pediu para o marido levá-la até aquela igreja achando que era uma outra denominação.

Mas ao  chegarem no endereço, para o espanto de Carmem, era uma Igreja Universal.

Saiba o que aconteceu assistindo a história dela completa no vídeo abaixo:

Dando ouvidos à Voz certa

Há muitos pensamentos e muitas vozes, mas só uma é superior a todas: a Voz de Deus. Ela se distingue porque traz paz.

Mas para que essa paz seja completa é necessário obedecer ao que Ele diz.

Participe de uma das reuniões na Universal, que acontecem diariamente e em diversos horários. Procure o endereço do templo mais perto de você, clicando aqui.


  • Núbia Onara / Foto: Reprodução 


reportar erro