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Notícias | 7 de julho de 2018 - 03:05


Como você se vê?

Sua autoimagem não pode ser formada pela opinião alheia

Não é de hoje que as pessoas sofrem uma pressão ideológica para conquistar e manter o “corpo perfeito”. Essa influência acaba mudando a forma com que as pessoas se enxergam, muitas até se acham feias e inadequadas só por não terem um corpo modelado.

Uma delas foi a ex-modelo Luciane Hoepers que após sofrer bullying na adolescência começou a procurar meios de mudar o que a incomodava. A primeira cirurgia seria aos 18 anos: um implante de silicone. Os procedimentos estéticos se tornaram um vício e, depois que ingressou no mundo da moda até a atualidade, ela já passou por 16 cirurgias, além de já ter sofrido com a bulimia e a anorexia. Por tudo isso ela decidiu mudar de carreira e atuar no ramo administrativo, para não expor mais seu corpo. Veja como ela era antes e como está agora na foto abaixo.

Mudança em nome de quê?

A atitude de Luciane e de tantas outras pessoas que querem um “corpo perfeito” não está baseada em se sentir melhor consigo mesmas. Mas em mostrar algo considerado bonito, ou seja, ser aceita pelos outros. Na tentativa de se adequarem ao que a mídia dita em relação ao corpo, cabelo, pele, moda e comportamento, perdem a sua essência e tornam-se cópias.

“As mulheres tendem a pensar que quem não se encaixa no padrão estabelecido não pode ser considerada bonita. E o que fazem? Normalmente, partem para um dos extremos: ou tornam-se escravas da mídia, focando no objetivo inatingível de ser perfeita ou desistem de fazer qualquer esforço em prol de sua beleza, ainda que seja mínimo”, afirma a escritora Cristiane Cardoso em seu blog.

Sua autoimagem

A opinião de outras pessoas, por meio do bullying, fizeram com que a ex-modelo tivesse uma imagem distorcida sobre si mesma. Depois, o trabalho com a moda só reforçou a falsa necessidade de mudança. Cristiane reflete que muitas pessoas usam as experiências ruins que tiveram, o que dizem sobre elas e as dificuldades que enfrentam para formar sua autoimagem.

“Assim, elas se enxergam de uma forma negativa e imutável. É como se, de repente, descobrissem que não têm tanto valor assim e que nunca poderão mudar esse fato. Daí o porquê de muitas começarem a se tratar mal ou não fazerem o investimento necessário em si mesmas”, diz.

Aos que se encontram nessa situação, a solução não está em mudar o exterior, mas o interior. Mudar a forma como você se vê e se trata, entendendo que seu corpo é Templo do Espírito Santo e tem um valor inestimável. “Independentemente do que você viveu ou ouviu, não permita que isso lhe defina. Defina-se pelo o que Deus acha a seu respeito: ‘Visto que foste precioso aos meus olhos, também foste honrado, e eu te amei” (Isaías 43.4)’”, aconselha.

Na Terapia do Amor você recebe orientação para investir no amor próprio, na sua vida amorosa e como agir em seu relacionamento. Participe do encontro que acontece às quintas-feiras.

Em São Paulo, a palestra acontece no Templo de Salomão, na avenida Celso Garcia, 605, bairro do Brás, ou encontre o endereço de uma Universal mais próxima de sua casa, onde também acontece essa palestra. Clique aqui.


  • Por Rafaella Rizzo / Fotos: iStock - Reprodução Instagram 


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