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Notícias | 31 de janeiro de 2020 - 13:40


Como algo inofensivo pode se tornar uma obsessão?

Descubra o que está por trás da dependência de alguma coisa ou alguém

A ciência tem inúmeras pesquisas que comprovam que exercícios físicos fazem bem à saúde do corpo e da mente. Entretanto, o número de pessoas que fazem da prática um vício tem aumentado.

Uma delas relatou à BBC seu drama. Valerie Stephan passou a ser controlada pelo esporte e a priorizá-lo acima de tudo. “Isso rapidamente se tornou uma obsessão e prejudicou meu trabalho, minha família, todos os aspectos da minha vida”, disse.

Ela passou até a reagendar e cancelar compromissos, pois sentia a extrema necessidade de se exercitar muito para não se sentir culpada.

“Tudo o que eu queria era mostrar que era uma super-humana que tinha controle total. Não conseguia demonstrar o quanto aquilo era difícil emocionalmente para mim. Eu nunca conseguia descansar. Estava sempre correndo”, contou.

Como em um vício em drogas, seu organismo também começou a sentir as consequências do excesso de exercícios: Valerie ficou deprimida e esgotada. Precisou parar com tudo para se recuperar e ficou quatro meses sem trabalhar.

Os especialistas ouvidos na reportagem acrescentam que os sintomas do vício em atividade física incluem lesões – como fraturas por estresse, tendinite e falhas do sistema imunológico. Em mulheres, pode levar à interrupção da menstruação, osteoporose e distúrbios alimentares. Nos homens, provoca a redução da libido.

O porquê do vício

Há alguns anos, quando se falava em vício, as pessoas logo pensavam em álcool e drogas. Mas atualmente há o entendimento de que até mesmo coisas boas em sua essência podem se tornar uma dependência se não houver controle.

Só para ilustrar, existem pessoas que comem de forma compulsiva, jogam videogame por horas sem parar, fazem do parceiro a razão de suas vidas, querem ser realizadas por meio de amigos, viagens, festas, entre outras coisas. O que está por trás desse tipo de atitude destrutiva?

Para a blogueira Núbia Siqueira, estes hábitos são uma forma de fugir da realidade e mascarar uma profunda infelicidade da alma.

“Se você é dependente de jogos, filmes, séries, internet, amigos, celular, namorado(a), viagens, festas e afins, sinto dizer que você é infeliz. [Prova disso é que essas] realizações se tornam tão fúteis que enfadam em pouco tempo”, diz.

Preencha o vazio da alma

Ainda de acordo com Núbia, a única forma de ser realmente livre desta situação é ter um verdadeiro encontro com o Altíssimo e recebendo o Espírito Santo, como Jesus explicou (João 3:1-12).

“Quem nasceu de Deus desfruta de um contentamento que não depende de circunstâncias e pessoas para estar bem. Também não precisa estar cercado de gente e situações favoráveis para estar encorajado e confiante”, orienta.

“Pessoas assim se satisfazem com a simplicidade, porque sua vida interior proporciona a elas prazer, paz e esperança para se manterem felizes. Ainda que estejam rodeadas de problemas e desafios. Esta alegria que vem de Deus é sólida e não se apoia em fundamentos instáveis”, conclui.

Aproveite para fazer um autoexame: se você ficar sem alguma dessas coisas, continuará bem e feliz?

Se a resposta for não, procure por ajuda. Vá às reuniões de quarta-feira e domingo que acontecem no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de você.


  • Rafaella Rizzo / Fotos: Getty Images 


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