Colorir: uma atividade com vários benefícios

A coleção Parábolas de Jesus para Colorir estimula a criatividade e transmite princípios cristãos de forma didática

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Embora as crianças de hoje vivam em um mundo mais digitalizado, as atividades manuais são indispensáveis para o desenvolvimento delas. Nesse cenário, o ato de colorir se destaca por proporcionar bons estímulos aos pequenos.

A psicóloga Claudia Melo explica que, ao colorir, a criança não apenas preenche um desenho, mas também observa formas, escolhe cores, toma decisões e organiza seus movimentos. Para melhor aproveitamento dessa atividade, Claudia orienta que ela seja apresentada como uma brincadeira: “A criança precisa ter liberdade para escolher cores, experimentar e até sair dos limites do desenho. O foco deve estar no prazer da experiência, e não na cobrança por resultados”.

Coleção Parábolas de Jesus para Colorir

Com o objetivo de incentivar essa prática, a Unipro Editora lançou a coleção Parábolas de Jesus para Colorir. Sandra Gouvêa, editora-chefe da Unipro, explica que a proposta é oferecer às crianças uma ferramenta criativa para aprender a Palavra de Deus. Os livros também auxiliam pais e educadores na transmissão dos ensinamentos bíblicos. “A produção envolveu ilustradores, uma pedagoga e educadoras da Escola Bíblica

Infantil para garantir que o conteúdo fosse adequado aos pré-leitores e aos leitores iniciantes”, salienta Sandra.

A coleção é um convite para momentos de união em família. “Os livros reforçam valores essenciais, como o amor ao próximo, a empatia, a salvação, o perdão e a fé, contribuindo para a formação de crianças mais conscientes e amorosas”, finaliza.

8 coisas que acontecem quando a criança colore:

  • Com o ato de colorir, a criança desenvolve a habilidade de segurar o lápis e rabiscar, e experimenta cores. Dessa forma, nascem a curiosidade e o prazer em criar;
  • Ao tentar colorir dentro das formas, ela exercita coordenação motora fina e controle dos movimentos;
  • A criança passa a coordenar o que vê com o que faz;
  • Ela escolhe cores, decide como pintar e planeja pequenas ações. Assim, surgem habilidades como atenção, percepção e tomada de decisão;
  • Ao permanecer na atividade, a criança exercita a concentração em um mundo cheio de estímulos rápidos;
  • O desenho vira uma forma de expressão, o que contribui para o universo simbólico da infância;
  • A criança expressa sentimentos por meio das cores e dos traços. A atividade também acalma e organiza emoções;
  • Escolher cores, errar, recomeçar e continuar fazem parte do processo. Com isso, a criança é motivada a desenvolver paciência e autorregulação.
Fonte: Claudia Melo, psicóloga

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Colaborador

Camila Dantas / Foto: PeopleImages/getty images