"Doutor, quem dá a última palavra é Deus"
Essa foi a resposta de Sílvio Freitas ao ouvir que estava com câncer e tinha apenas um mês de vida
Em 2018 o vendedor Sílvio de Freitas, hoje com 57 anos, passou a sofrer com dores no braço direito. Na época ele achou que havia “dado um mau jeito”, mas as dores passaram a atrapalhar até o seu trabalho. Ele conta que a dor latejava embaixo do seu braço: “eu ia ao médico e ele aplicava medicamento, mas o efeito durava uns quatro dias e depois a dor voltava
ainda maior”.
Após um tempo nessa situação, surgiu um caroço na axila direita. “Eu ficava com o braço levantado. Meu peito começou a ficar inchado e eu não dormia mais à noite”. Somente após tudo isso os médicos lhe pediram exames detalhados.
O resultado: câncer.
Sílvio estava internado e sendo medicado com morfina devido às fortes dores quando sua esposa chegou acompanhada do médico para dar a notícia sobre os resultados dos exames. “O médico falou: ‘eu tenho uma novidade que não é muito boa para você. Fizemos o exame detalhado, o câncer já se alastrou. Estranho, porque este câncer não era para estar aí. Ele saiu da coluna e passou por debaixo da costela, comprometendo-a – por isso o inchaço no peito – e se alojou embaixo do braço. Eu falei para a sua esposa que não tem mais jeito e, eu vou ser sincero, o senhor tem um mês de vida'”.

Mesmo ouvindo o diagnóstico do médico, Sílvio não teve medo: “eu olhei para ele e disse: ‘doutor, quem dá a última palavra é Deus. Do mesmo jeito que este câncer entrou ele vai ter que sair. Eu creio no Deus que eu sirvo'”. Sílvio lembra que o médico “deu uma risadinha e saiu”.
À esposa, o enfermo orientou: “não fique triste, meu amor, Deus vai me curar. Eu tenho certeza. Eu não sirvo a um deus morto, eu sirvo a um Deus vivo”.
Perseverança
Já no hospital a vida de Sílvio tomou outro rumo. Ele, que havia saído do trabalho e iniciado um negócio em sociedade com o irmão, teve que abrir mão do projeto para cuidar da saúde. Internado, seus rins pararam de funcionar e foi iniciada a hemodiálise ao mesmo tempo em que as sessões de radioterapia e quimioterapia aconteciam. O médico lhe deu alta hospitalar e o encaminhou para fazer hemodiálise três vezes por semana próximo de casa, porém, com o aviso de que, em caso de emergência, Sílvio deveria ligar para ele e voltar àquele hospital imediatamente.
Mesmo debilitado pela doença e pelo tratamento, Sílvio seguiu exercitando sua fé: “eu participava das correntes de cura. No momento da oração colocava o lencinho no lugar do tumor e fazia uso da água consagrada durante as reuniões, sempre crendo na minha cura”.
Um mês após aquela previsão de morte, Sílvio voltou ao hospital, mas para fazer novos exames. O médico lhe disse que “algo estava errado com os resultados” e pediu para refazer os exames em outro laboratório. Os resultados mostraram que o câncer não havia aumentado como era esperado, embora também não houvesse regredido. “Pensei comigo: ‘É Deus agindo'”, revela Sílvio.

A partir daí, cada novo resultado de exame mostrava uma regressão maior da doença. Após o tumor sumir, as consultas de acompanhamento ganharam espaçamento maior entre elas. Mas a hemodiálise ainda seguiria por um ano. Dos quase 80 quilos que pesava antes da doença, Sílvio perdeu mais de 30. “Eu não podia tomar água porque ficava inchado. Quando fazia hemodiálise estava com 55 quilos, aí a máquina tirava o sangue todinho. Por inúmeras vezes eu vomitei, desmaiei durante as sessões que duravam quatro horas. Eu vi três colegas meus que faziam hemodiálise morrerem porque o coração não aguentou. Eu saía da hemodiálise murcho, ia para o carro carregado”.
Com o tempo, os rins também começaram a retomar seu funcionamento, surpreendendo os médicos. Foi feito um exame que determinaria se Sílvio seria encaminhado
para transplante.
Com os resultados em mãos, o médico avisou: “senhor Sílvio, eu tenho uma notícia boa e uma ruim”. Sílvio, então, pediu que ele falasse logo a ruim, ao que ele disse: “vamos perder um paciente. E a boa notícia é que você já pode ir embora para casa”. Ali, Sílvio estava recebendo alta definitiva.
Faça sua parte
Quase dois anos já se passaram e Sílvio segue com boa saúde, tendo retomado suas atividades. Hoje sua alegria é testemunhar sobre o poder da fé. “Eu sei o que Deus fez por mim”, conclui ele.
O Bispo Misael Silva, responsável pela Corrente dos 70 no Templo de Salomão, explica que Deus está sempre pronto para atender ao pedido de uma pessoa, mas isso não a isenta de fazer a parte que lhe cabe, que é colocar a própria fé em ação. “Quando Jesus disse ‘vinde a Mim’, de onde vem a ação? A ação vem da pessoa que quer ajuda. E vir e participar da corrente de cura, como Sílvio fez, seja por si mesmo ou por um familiar que está enfermo, é a ação da fé. Faça a sua parte e Deus vai fazer a dEle”.
Participe da Corrente dos 70, pela cura e libertação de todas as enfermidades, que acontece às terças-feiras, na Universal. No Templo de Salomão, as reuniões acontecem às 10h, 15h e 20h. Ou, participe em uma Universal mais próxima de sua casa. Clique aqui e encontre um endereço.
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