“Deixei de acreditar em Deus”

Juliana Thaler teve depressão e tentou suicídio duas vezes. Veja como ela recobrou a alegria de viver

A doutoranda em Engenharia de Biotecnologia Juliana Thaler, de 26 anos, explica que a sua vida esteve por um fio várias vezes. “Eu tentei me matar em duas ocasiões. Eu tinha ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), não conseguia ter bom relacionamento com ninguém e era uma pessoa bem complicada.

Recebi até indicação para ser internada em uma clínica psiquiátrica”, recorda.

Juliana cresceu na Igreja Universal ouvindo a Palavra de Deus, mas se afastou da Presença do Senhor Jesus quando tinha apenas 13 anos. Os pais dela se mudaram de cidade e ela deixou de ir à Igreja.

A imaturidade na Fé e os problemas na adolescência a levaram à depressão. “Deixei de acreditar em Deus. Passei a procurar uma explicação para tudo o que acontecia em minha vida em diversas religiões e, como não a encontrei, desacreditei de tudo”, diz.

Sua família passava por dificuldades financeiras, pois enfrentava problemas com alcoolismo, brigas, discussões e isso fazia todos sofrerem muito. Juliana se tornou uma adolescente triste, rebelde e vazia. “Quando ouvi de um familiar próximo que desejava minha morte, isso me encorajou e tentei o suicídio pela primeira vez.”

Depois da primeira tentativa de suicídio, Juliana desenvolveu transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e passou a ver vultos e a ouvir vozes. Além disso, ela sofria com fortes dores de cabeça. Nos momentos de crise nervosa, Juliana descreve que batia a cabeça na parede, por conta do desespero e da amargura em seu coração. Por influência do pai, ela conta que namorou um rapaz que a fez sofrer muito. “Passei por um relacionamento abusivo. Teria sido melhor que eu nem tivesse iniciado esse namoro.”

Juliana chegou a ter uma vida financeira estável, viajou para vários países e estudou em uma das melhores universidades do País. No entanto ela ainda não tinha encontrado algo capaz de preencher o seu vazio. “Eu olhava tudo o que eu tinha conquistado, mas nada me fazia feliz. Foi nesse momento que tentei o suicídio pela segunda vez.”

Além dos problemas que Juliana enfrentava, suas amizades a influenciavam a fazer coisas contrárias à Fé. “Eu tinha amigos que me levavam para baladas, festas e shows. Ficávamos andando pelas ruas de madrugada, em razão de que todos tínhamos insônia”, diz. Juliana conta que sua mãe lutou por sua vida durante anos. Ela orava e fazia propósitos, mas a jovem mantinha distância da família.

Durante um treino com o time da universidade em que estudava, Juliana recebeu um convite para participar de uma reunião da Força Jovem Universal (FJU). “Após a primeira reunião que participei da FJU, a minha vida entrou em processo de transformação. Passei a ter comunhão com Deus. Entendi a importância de ler a Palavra e me batizei nas águas. Fiz o Jejum de Daniel e recebi o Espírito Santo”, relata.

Juliana se tornou uma nova pessoa. Hoje ela é obreira e leva a Fé inteligente a seus colegas de universidade. “Sou feliz, completa e realizada. Tenho bom relacionamento com a minha família e uma vida abençoada em todos os sentidos, mas o principal é que o Senhor Jesus sempre será meu Primeiro e Único Amor”, conclui.

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Autor

Kaline Tascin / Foto: Mídia FJU Curitiba / PR