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Notícias | 19 de Junho de 2022 - 00:05


Como vencer os piores dias da sua vida?

Em algum momento, os dias maus assolam a todos. Saiba qual é a Armadura que você precisa usar para permanecer firme durante suas guerras e superá-las

Como vencer os piores dias da sua vida?

A vida é marcada por vários tipos de situação e, ao longo dela, todo mundo passa por bons acontecimentos e realizações marcadas por risos, mas há também o “dia mau”, que é aquele período de sofrimento que pode durar um único dia, meses ou até anos. Há pessoas, por exemplo, que sofrem há meses por causa de uma doença e outras que vivem há anos em um casamento cheio de brigas. Há ainda aquelas que há muitos dias não veem o filho voltar para casa. Ou seja, de uma forma ou de outra, cada pessoa vive o seu “dia mau”.

Na Bíblia podemos observar que os heróis da Fé também tiveram seus dias considerados maus. Abraão teve seus dias de dor, quando sua esposa, Sara, foi levada pelos egípcios ao palácio de faraó (Gênesis 12). Moisés teve anos difíceis ao liderar um povo rebelde que resistia a Deus e sofreu ao lado dele por 40 anos no deserto (Êxodo). Daniel também viveu dias ruins, quando foi impedido por decreto de orar ao Senhor, ameaçado de morte e lançado na cova dos leões (Daniel 6). Esses e tantos outros homens e mulheres do passado venceram os sofrimentos de dias terríveis.

Mas, assim como aconteceu naquela época, os dias de sofrimento sempre existirão. Não há nada novo, conforme relata Eclesiastes 1.9: “O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.” A reação de quem vive esses dias é que deve ser nova. Você, por exemplo, como tem reagido aos dias de dor? E se neste instante você recebesse uma notícia devastadora, o que faria?

Como enfrentar a guerra
Para superar esse período, é preciso se revestir da completa Armadura de Deus, como afirmou o apóstolo Paulo: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus”. (Efésios 6.13-17).

Esse versículo foi mencionado pelo Bispo Renato Cardoso durante o programa Inteligência e Fé, na Rede Aleluia de rádio, depois dele ter alertado que não há como evitarmos os dias de dor. “Ele pode ser o que dia que vai afetar a sua vida financeira, outro que pode afetar a sua família, o seu estado emocional, a sua saúde, o seu trabalho, enfim, você nunca sabe o que vai acontecer. É por isso que você tem que seguir o conselho da Palavra de Deus, que é colocar toda a Armadura dEle (…) porque quem está vestido com ela está preparado para a guerra, para que possa resistir e ficar firme.”

Ele lembrou que este período não dura para sempre, mas que é preciso que a pessoa faça a parte dela, que consiste em se revestir de cada parte da Armadura (como está descrito no versículo acima). Em relação ao escudo, por exemplo, que é um instrumento de defesa, ele explicou que, espiritualmente, ele deve ser empunhado com o uso da Fé, com o intuito de rebater as palavras de dúvida. “Você tem que erguer o seu escudo da Fé e resistir às palavras do mal, vigiar o que você ouve, a quem ouve, o que coloca diante dos seus olhos e o que traz para dentro da sua mente, porque essas palavras podem estar lhe enfraquecendo”, alertou.

O bombardeio de palavras
A administradora de empresas Joselita de Paula Pereira Silva Gomes, (foto abaixo) de 43 anos, conta que teve o privilégio de conhecer a Fé ainda na infância, mas que isso não a impediu de passar pelos dias maus. “O Senhor Jesus foi apresentado a mim pelos meus pais quando eu tinha ainda 5 anos e eu sempre estive firme nEle. Eu conheci meu esposo em 2016 e, em 2018, nos casamos. Estávamos em lua de mel, cheios de sonhos, quando senti um nódulo na axila ao tomar banho. Conversei com meu esposo, fui ao médico e, a princípio, achei que não fosse grave”, recorda.

Na consulta com uma ginecologista, foram solicitados alguns exames simples. No entanto, outra profissional, ao realizá-los, desconfiou que se tratasse de algo grave. Josy, como é conhecida, já estava a caminho de casa quando recebeu uma ligação da médica pedindo para que ela retornasse ao hospital. Ao chegar lá, ela soube que faria novos exames, desta vez mais específicos.

“Nesse momento, percebi que o problema poderia ser sério. Eu fiz os exames, recebi os resultados e retornei à ginecologista. Com 39 anos de idade e três meses de casada, praticamente ainda em lua de mel, veio o diagnóstico do câncer de mama já com metástase [formação de outra lesão tumoral em outros órgãos] e, no mesmo dia, a médica me encaminhou com urgência para acompanhamento oncológico”, relembra.

Josy relata que naquele momento sentiu como se estivesse “sem chão” e que, inicialmente, chorou muito, pensando que poderia morrer. Contudo ela decidiu se revestir das Armaduras da Fé. “Me afastei do trabalho e iniciei o tratamento de quimioterapia e radioterapia. Foi um ano e meio de guerras diárias, nos quais eu saía do hospital e ia direto para a reunião de cura, às terças-feiras, na Universal. Eu fazia o propósito do lencinho, tomava a água consagrada e recebia a unção com o óleo. Com o uso total da Fé, eu me lancei aos pés de Deus.”

O marido de Josy, o técnico em enfermagem Everaldo da Silva Gomes, de 43 anos, esteve o tempo todo ao lado dela. Ele detalha como eles reagiram: “como o Altar não deve nada para ninguém, nós manifestamos nossa Fé nEle e Deus sempre foi conosco. Como profissional da área da saúde, me lembro que todos falavam sobre o diagnóstico dela, diziam que a doença não tinha cura, mas decidimos ouvir a voz da Fé, que diz que tudo é possível ao que crê”.

Josy lembra desses seus piores dias, mas também do apoio de sua família: “meu marido usou a Fé sacrificial no Altar comigo e me acompanhou em tudo. Eu fiquei careca, inchada, não me reconhecia e não conseguia me olhar no espelho, mas ele me achava linda. Meus pais e meus irmãos sofreram, mas todos estavam em oração. Minha mãe sempre me passava força e fé. Eu passei dias difíceis, mas sempre com os joelhos no chão em busca da cura”.

Ela enfatiza que em sua mente vinham também os maus pensamentos, mas que ela os combatia com a Voz de Deus. “Em uma terça-feira, o Pastor [da reunião de cura] pediu para que todos ligassem a TV às 23h30, que ele faria uma oração. Enquanto eu aguardava o horário, fazia pesquisas na internet sobre a enfermidade e lia as piores coisas. Fiquei cheia de dúvidas, mas as primeiras palavras do pastor foram: ‘você que está pesquisando na internet por que a metástase não tem cura, eu lhe pergunto: o que para Deus não tem jeito?’ Ali eu vi Deus falando diretamente comigo. Então, depois da oração, todas as dúvidas foram eliminadas. Depois, peguei a caixinha de promessas e tirei uma que dizia: ‘Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; eis que eu te sararei’” (2 Reis 20.5).

Josy e o marido continuaram aliando o uso da Fé ao tratamento médico e ela esclarece qual foi o resultado disso: “estou curada há três anos, quando terminei a quimioterapia. Eu sempre faço exames de monitoramento, mas não tenho mais nada nem nenhuma sequela. Meus cabelos cresceram rápido, nosso casamento está mais forte e nos unimos ainda mais. Eu só tenho a agradecer a Deus, pois passei pelos dias maus e saí mais forte. Graças a esses dias, mudei como pessoa e minhas prioridades hoje são espirituais”, finaliza.

Casamento restaurado
No Rio de Janeiro vive Bruna dos Santos Rezende, (foto abaixo) de 39 anos, correspondente bancária, e Fabiano Rezende, de 40 anos, cabeleireiro. Eles se casaram com 19 anos e dizem que eram ainda muito imaturos.

Ela relata o que desejava: “convivi com brigas e agressões físicas entre os meus pais. Com isso, eu tinha o sonho de me casar e viver uma vida diferente da deles. Conheci o Fabiano e nos casamos, porém, no início do casamento, tínhamos brigas e agressões físicas e verbais”.

Nesse período, eles iam à Universal, no entanto não tinham comunhão com Deus. Assim, Bruna vivia insegura e com ciúmes e as brigas eram frequentes. Ela se recorda que recebia ligações de uma suposta amante de seu esposo, até que decidiu segui-lo. “O segui na saída do trabalho dele e tive certeza que eu estava sendo traída. Brigamos muito naquele dia. E, no dia seguinte, quando cheguei do trabalho, notei que a aliança dele estava sobre a mesa. Meu marido tinha ido morar com a amante na mesma rua de casa.”

Bruna lembra que viveu dias difíceis: “eu via o homem que eu escolhi para casar e ser feliz abraçado com outra pessoa e assumindo filhos que não eram dele. E todos os dias eu precisava passar em frente à casa que ele morava, pois não fazia outro caminho. Foi doloroso também quando ele entrou com o divórcio e fui a algumas audiências”, diz.

Mesmo separados, eles continuaram frequentando a Universal, mas Bruna lembra que passou a usar a Fé como nunca tinha feito antes e que buscou ajuda para que o interior dela fosse transformado. “Meu fundo do poço tinha chegado e somente meu travesseiro colhia minhas lágrimas. Foi aí que cheguei até o único lugar que poderia mudar a história da minha vida: o Altar, onde me entreguei de corpo, alma e espírito. Entendi que somente venceria pela Fé.”

Ela ressalta que passou a colocar em prática os ensinamentos que recebia. Dessa forma, seu temperamento explosivo deu lugar à mansidão. “Deixei aquela situação nas Mãos de Deus e busquei pela minha Salvação.

Usei a Fé no Altar e disse: ‘se o Senhor é Deus, traga meu esposo transformado para mim ou então o tire da minha vida’. Deus prontamente me deu paz, me libertou dos sentimentos, da depressão que já estava tendo e da angústia. Passei a aprender com as palestras da Terapia do Amor e a apresentar o Fabiano em minhas orações. Eu não sofria mais.”

Fabiano diz que quando isso aconteceu ele passou a sofrer. “Ela passou vergonha e humilhação, pois eu era cruel, gostava que ela me visse com outra pessoa e aquilo me dava prazer. Era algo maligno. Até que eu vi a mulher que estava perdendo já mudada. Curioso, eu descobri que ela teve um Encontro com Deus, reconheci o que estava fazendo com minha vida e desejei recomeçar com Deus. Assim, pedi a ela mais uma chance”, descreve.

Na semana em que a juíza concederia o divórcio, Bruna, já selada com o Espírito Santo, cumpriu um voto de Fé no Altar, determinando que a Vontade de Deus se cumprisse em sua vida conjugal e assim aconteceu.

“Depois de dois anos de separação, o Fabiano me disse: ‘eu quero meu casamento e você de volta’. Então, aceitei lhe dar uma chance e desistimos do divórcio”, diz Bruna. Juntos, eles fortaleceram a Fé e Fabiano buscou o batismo com o Espírito Santo. Hoje, o casal serve a Deus lado a lado como obreiros, são pais da pequena Sophia, de 7 anos, e vivem em um lar cheio de paz e felicidade.

O recomeço após o luto
A jornalista e nutricionista Daniela Carla de Souza Soares, (foto abaixo) de 46 anos, chegou à Universal aos 14 anos por causa de problemas familiares. Ela logo entendeu a proposta de Fé e, assim, viu sua vida e a de sua família serem abençoadas. Dedicada a Deus, Daniela recebeu o Espírito Santo e, aos 16 anos, passou a servi-Lo como obreira. Aos 22 anos, ela se casou e teve um relacionamento feliz durante nove anos, até que chegou o seu “dia mau”: aos 30 anos, seu marido faleceu vítima de uma embolia pulmonar.

“Eu fiquei viúva depois de um casamento perfeito e foi muito difícil. Nós éramos duas batatas que, com o casamento, viramos um purê. Como é que eu viraria uma batata de novo? É difícil quando se tem o amor da sua vida, a pessoa para quem se conta tudo, que o ajuda na Fé e o levanta. Buscamos a Salvação e quando morremos somos salvos, mas quem fica tem que buscar forças na Palavra de Deus. O que eu passei foi um grande deserto”, menciona Daniela.

Ela diz que no início se viu sem sonhos, mas não almejou nada além da sua comunhão com Deus. “Eu falava para Deus que eu só queria minha Salvação. Eu não almejava mais carreira e só queria salvar as pessoas e continuar servindo a Ele, mas aquele buraco na minha alma me maltratava todos os dias.”

Daniela diz que, da mesma forma que acontece com qualquer servo de Deus, ela também viveu seus dias de luto, mas que buscou o consolo com Ele. “Apesar de conhecer a Palavra de Deus e de ter o batismo com o Espírito Santo, era difícil quando eu ia dormir, porque meu marido não estava mais do meu lado e, quando eu acordava, eu torcia para que aquilo tivesse sido um pesadelo. A tristeza surgia e eu falava: ‘Jesus, me ajuda’ e chorava. Havia dias que eu colocava uma cadeira do meu lado e falava para que Jesus sentasse nela e me consolasse.”

Ela destaca a guerra que travou entre a Fé e os sentimentos: “eu tinha certeza da Salvação do meu marido, mas tinha saudade, vontade de cheirar a roupa dele e de pegar o celular e escutar a voz dele. O sentimento ficava gritando, mas a Fé dizia: ‘calma, ele está salvo e você fez sua parte’”.

Daniela afirma que Deus já era o seu primeiro amor, mas que, após a partida repentina do marido, ela se apegou ainda mais a Ele ao se revestir de toda Armadura da Fé. “Eu segui me alimentando da Palavra de Deus e fazia propósitos no Altar. Assim, o Espírito Santo me fez entender que eu contribuí com a Salvação do meu marido e que só a morte nos separou. Compreendi que eu tinha que continuar minha vida e me coloquei à disposição para que fosse feita a Vontade de Deus.”

Quatro meses depois da perda do marido, ela conheceu o engenheiro Norival Antenor Corrêa, de 51 anos, e descreve o que aconteceu: “após dez meses viúva, eu estava me casando novamente. Não foi fácil, mas Deus me deu a força de vencer os dias de tristeza e restaurou a minha história. Ele foi me surpreendendo e dizendo que Ele é o Deus que tudo pode”, enfatiza.

O casal completou 13 anos de casados e é feliz junto com o filho Israel, de 11 anos. Daniela diz o que pôde constatar sobre os planos de Deus: “quando casei pela segunda vez, a frase bíblica escolhida para o convite de casamento foi: ‘A glória desta última casa será maior do que a da primeira’ (Ageu 2.9). Ao mexer em documentos antigos, achei uma cópia do convite do meu primeiro casamento que dizia:

‘Faça-me assim o Senhor, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.’ (Rute 1.17). E realmente foi assim: a morte me separou do meu marido, mas eu continuei unida com Deus, que fez maior a glória da segunda casa”, encerra.

Assim como eles, revista-se também da Armadura de Deus e esteja preparado para suportar os dias difíceis.

Saiba que Deus está de braços abertos para ajudar você.


Como vencer os piores dias da sua vida?
  • Kelly Lopes / Fotos: getty images, arquivo pessoal, Guilherme Branco, Mídia FJU/Cine Carioca-RJ 


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