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Notícias | 22 de Janeiro de 2023 - 00:05


Como resolver conflitos no ambiente de trabalho?

Como resolver conflitos no ambiente de trabalho?

Lidar com pessoas não é fácil, pois muitas têm egos inflados, opiniões divergentes e algumas não costumam dialogar. Se na vida, de forma geral, com os amigos e até com a família, equacionar diversidades já dá trabalho, imagine no ambiente corporativo, onde os conflitos parecem que são, muitas vezes, inevitáveis. Contudo há práticas aplicáveis a todos tipos de empreendimento que podem ajudar a resolver esses impasses e ainda manter a ética profissional e o respeito às regras estabelecidas pela empresa.

Para Paula Neves, gestora de recursos humanos da Igreja Universal, os conflitos sempre existirão no ambiente corporativo. “Afinal, estamos lidando com pessoas e cada uma delas tem uma cultura, uma maneira de pensar e agir, independentemente se trabalham em uma pequena ou uma grande empresa. Os mais comuns ocorrem por mal-entendidos ou equívocos e problemas de relacionamentos interpessoais e por incompatibilidade.

Contudo os conflitos não devem ser sinônimo de brigas e rivalidades. Eles devem ser encarados de fato como divergências e perspectivas diferentes de pensamento para que se chegue a uma conclusão”, opina.

Paula observa a importância de procurar resolvêlos para que não progridam: “uma vez que o conflito existe e é do conhecimento do gestor, ele não deve fugir dele ou evitá-lo. Se o gestor percebe que há um conflito, seja entre duas pessoas, seja com uma equipe, o ideal é enfrentar as questões conflituosas o mais rápido possível. Dessa maneira, ele vai impedir que isso vire uma bola de neve. Às vezes, é algo muito pequeno e fácil de tratar, mas que se tornou um monstro que acaba afetando todo o departamento”.

Segundo ela, a postura do gestor é fundamental para que esses aspectos sejam percebidos e intervenha. “Existem conflitos que se resolvem no mesmo instante ou dia, nesse caso, a própria equipe encontrou uma solução.

Outros, porém, perduram vários dias. A melhor atitude para que não aumentem é conversar com a equipe ou com as pessoas que estão travando uma discussão. Ouvir os envolvidos e compreender o ponto de vista de cada um deles traz para a equipe a sensação de que existe o interesse do gestor em solucionar o conflito para o bem de todos.”

Em alguns momentos, será necessário arrefecer os ânimos mais exaltados e estabelecer um tempo para que os envolvidos se acalmem. “Nossos sentimentos e emoções são diferentes para cada indivíduo. Não se pode deixar que a emoção guie as decisões, pois o descontrole emocional pode levar a consequências gravíssimas. Por isso, o melhor a fazer é distanciar os envolvidos, conversar separadamente com cada um, manter a neutralidade e ser imparcial”, recomenda.

Uma das formas mais usadas é dar feedback. “Ele serve como crítica construtiva ao fornecer informações e orientações com a intenção de elevar a produtividade da equipe. É uma das melhores ferramentas para otimizar o desempenho de todos. Contudo, em situações em que não é bem aplicado, pode acarretar conflitos e o que serviria para incentivar o bom desempenho do funcionário e da equipe pode trazer conflitos com a gestão”, observa.

Também é possível usar expedientes simples. “Algumas vezes a equipe não consegue enxergar sua realidade naquele momento, por causa do estresse do dia a dia ou de problemas pessoais, mas, muitas vezes, indicar um livro ou um filme, além de aliviar um pouco a mente do funcionário, pode mudar sua visão. Tem um livro que me ajudou muito a entender mais o mundo corporativo e trata de como oferecer um ambiente de trabalho seguro, agradável e o principal, a lidar com quem trabalhamos, que é O Monge e o Executivo”, exemplifica.

Paula ressalta ainda a importância de investir na boa comunicação. “Ela nos faz mais assertivos e nos traz clareza para passar informações, melhor rendimento e proatividade. O diálogo é essencial: ouvir os envolvidos mostra maturidade e preparo do gestor. Numa situação do dia a dia do setor de recursos humanos sempre aplicamos três regras: saber ouvir, ter empatia e ser imparcial. Quando isso acontece, o funcionário acaba fazendo uma autoavaliação se seus valores são semelhantes aos da empresa e passa a trabalhar no que acredita e, assim, os conflitos vão sendo reduzidos”, conclui.

Novo Congresso para o Sucesso
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Como resolver conflitos no ambiente de trabalho?
  • Eduardo Prestes / Arte: Eder Santos 


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