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Notícias | 1 de maio de 2020 - 13:14


COVID-19, o desemprego e a relação com o suicídio

Revista científica The Lancet revelou que a pandemia de COVID-19 pode causar desempregos e suicídio em todo o mundo. Saiba mais

COVID-19, o desemprego e a relação com o suicídio

Uma publicação, feita pela revista científica britânica The Lancet, nesta sexta-feira, 1° de maio, revela dados históricos que apontam a relação entre o suicídio e o desemprego.

The Lancet aponta que o suicídio teve um aumento de 20% a 30%, no período que abrange a crise de 2008. E traz dados alarmantes que revelam o possível caminho que o mundo está trilhando, com as medidas restritivas impostas em todo o mundo, para conter a pandemia de COVID-19.

O texto sugere que milhões de pessoas perderão seus empregos. Ele sustenta como base um estudo divulgado pela Organização Mundial do Trabalho, que aponta, ao menos, 25 milhões de desempregados, após a pandemia de COVID-19.

O estudo aponta ainda que, no cenário atual, a taxa de desemprego mundial deve aumentar de 4,95% para 5,64%, o que pode implicar em quase 10 mil novos casos de suicídio, por ano, em todo o mundo. Vale lembrar que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, hoje, ao menos 800 mil pessoas tiram suas vidas todos os anos. Para cada suicídio, há mais 20 tentativas.

“Os provedores de saúde mental também devem conscientizar na política e na sociedade que o aumento do desemprego está associado a um aumento do número de suicídios”, diz o texto da revista The Lancet.

Ações efetivas

O Bispo Renato Cardoso utilizou uma de suas redes sociais para falar sobre o assunto. Para ele, os governantes devem agir, o quanto antes, para evitar que maiores desastres aconteçam. Ele sugeriu algumas medidas para ajudar no combate.

“Ampliar leitos de UTI, testes, insumos e profissionais de saúde. Recomendar uso de máscara em público. Fixar teto de preço de máscara para valor acessível a todos, a fim de evitar abusos. Isenção ou redução de impostos sobre o item”, disse o Bispo em sua publicação, onde também sugere que os governantes tentem manter o máximo da normalidade.

“Buscar minimizar o impacto na economia (pelas razões acima) mantendo todas as atividades possíveis o mais próximo da normalidade”, destacou ele.

Além disso, para ele, a mídia também deveria desempenhar um papel importante no combate ao novo coronavírus, se deixassem brigas políticas de lado e pensassem em vidas.

“Ajudaria muito se a mídia e políticos focassem nisso em vez de se digladiarem, enquanto o País afunda e pessoas continuam morrendo”, completou ele.

Veja o post do Bispo na íntegra:


COVID-19, o desemprego e a relação com o suicídio
  • Rafaela Dias / Foto: Getty Images 


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