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Notícias | 22 de março de 2020 - 00:05


E se algo pudesse contrariar a palavra de morte?

Pessoas que viram o impossível acontecer revelam como a confiança e a Fé em Deus fizeram a diferença em suas vidas

E se algo pudesse contrariar a palavra de morte?

Nem sempre uma visita ao médico é tão simples quanto se imagina ou se quer. Por vezes, uma dor de cabeça não é apenas um mal-estar e sinaliza um problema maior. Mas também, por vezes, o diagnóstico e o tratamento revelam que há momentos em que a medicina é impotente para trazer respostas.

Situações deste tipo não acontecem só hoje, como podemos verificar no livro de Marcos, capítulo 5, do versículo 25 ao 28: “E certa mulher que, havia doze anos, tinha um fluxo de sangue, e que tinha padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior; ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste. Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei.”

Aquela doença se arrastou por anos na vida daquela mulher e com isso também arrasava a vida dela. Tanto que os recursos financeiros dela se esgotaram. Porém ela escutou uma palavra que confrontava tudo o que tinha escutado antes: quando Jesus seguia com os discípulos à casa de Jairo (um dos principais da sinagoga) para ver a filha dele que estava doente, a Fé dessa mulher O surpreendeu, como segue no relato bíblico: “E logo se lhe secou a fonte do seu sangue; e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal. E logo Jesus, conhecendo que a virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão, e disse: Quem tocou nas minhas vestes?” (Marcos 5.29-31).

ONDE TOCA A SUA FÉ?
“Ao longo da Palavra de Deus, vemos um Deus de milagres que sempre agiu na vida de quem O buscou”, explica à Folha Universal o Pastor Guilherme Grando, que realiza às terças-feiras reuniões voltadas à cura do corpo e da alma, no Templo de Salomão, em São Paulo.

Ele diz ainda que “reconhecemos o valor e o papel da medicina em nossa sociedade, mas existem situações em que a medicina esgota todos os recursos para ajudar uma pessoa enferma e, ainda assim, não há melhora. Nesses momentos, temos a Fé como uma luz no fim do túnel”.

O Pastor Guilherme ressalta que Deus não mudou e, se no passado operou milagres, hoje continua transformando vidas. “Todo aquele que manifesta a Fé pode testemunhar o benefício disso. A mulher hemorrágica foi curada no meio da rua sem dizer uma só palavra. A Fé quebra regras e protocolos, pois é o poder de Deus em nós para vencer qualquer coisa. O tempo de milagres não acabou.”

AOS QUE DUVIDAM
Muitos carregam consigo um problema na pele, nos ossos ou na alma. A empresária Jailza Aparecida de Mattos de Lima, (foto abaixo) de 64 anos, carregava um câncer no seio. Ela descobriu o tumor quando ele já estava em estágio extremamente avançado. Por conta disso, escorria sangue dele. “O médico falou que não havia mais cura, que a radioterapia seria como água com açúcar e que a quimioterapia só iria me desgastar.”

Ela ainda ouviu que seu tempo de vida era de três meses. “Saí do consultório e procurei um padre, que me orientou a me conformar, e afirmou que aquilo estava escrito no livro ‘da vida’ desde que nasci. Busquei outra opinião no jogo de búzios. A mãe de santo me ligou chorando e disse que não havia jeito. Cogitei fazer um seguro de vida pensando em minha filha e me matar.”

O QUE A FÉ LHE FEZ OUVIR
Nesse período, em uma sexta-feira, Jailza ligou a TV na programação da Universal. “O Bispo falou para pegarmos um copo com água no momento da oração. Depois de beber todo o copo sem vomitar, antes eu passaria mal, o Bispo também determinou que fizéssemos o que não podíamos até então. Tirei a carne moída do freezer, coloquei um macarrão para cozinhar e comi quase toda macarronada na panela, tamanha era minha fome”, conta Jailza que, além de mal conseguir se alimentar, não conseguia dormir. Naquele dia, no entanto, se deitou às 21 horas e levantou às 14 horas do dia seguinte.

Ela começou a participar das reuniões. “O Pastor me ensinou que Jesus Cristo é a Verdade e a Vida e que, mesmo com aquele diagnóstico de morte, eu viveria.”

MILAGRE
A esposa do Pastor ungia Jailza todos os dias e apresentava a vida dela a Deus. “Quando me dei conta, meu seio já não estava mais vermelho e a secreção foi parando. Voltei ao médico um mês depois. Ele achou que eu tivesse morrido.” Na verdade, Jailza estava curada.

Os novos exames não traziam mais resquícios do tumor.

O PODER DA FÉ
A Bíblia nos ensina a grandeza da Fé: “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus. Porque em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito.” (Marcos 11.22-23). Foi isso que Jailza fez: “acreditei que a Fé é a certeza daquilo que se espera. A Fé coloca algo tão grande dentro de nós que, mesmo que pareça o contrário, nada arranca aquela certeza de dentro de nós.”

Antes de descobrir que a Fé poderia mudar seu quadro de saúde, estar doente era algo literalmente familiar para ela: “minha mãe tinha 17 bicos-de-papagaio (problema na coluna) e eu até brincava que iria denunciá-la ao Ibama; meu padrasto tinha um problema seríssimo no coração; minha filha Karolyne tinha desvio na coluna e eu sofria com dor de cabeça crônica e insônia. Contudo, quando nos aproximamos da Fé, tudo mudou e não tomamos mais nenhum remédio. O farmacêutico, quando encontrou minha mãe, perguntou por que deixamos de ir lá e, caso tivéssemos encontrado uma farmácia com um preço melhor, que ele cobriria”, afirma Jailza.

“DEUS AINDA NÃO FEZ”
Já a empresária Rosália dos Santos, (foto abaixo) de 39 anos, usou a Fé para recuperar a saúde da filha. Na época, Rejane dos Santos, hoje com 20 anos, estava com 14 anos e começou a sentir dores de cabeça constantes. Ao ir a um especialista, a tomografia revelou um caroço e a biópsia apontou um câncer de nasofaringe maligno.

A partir de então, os tratamentos contra o câncer foram iniciados. “Apesar dos tratamentos, ela não melhorava. Foram sete meses de muita luta e ela passou a respirar com a ajuda de aparelhos. Três cateteres colocados causaram infecção generalizada.”

Rejane teve pneumonia e três paradas cardiorrespiratórias. “A certa altura, os médicos falaram que precisavam conversar comigo pois não havia mais nada que pudesse ser feito. Havia três dias que ela não reagia não importava o que eles fizessem, mas lhes respondi que Deus não tinha feito a parte dEle.”

Rosália está na Universal há 15 anos e quando viu a filha enferma conta que em momento algum teve dúvida da ação de Deus. Infelizmente, muitos não conseguem enxergar situações como oportunidades de estreitar sua confiança nEle. Está nas Escrituras, em Romanos 8.28, que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus” Por isso, Rosália afirma “em vez de sentir revolta, senti força”. Ela frequentemente usava o óleo consagrado para ungir a filha hospitalizada. “Nunca questionei a Deus em nada. Muitas pessoas que iam visitá-la choravam e, ao verem que eu não derramava nenhuma lágrima, me chamavam de insensível.

Chorar não ia resolver e eu sabia em Quem eu cria.”

A REAÇÃO QUE A FÉ PROVOCA
A equipe médica decidiu retirá-la dos aparelhos. “Eu disse que tudo bem, que assinaria o termo de responsabilidade, caso ela não tivesse nenhuma reação.” A reação de Fé de Rosália provocou a cura da menina: “quatro horas depois, a equipe voltou dizendo que, enquanto estava levando o corpo de Rejane para o necrotério, ela voltou a si e perguntou onde eu estava.”

Os exames foram refeitos e os resultados apresentavam dados de uma pessoa normal. Isso ocorreu em uma terça-feira e, no sábado, Rejane estava em casa. “O final de semana era o momento em que as pessoas iam visitá-la e, quando souberam que já estava em casa, ficaram sem entender. Ninguém explica Deus. Foi um milagre. Ela está curada e tem a saúde melhor do que a minha.” Até hoje o caso de Rejane é mencionado pela equipe do hospital.

CORAÇÃO PARALISADO
O vendedor de automóveis Gleison Ferreira de Carvalho, (foto abaixo) de 35 anos, viu o filho Heitor, hoje, com oito meses, em uma situação delicada quando ele tinha apenas 21 dias de vida. “Ele broncoaspirou o leite”, recorda Gleison. Ele e a esposa, Erica Fernanda da Silva de Carvalho, de 35 anos, imediatamente, o levaram para o hospital.

Heitor sofreu danos no pulmão e, com isso, surgiu uma série de complicações. “O rim parou de funcionar, o intestino também e, por último, o coraçãozinho dele. O Heitor chegou a convulsionar. No entanto só ficamos sabendo do problema no coração dele no final da noite, sendo que a parada aconteceu pela manhã”, diz Gleison. Ele acrescenta que, em consequência disso, algumas medidas emergenciais foram adotadas, como a realização de exames neurológicos para descobrir possíveis danos.

O caso de Heitor foi considerado o mais grave no hospital na época e ele permaneceu 23 dias internado.

CONFIANÇA
Há quatro anos na Universal, Gleison já conhecia o caminho que a ensina. No dia da complicação de Heitor, Gleison ungiu a meia do bebê. No entanto, o quadro do menino piorou. “Deus já tinha falado comigo que ele estava bem. Quando a psicóloga falou conosco, nos preparando para o pior, fui eu quem passei forças para ela, a força que vem do Altar.”

Inexplicavelmente, Heitor começou a apresentar melhoras e os médicos não queriam lhe dar alta para que pudessem estudar o seu caso. “Ninguém poderia acreditar que ele teria uma recuperação tão rápida. Foram orações, jejuns, propósitos, enfim, usei e manifestei a minha Fé em prol da saúde do meu filho e Deus deu a resposta. Hoje ele está perfeito, não ficou com nenhuma sequela. Deus o curou completamente”, finaliza Gleison.

O QUE SUA FÉ TEM FALADO?
Jesus estava em Cafarnaum quando alguns homens ajudaram a descer um paralítico pelo telhado da casa. “E, não achando por onde o pudessem levar, por causa da multidão, subiram ao telhado, e por entre as telhas o baixaram com a cama, até ao meio, diante de Jesus. E, vendo ele a fé deles, disse-lhe: Homem, os teus pecados te são perdoados.” (Lucas 5.19-20). Alguns religiosos, no entanto, começaram a questionar. “Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder para perdoar pecados (disse ao paralítico), a ti te digo: Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa.” (Lucas 5.24).

As histórias de cura citadas na Bíblia, como a da mulher hemorrágica e a do paralítico, e as dos dias atuais mostram que a fé de cada pessoa precisou ser manifestada antes que ela visse o poder de Deus em sua vida. Esse é o segredo, o mistério e o que caracteriza a Fé: certeza de fatos ainda não vistos (Hebreus 11.1). Por isso, é preciso desafiar a dúvida que pode estar em nós.

Diante da pessoa estão os problemas e a convicção de que Deus irá agir em favor dela. Em qual acreditar é escolha pessoal. Além do desespero, também pode haver a sentença de morte.

Contudo esse é o cenário ideal para que a Fé sobressaia e faça calar uma a uma. A Fé não apenas encurta como rompe barreiras que a lógica humana não consegue explicar. O problema é quando há uma fé natural. Enquanto a Fé sobrenatural questiona o que parece impossível e por isso transforma diagnósticos mortais em milagre, a fé natural, que é atrofiada, torna até o que poderia ser reversível em caso perdido. Afinal de contas, o que é mais difícil: a pessoa crer e manifestar a Fé ou Deus fazer a parte dEle?

O Pastor Guilherme Grando diz que “Deus nos deixou a Fé para nos comunicarmos com Ele. Quando manifestamos a Fé, Ele nos ouve.” E é o exercício dela, por meio de correntes e propósitos como os ensinados na Universal, que “nos ajudam a despertar essa Fé que traz respostas. Quando iniciamos uma corrente, exercitamos vários requisitos da Fé, entre eles a perseverança, a oração e o sacrifício”, explica.

Ele avalia que “a Fé é o primeiro requisito para alguém ser curado e, em alguns casos, o único. Por isso, ela é indispensável”, finaliza.


E se algo pudesse contrariar a palavra de morte?
  • Flavia Francellino / Fotoso: Getty Images, cedidas e Demetrio Koch 


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