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Notícias | 28 de Novembro de 2021 - 00:05


“Cheguei a escrever três cartas de despedida”

Em desespero, Ester Melyssa tentou se suicidar várias vezes. Entenda como a vida dela mudou

“Cheguei a escrever três cartas de despedida”

A assistente administrativo Ester Melyssa Sabino, de 20 anos, conta que a angústia a levou a tentar o suicídio várias vezes durante um período de sua vida. Ela explica como seus problemas começaram: “pelo fato de os meus pais serem ausentes por conta do trabalho, eu me sentia só. Além disso, meu pai era extremamente nervoso e grosseiro e sempre descontava tudo em mim e na minha mãe. Então, passei a ter raiva do meu pai e a desejar a morte dele”.

Para piorar, ela afirma que sofria bullying na escola e se sentia desprezada. Por isso, ela passou a desejar a felicidade que outras pessoas aparentavam. “Os maiores problemas surgiram quando eu comecei a me comparar inconscientemente com outras pessoas e a desejar ter a vida que elas tinham.”

Ela diz que conheceu a pornografia quando tinha apenas 9 anos. “Uma amiga da mesma idade me apresentou a esse tipo de conteúdo, disse que era legal e que ela assistia quando seus pais não estavam em casa, porque era uma forma de passar o tempo e não era ‘sempre a mesma coisa’.”

Ester vivia em uma busca incessante por aceitação e preenchimento do vazio que sentia internamente, mas sua falta de paz a afastava de todas as pessoas e ela passou a preferir a solidão. “O vazio em mim era muito grande. Os problemas e a falta de paz gritavam mais alto. Com isso, aos 12 anos, desenvolvi depressão a ponto de passar noites sem dormir. Meu pensamento era de que eu realmente não tinha nenhum valor.”

Ela acrescenta que também passou a sofrer problemas espirituais. “Todas as noites era um tormento porque eu ouvia vozes e via vultos. Essas vozes diziam que iriam levar meus pais, que acabariam com a minha vida e que a culpa era minha.”

O desespero de Ester era tão grande que ela passou a acreditar que só teria paz se tirasse a própria vida. “Cheguei a escrever três cartas de despedida, mas não tive coragem de entregá-las. Fiz várias tentativas de suicídio.”

Sem saber mais o que fazer, ela procurou a Deus com sinceridade, pois já conhecia a Universal. “Decidi buscar a Deus de corpo, alma e espírito e, após uma oração, eu consegui dormir. Já fazia anos que eu não dormia. Ali vi que algo estava acontecendo e comecei a acreditar que era possível. Me libertei dos vícios e me distanciei de tudo que estava querendo me impedir de entregar minha vida no Altar e logo vi a diferença.”

Depois desse dia, a vida de Ester nunca mais foi a mesma. Hoje ela tem paz e alegria. “Deus transformou minha vida e me mostrou que tenho valor. Agora tenho perspectiv‑a de vida e tranquilidade em minha família. Ter o Espírito de Deus dentro de mim e poder servir a Ele não tem preço”, conclui.


“Cheguei a escrever três cartas de despedida”
  • Camila Teodoro / Foto: Demetrio Koch 


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