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Notícias | 5 de Abril de 2021 - 12:04


Desapegue-se das coisas

Enquanto objetos sem necessidade são guardados, você fica sem espaço para o que realmente é útil

Desapegue-se das coisas

Geralmente, a mulher leva a fama de acumular roupas, acessórios e outros objetos. Uma injustiça, pois o homem não está livre de acumular coisas e, assim, desorganizar a casa e a vida. Se apegar a certas peças de roupa, por exemplo, é uma mania masculina bem conhecida, para terror das esposas, namoradas e mães que não aguentam ver o homem com aquela camiseta usada até se esburacar (ou depois disso também), enquanto outras novas fazem pilhas no armário.

Há ainda o apego àquele tênis que está quase se desmanchando, enquanto outros calçados se descolam ou mofam no guarda-roupa, e às peças novas que estão mais no armário que em você. Que tal doar aquela camisa social que você não veste há mais de um ano a quem precisa se vestir bem para uma entrevista de emprego, na qual a aparência conta muito?

E livros? Alguns fazem pilhas e mais pilhas pela casa, juntando poeira e amarelando – o mesmo vale para CDs, LPs, fitas VHS, DVDs, revistas, manuais de instrução, material didático antigo, etc. Vender para um sebo os livros que não são importantes para você é uma boa pedida, bem como doá-los a uma biblioteca pública. Guarde apenas os que são de referência, consultados para o trabalho, e os que contribuem para a sua vida pessoal e espiritual.

Coleções também entram nessa, brinquedos da infância guardados para ninguém mais usar, álbuns de selos não mais abertos, quadrinhos que nunca mais viram a luz e outros badulaques que, úteis ou não, ficam anos e anos guardados e alguém só os vê em caso de reforma ou mudança. Essas coisas o divertiam e promoviam higiene mental há alguns anos, tiveram sua utilidade, mas, com o passar do tempo, outros interesses e prioridades surgiram e elas ficaram lá acumulando poeira. Esses itens podem ser vendidos a alguém que esteja no auge do colecionismo (o bom, não o de acúmulo compulsivo) e render um bom dinheiro.

Sabe aquela furadeira comprada para instalar um armário e que nunca mais foi usada? Claro, ferramentas são úteis, mas é bom ver as que são usadas com frequência e as que podem ser emprestadas ou até alugadas quando for necessário – principalmente equipamentos grandes. A maioria de nós não precisa mais do que de uma boa caixa de ferramentas com itens básicos no dia a dia.

Sim, homem também se apega – e muito. Ele acumula uma infinidade de coisas que tiram o espaço do que é útil de verdade neste momento da vida, enquanto há outras pessoas precisando delas. Que tal, então, selecionar o que está em uso de fato e se desfazer do resto, que estava ali sem ser notado?

O desapego vale para tudo o que for material. A bicicleta ergométrica ou a esteira elétrica que viraram cabideiro no canto do quarto, a bike largada na garagem com os pneus murchos, um laptop velho esquecido depois que o novo chegou (e ainda é útil para alguém que precisa) e o agasalho pesado nunca mais usado depois daquela viagem a países mais frios. Separe tudo para jogar fora, doar ou vender, conforme o estado e a utilidade.

O desapego material pode ser um exercício para se desapegar também daquilo que, acumulado na mente, o afasta de Deus. Alguns exemplos são manias, bloqueios, vícios, mágoas, orgulho, egocentrismo e outros sentimentos e práticas que levam o homem cada vez mais para o mundo e menos para a Salvação, além de roubarem tempo.

Quando essas coisas ruins saem da cabeça e são devidamente jogadas fora, sobra muito espaço para a espiritualidade, a família, o amor, a saúde, as atividades físicas, a educação e tudo aquilo que promove o tão necessário equilíbrio para ser um homem à imagem e semelhança de Deus.


Desapegue-se das coisas
  • Marcelo Rangel / Foto: Getty Image 


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