Dependência emocional marcou a vida de Eliana

Rejeição, relacionamentos frustrados e tentativas de suicídio fizeram parte da história dela

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A dependência emocional guiou grande parte da vida de Eliana de Souza. Em busca de prazer, valor e atenção, ela tentou preencher um vazio profundo por meio de relacionamentos, mas acumulou frustrações, rejeições e uma dor que parecia não ter fim.

Relacionamentos que terminavam em rejeição

Desde cedo, Eliana acreditava que a felicidade viria através de outra pessoa. “Eu me envolvia com as pessoas sempre esperando algo delas, mas nunca dava certo. Elas vinham, ficavam um tempo e me descartavam como se eu fosse um objeto.”

Foram três relacionamentos diferentes, dos quais nasceram três filhos, cada um de um pai. “Toda a minha vida eu apostava nisso. Eu queria ter alguém de todas as maneiras. Eu só queria ser feliz.”

Álcool, drogas e o vazio que não passava

Quando a felicidade não vinha, Eliana passou a buscar alívio em outras coisas. “Foi quando comecei a me envolver com a bebida e com a droga. Eu achava que aquilo ia acabar com a dor, mas quando o efeito passava, a frustração continuava.”

Mesmo cercada de pessoas, o sentimento era sempre o mesmo. “O vazio continuava. Eu continuava triste, dependente de alguém, querendo ser feliz de qualquer jeito.”

Tentativas de suicídio e ida ao hospital

A dor emocional chegou a um ponto extremo. “Na primeira vez que tentei suicídio, juntei todos os remédios que tinham em casa e tomei. Eu queria acabar com o sofrimento.”

Durante o processo, ela se arrependeu e foi levada ao hospital. “Eu não queria morrer, eu só queria acabar com aquela dor.”

Tempos depois, em outro relacionamento, a situação se repetiu — desta vez com o álcool. “Eu bebi tanto que cheguei ao coma alcoólico. Fui internada e voltei à estaca zero.”

Tentativas de agradar e perda da própria identidade

Eliana conta que fazia de tudo para ser aceita, inclusive em amizades. “Eu tentava agradar para ter atenção, para ser reconhecida. Fazia tudo que podia pelas pessoas.”

Mesmo após o nascimento dos filhos, o vazio permaneceu. “Eu era uma mãe fria, nervosa, agressiva dentro de casa.”

O episódio que a fez buscar ajuda

Um acontecimento dentro de casa foi decisivo. “Meu filho, com quatro anos de idade, começou a ver vultos dentro de casa. Aquilo me assustou muito.”

Foi nesse momento que Eliana recebeu um convite para ir à Universal. A reação inicial foi de resistência, pois ela tinha muito preconceito com a igreja. Mas o medo de viver novamente a mesma situação com o filho fez ela reconsiderar. “Eu pensei: vou voltar para casa, meu filho vai ver aquilo de novo. Então eu vou até lá, recebo uma oração e volto.”

O vídeo mostra o que aconteceu depois e como a vida de Eliana mudou. Assista ao testemunho completo e veja como ela está hoje.

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Colaborador

Rafaella Rizzo / Foto: Reprodução