Depressão profunda e vida destruída: quando tudo chega ao limite

Violência familiar, miséria e traumas marcaram a história de Solange antes da mudança radical

Imagem de capa - Depressão profunda e vida destruída: quando tudo chega ao limite

Depressão profunda e vida destruída não surgem de um dia para o outro. Elas são construídas por anos de dor, perdas, violência e decisões tomadas no desespero. A história de Solange revela até onde uma pessoa pode chegar quando convive com sofrimento emocional, conflitos familiares e ausência total de perspectivas — a ponto de considerar que a própria morte seria a única saída.

Depressão profunda e vida destruída desde a infância

Solange conta que passou grande parte da vida envolvida em práticas espirituais que faziam parte da rotina familiar. “Foram 27 anos servindo aos encostos. Toda a minha família estava envolvida nisso”, relata.

A situação se agravou quando a mãe adoeceu emocionalmente. “Minha mãe acabou ficando com a mente completamente desestabilizada, e eu assumi o lugar dela”, afirma. Então, a casa onde moravam se tornou palco de conflitos constantes. “Apesar de fazermos tudo o que podíamos, a nossa vida nunca avançava.”

Traição, frustrações e relacionamentos marcados pela dor

Assim, ainda muito jovem, Solange viveu uma das maiores decepções da vida. “Comecei a namorar aos 15 anos. Quando o casamento estava marcado, com o vestido de noiva pronto, descobri que ele se casava com outra pessoa no mesmo dia, em outro estado”, conta.

Depois disso, novos relacionamentos trouxeram ainda mais sofrimento. “Tive filhos com um homem que enfrentava vícios e problemas graves de saúde”, relata. Dessa forma, o ambiente familiar se deteriorava rapidamente.

Violência doméstica, miséria e colapso emocional

A rotina dentro de casa era marcada por agressões, vícios e descontrole. “Havia brigas constantes, uso de faca dentro de casa e consumo excessivo de bebida alcoólica por todos”, afirma.

Solange relembra um episódio que simboliza o caos vivido. “Meu irmão me atingiu com uma faca na mão. Tenho a cicatriz até hoje.”. Além da violência, a miséria se tornou extrema. “Cheguei ao ponto de não ter o que comer. Raspei pó de giz e tijolo para enganar a fome.”

O sofrimento emocional chegou ao limite. “Naquela noite, decidi que iria tirar a minha vida e a dos meus filhos, porque eu não suportava mais viver daquela forma.”

O momento decisivo antes de buscar ajuda

Sozinha, perturbada e sem saber o que fazer, Solange tomou uma atitude inesperada. “Liguei o rádio sem nenhuma esperança. Mas nesse momento ouvi uma mensagem. O pastor dizia: ‘Você que está pensando em tirar a própria vida, não faça isso. Não destrua a sua vida nem a da sua família’.”

Ela se sentiu profundamente impactada. “Pensei: quem contou a minha história para esse homem?”, recorda. Por fim, veio a orientação final: “Procure uma Universal e busque ajuda. Não faça essa besteira.”

Foi no auge da dor, que Solange decidiu ir até a igreja pela primeira vez. Mas o que aconteceu a partir desse momento — e como está a vida dela hoje — você confere no vídeo abaixo.

Participe:

Portanto, vá à Sessão do Descarrego para encontrar a libertação de qualquer problema físico e espiritual que esteja assolando sua vida. As reuniões acontecem no Templo de Salomão, às 7h, 10h, 15h e 20h, na Avenida Celso Garcia, 605 — Brás, São Paulo. Ao meio-dia, a concentração será na Catedral do Brás, na Avenida Celso Garcia, 499 — Brás.

Ademais, esta oportunidade também estará disponível em todos os templos da Universal espalhados pelo Brasil. Clique aqui e veja o endereço mais próximo de sua casa.

imagem do author
Colaborador

Rafaella Rizzo I Foto: Reprodução