De ladrão de relógios de luxo a evangelista: transformação pela fé 

Após viver no crime e nos vícios, Max Morais encontrou a mudança que transformou seu caráter e sua história

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Câmeras de segurança flagraram o momento em que Max Morais, em uma moto roubada, abordava motoristas para levar relógios de luxo. Contudo, por trás da cena que chocava quem assistia, havia uma história marcada por vícios, vazio e escolhas erradas.

Envolvimento precoce com o crime

Aos 13 anos, Max teve o primeiro contato com o mundo do crime. Inicialmente, o envolvimento começou com furtos de motocicletas. Ao mesmo tempo, a rotina era dominada por drogas, baladas e más influências.

Segundo ele, a necessidade de se sentir aceito o levou a imitar comportamentos que via nos bailes funks. Entretanto, a busca por status e reconhecimento rapidamente se transformou em dependência química e em uma vida sem limites.

“Eu mostrava que era feliz, mas, na verdade, estava vazio.”

Com o passar do tempo, ele passou a integrar uma quadrilha especializada em roubos de relógios de alto valor no estado de São Paulo. O grupo agia de forma organizada, escolhendo regiões nobres e vítimas específicas. Porém, como ele mesmo reconhece, o fim desse caminho era previsível: prisão ou morte.

Prisão e revolta

Não demorou para que fosse preso. Contudo, em vez de refletir, aprofundou-se ainda mais no crime dentro do sistema prisional. O ódio aumentou. A revolta também.

Posteriormente, ao ganhar liberdade, voltou aos vícios e à antiga rotina. Durante as festas, sentia uma alegria momentânea. Porém, ao chegar em casa, o vazio retornava com ainda mais força.

O convite que mudou tudo

Foi então que um amigo o convidou para conhecer a Igreja Universal. A princípio, ele resistiu. O orgulho falava mais alto. Afinal, acreditava que não combinava com igreja.

No entanto, em 2021, decidiu aceitar o convite. Inclusive, na primeira vez que entrou na igreja, estava com drogas no bolso. Ainda assim, aquela reunião despertou algo diferente dentro dele: temor e consciência espiritual.

A partir daquele dia, passou a frequentar as reuniões com regularidade. Além disso, começou a praticar os ensinamentos que ouvia no altar, ler livros e acompanhar conteúdos da igreja. Gradualmente, a Palavra de Deus foi transformando sua mente.

A mudança espiritual

Ele entendeu que o vício e o sofrimento tinham uma raiz espiritual. Por isso, decidiu se arrepender verdadeiramente e abandonar o passado. Batizou-se nas águas e buscou, acima de tudo, o Espírito Santo.

Durante uma reunião de domingo, ao falar com Deus e reconhecer sua dependência espiritual, algo aconteceu:

“Eu não queria emoção. Eu queria a certeza. E naquele momento o Espírito Santo me preencheu.”

A alegria que sentiu era diferente de tudo o que já havia experimentado. Não era passageira como a da droga, mas permanente.

Nova vida, novo caráter

Hoje, ele afirma que não deve nada à Justiça — seus seis processos foram arquivados. Entretanto, a maior mudança não foi jurídica, mas interior.

Atualmente, vive do trabalho honesto e afirma ter recebido um novo caráter. Além disso, dedica-se a evangelizar jovens, inclusive dentro das unidades da Fundação CASA, levando esperança àqueles que muitos consideram “sem jeito”.

“Hoje eu ainda vivo na prática do roubo, mas é diferente: eu roubo almas do inferno.”

Um convite a quem sofre

Por fim, ele deixa um desafio: que outras pessoas que enfrentam vícios, criminalidade ou vazio interior procurem uma Igreja Universal mais próxima.

Segundo seu testemunho, a transformação é possível para quem decide ouvir a voz de Deus e dar um passo de fé.

Assim como a vida dele foi transformada, a sua também pode ser. Para saber mais sobre esta transformação, assista ao vídeo completo abaixo:

Faça isso:

Para saber como o Espírito Santo pode transformar sua vida, participe dos encontros que acontecem às quartas-feiras.

Você pode ir ao Templo de Salomão ou à Universal mais próxima de sua casa.

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Colaborador

Da Redação / Foto: Reprodução