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Notícias | 3 de julho de 2018 - 03:05


Do lado de fora de um presídio

Familiares de detentos são frequentemente amparados pelo grupo UNP. Saiba mais sobre esse trabalho voluntário

Segundo dados divulgados em 2017 pelo Ministério da Justiça, por meio de uma pesquisa feita pelo centro Internacional para Estudos Prisionais (ICPS), os Estados Unidos lideram o ranking do número de presos no mundo; o contingente chega a 2,2 milhões de pessoas detidas, seguido da China com 1,6 milhão de presidiários e pelo Brasil com 726 mil pessoas atrás das grades. Apesar de não pertencer ao grupo dos países com uma população carcerária numerosa, Honduras, o país da América Central, também enfrenta dificuldades para manter seus presídios em total ordem.

Por isso, a Universal investe intensivamente no trabalho de evangelização com os presos no Brasil e em diversas partes do mundo; mas eles não são os únicos que são alcançados pelo Evangelho: os familiares também recebem uma atenção especial, afinal, quase sempre, são os que mais sofrem tendo um ente querido atrás das grades.

Na penitenciária Nacional Feminina de Adaptación Social (PNFAS), em Honduras, por exemplo, os voluntários do UNP lutam para iniciar o trabalho evangelístico por lá, mas enquanto a permissão não é dada, eles levam a Palavra de Deus aos familiares das detentas que, do lado de fora, esperam o momento de rever os seus parentes.

“Recentemente, cerca de 70 familiares foram beneficiadas com uma Palavra de fé e com uma oração, além de um café da manhã preparado pelos voluntários especialmente para eles”, comentou o Pastor Luis Cerna, responsável pelo grupo Universal nos Presídios (UNP) em Honduras.

No Brasil, o trabalho realizado com os familiares também é constante. Semanalmente – em todas as unidades prisionais onde o trabalho evangelístico do UNP é desenvolvido – são oferecidos lanches na porta das cadeias e, principalmente, é levada uma palavra de fé a essas pessoas que, muitas vezes, viajam horas só para visitar um ente querido; outras vêm apenas com o dinheiro da passagem, chegam tristes, sobrecarregadas, daí essa ajuda – tanto física como espiritual – é tão importante para elas.

Esse trabalho já é realizado há mais de 30 anos e tem provocado mudanças de comportamento não só apenas entre os detentos, mas nos familiares também.

Se você deseja saber em quais lugares o UNP tem atuado, acesse e curta a página oficial do grupo no Facebook, clicando aqui. Para fazer parte como voluntário, visite a Universal mais próxima de você e se informe com um pastor.


  • Por Sabrina Marques / Foto: Cedidas 


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