Como superar o luto excessivo

Entrelinhas abordou um assunto que muitos não gostam de falar: a morte. O programa também foi dedicado àqueles que vivem em função do luto. Saiba mais

Imagem de capa - Como superar o luto excessivo

O luto é algo tão complexo que, para muitos, parece que nunca será superado. Ele é um misto de sentimentos negativos, como tristeza, desânimo, insegurança, entre outros. Se não controlado, pode até levar à morte aqueles que se sentem enlutados.

Às vésperas do Dia de Finados, o Entrelinhas, que foi ao ar durante a noite deste domingo último, dia 31 de outubro, abordou um assunto que ninguém gosta de falar: a morte.

“A morte é uma interrupção não bem-vinda, abrupta e que o ser humano não entende e não sabe lidar com ela, mas a única forma de vencê-la é através da fé. Porque a palavra de Deus nos traz a razão da morte e qual é a solução para ela”, comentou o Bispo Renato Cardoso, durante o programa.

Nesse ínterim, Bispo Adilson Silva salientou que sentir a perda de alguém que você ama é algo normal. Só que existem pessoas que, por desestrutura estrutural, deixa a vida parar. “É como se um pedaço dela tivesse sido sepultado com aquela pessoa que morreu”, alertou ele.

Ainda durante o programa, o Bispo Renato explicou que o programa não era em desrespeito a dor das pessoas, mas, sobretudo, para ensinar como curá-la, pois, a morte para aqueles que creem no Senhor Jesus não é mais uma inimiga. “Vencemos o medo da morte quando colocamos a nossa esperança nEle. Ele, como o Único que venceu a morte, pode também nos ajudar a vencer todo o medo dela”, reforçou ele.

Quem viveu o luto

Para falar mais sobre o assunto e exemplificar de que maneira o luto excessivo age na vida das pessoas, a psicóloga Rosana do Vale (foto ao lado), de 57 anos, contou sua experiência pessoal com respeito à morte. Em um acidente de automóvel ela perdeu de uma só vez a mãe, o irmão, a cunhada e o sobrinho. Na época, apenas a sobrinha, que também estava no carro, sobreviveu e ficou órfã.

Diante dessa situação, Rosana ficou profundamente triste e viveu dias complicados. Foi quando ela viveu sua tragédia pessoal em não saber lidar com tudo o que havia acontecido. “Foi a minha morte mental. Eu caí em profunda depressão e desejava a minha morte”, lembrou ela.

Durante as madrugadas, Rosana olhava para o céu e se questionava por onde o Senhor estava. Em um dia, ouvindo a programação da Rede Aleluia, as canções começaram a fazer bem à sua alma e isso a fez refletir. “Foi a partir daí que tive o primeiro contato com a Universal”, contou Rosana.

Após participar da primeira reunião, ela percebeu algo diferente. Saiba o que aconteceu com ela: assista aqui ao Entrelinhas na íntegra, entenda mais sobre o luto e o testemunho de Rosana.

Um convite

Assista ao filme “Paulo”, que estreou neste dia 1º de novembro, no Univer Vídeo, uma plataforma via streaming que possuí conteúdo cristão. Entre eles, filmes, documentários, desenhos e também as transmissões de eventos ao vivo, direto do Templo de Salomão.  

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Colaborador

Redação / Foto: Reprodução