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Notícias | 16 de setembro de 2019 - 13:49


Ela aparentava ser forte, mas era uma farsa

Anna Adrielly Nascimento sentiu até na alma a dor das overdoses e das mutilações

Anna Adrielly Diniz Nascimento, (foto abaixo) de 23 anos, começou a consumir maconha e cocaína na escola aos 16 anos. Na mesma época, ela passou a frequentar bailes funk de quinta-feira a domingo. Por meio deles, começou a se relacionar com um traficante. “Fomos morar juntos. Ele me agredia, me deixava sozinha em casa e me traía. Decidi deixá-lo e voltar para a casa do meu pai”, conta a jovem que, naquela ocasião, já estava viciada em vários tipos de drogas além da maconha e da cocaína, como haxixe, LSD, êxtase e lança-perfume.

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Anna teve várias overdoses. Ela diz que depois de consumir drogas se sentia mal. “O pior dia da minha vida foi quando me convidaram para uma festa. Me droguei muito e tive relações sexuais com vários homens. Passei horas tomando banho e a sensação era de que aquela sujeira não saía de mim. Chorei de desespero.”

Esse tormento era constante. Ela não dormia à noite, pois via vultos e ouvia vozes. Por vezes, quando estava sozinha em casa, sentia a presença de um homem. “Sentia alguém tendo relação comigo, mas não tinha ninguém ali. Vivi um verdadeiro inferno.”

HISTÓRICO
A adolescência conturbada resultou em vários problemas internos. “Me sentia podre, suja, vazia, chorava muito e cheguei a me automutilar: cortava braços e pernas para tentar tirar a dor que carregava dentro de mim.” Ela tentava mascarar o que vivia. “Aparentava ser forte, embora fosse fraca.” Anna também carregava muita culpa por ter crescido vendo brigas em casa e pela separação dos pais.

AMIGA DE VERDADE
A fé mostrou a Anna que com Deus ela poderia tirar força de sua fraqueza. Isso aconteceu em 2016, por meio de uma amiga que a levou à Universal. “Fui em um domingo a um encontro da Força Jovem Universal. Minha amiga sentou comigo e me abri com ela. Ela pediu para que eu fosse sincera com Deus da mesma maneira que estava sendo com ela. Então, em uma quarta-feira, contei para Deus o que nunca tinha falado para ninguém, me esvaziei de mim e naquele momento Ele me encheu”, descreve.

Hoje, Anna está livre dos vícios, complexos e traumas. “Dentro do meu ser existe paz. Hoje sou feliz de verdade”, conclui.


  • Flavia Francellino / Fotos: Cedidas 


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