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Notícias | 3 de janeiro de 2019 - 09:47


Chips são utilizados na China para rastrear alunos

O produto surgiu para atender o desejo do Partido Comunista da China de desenvolver tecnologias que viriam a ser utilizadas em escolas.

Uma empresa chinesa chamada Guanyu Technology criou um uniforme capaz de monitorar estudantes, por meio de chips.

O produto surgiu para atender o desejo do Partido Comunista da China de desenvolver tecnologias que viriam a ser utilizadas em escolas.

Os “uniformes inteligentes” já são utilizados em algumas instituições de ensino em Guizhou e Guangxi, ao sul do país oriental.

Como funcionam os uniformes com chips?

Há dois chips instalados na altura dos ombros, que resistem até 500 lavagens.

Quando os alunos estão na escola, os sensores do local detectam os chips. Assim, é possível saber se a pessoa entrou ou saiu do prédio e, inclusive, se está dormindo durante uma aula.

Em qualquer situação irregular, um alarme informa os responsáveis sobre o ocorrido.

As câmeras instaladas na escola também fazem reconhecimento facial e detectam se a pessoa é realmente a “dona” dos chips.

Compras por meio de chips

Outra funcionalidade do uniforme é a possibilidade de os alunos fazerem compras na escola apenas com os chips do uniforme. A validação do pagamento é feita por reconhecimento facial ou pela digital da pessoa.

“Sociedade 5.0”

É possível notar que os avanços tecnológicos estão proporcionando cada vez mais o controle sobre pessoas.

No Japão, por exemplo, há um conceito que define esse cenário como “Sociedade 5.0”.

Segundo essa ideia, o “mundo do futuro” será completamente conectado por meio das tecnologias. Chips, sensores eletrônicos e internet, por exemplo, criarão uma teia de conexões que passará por humanos e máquinas.

O objetivo com isso é resolver problemas sociais – propõe o Governo japonês. Entre eles, a limitação na distribuição de energia à população, a desigualdade social e o envelhecimento populacional.

Marca da besta

Esse cenário futurista de “sociedade controlada” é muito próximo do que encontramos no livro de Apocalipse, da Bíblia, que trata sobre como será o último período da humanidade.

No fim do mundo, surgirá um líder mundial conhecido como anticristo. Ele virá com um discurso de paz e conquistará seguidores no mundo inteiro. Então, ele criará um domínio sobre as pessoas por meio da economia.

Porém, depois de três anos e meio do seu reinado, o anticristo mostrará a sua verdadeira face para o mundo. Será revelada a sua natureza diabólica, porque ele é a própria encarnação do mal. Como a Bíblia esclarece:

“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.” Apocalipse 13.16-18

O número 666

O significado desse número intriga muitas pessoas. Mas, sobre o tema, o Bispo Edir Macedo esclarece: “Todo o Apocalipse, até aqui, ressalta a principal mensagem de Satanás: o engano. O número ‘666’ simboliza o ápice de suas mentiras: a trindade satânica. Ou seja, o dragão (Satanás), a besta do mar (o anticristo ou a primeira besta) e a besta da terra (o falso profeta ou a segunda besta). O número ‘666’ procura imitar a Santíssima Trindade. O ‘6’ é próximo de ‘7’, mas não alcança o que é de Deus. O anticristo vem com a aparência de Cristo, mas é anticristo. O apóstolo João quer que os seus leitores se atentem para isso: o anticristo terá toda a aparência de um homem perfeito, bom e poderoso, mas é falso.”

Saiba mais

Se você deseja compreender o que a Bíblia ensina sobre o Fim dos Tempos, assista a palestra “Estudo do Apocalipse” disponível no Univer Vídeo.


  • Daniel Cruz / Foto: Fotolia 



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