Brincar poderia levá-la à morte

Com apenas dois anos, Ana Emanuelly do Brasil poderia sofrer um infarto a qualquer momento

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Em Barra Mansa, no Rio de Janeiro, vive o casal Juliana Maria dos Santos do Brasil, de 40 anos, dona de casa, e Julio Americano do Brasil, de 43 anos, pedreiro. Eles tinham duas filhas (Maria Julia, hoje com 16 anos, e Célia Esmeralda, atualmente com 10 anos) quando descobriram que a terceira estava a caminho. A notícia foi motivo de muita alegria para todos.

Em 19 de janeiro de 2018, nasceu Ana Emanuelly Americano do Brasil. Exames de rotina feitos em recém-nascidos mostraram anomalias e, com apenas 15 dias de vida, Ana foi diagnosticada com sopro no coração e estenose valvar pulmonar (problema caracterizado pela valva pulmonar pequena ou apertada, que impede a passagem da quantidade ideal de sangue para os pulmões), com a realização de um ecocardiograma.

Por causa da gravidade da doença, conforme Ana crescia, aumentava também a preocupação dos pais, pois ela apresentava frequentes quadros de arritmia cardíaca (coração muito acelerado) e não podia brincar como crianças de sua idade.

“Quando ela tinha dois anos vieram as restrições e o pediatra proibiu até as atividades simples. Sonhávamos colocá-la no balé e na natação, mas, por conta da taquicardia, essas e outras práticas foram desautorizadas. O médico deixou bem claro os riscos dela ter desmaios, infarto ou parada cardíaca”, diz Juliana.

Por isso, os pais de Ana viviam sem paz e em constante vigilância para que ela não fizesse nenhum esforço físico. Além da privação de atividades, não foi prescrito nenhum tratamento médico, apesar de o casal ter pedido ao cardiopediatra que receitasse algum remédio que desacelerasse o coração dela.

A recomendação era o controle total de atividades físicas e aguardar para que ela completasse sete anos, o que permitiria realizar uma cirurgia para colocação de uma válvula para abrir a artéria estreita do pulmão e facilitar a passagem do sangue.

Em novembro de 2020, a situação de Ana se agravou com a suspeição médica e um pré-diagnóstico de câncer no fígado. Foi quando seus pais se viram no pior momento e recordaram do poder da Fé que conheceram na Universal. Na época, eles estavam afastados da Igreja há seis anos.

Mais sobre estenose pulmonar valvar:

De acordo com o Ministério da Saúde, trata-se de um estreitamento da abertura da válvula pulmonar que bloqueia o fluxo de sangue do ventrículo direito para a artéria pulmonar. Quanto maior a estenose, mais difícil será a passagem do sangue e menos sangue será oxigenado. Assim, o ventrículo direito precisa fazer mais força para bombear o sangue para os pulmões. Essa anomalia cardíaca é rara entre adultos e, na maioria dos casos, é decorrente de um defeito congênito. Geralmente, ela é diagnosticada na infância e provoca sopro cardíaco. A estenose pulmonar grave pode provocar insuficiência cardíaca em crianças. Os sintomas incluem dor torácica, falta de ar e desmaios. O diagnóstico é feito por meio de ecocardiograma.

O tratamento de estenoses moderadas ou graves pode incluir intervenção por cateterismo ou cirurgia. O diagnóstico pré-natal e neonatal aumenta as chances de sobrevida e diminui a morbidade.

O primeiro passo para o milagre
Juliana relembra como eles se reaproximaram de Deus: “meu esposo e eu decidimos voltar, mas ele estava viajando a trabalho. Então, em uma quarta-feira, não falei nada para ninguém e fui à Igreja. Só levei a Ana comigo. A pregação foi sobre o filho pródigo. Chorei muito sentada, com ela no colo, no fundo da Igreja. O pastor falou que Deus estava de braços abertos para nos receber e que não importava o que tinha acontecido. Ele queria nos abraçar e perdoar. O pastor chamou diante do Altar quem desejava recomeçar a ter comunhão com Deus e ali eu senti o perdão de Deus. No domingo, eu voltei com meu esposo e nossas filhas”.

Foi assim que o casal passou a usar a Fé em busca da cura dela. Eles “pegaram firme” nas reuniões realizadas na Universal e a água do tratamento, apresentada a Deus aos domingos em favor da cura dos doentes, passou a ser o remédio da menina.

“Depois da reconciliação com Deus, aprendemos que tínhamos que ter um propósito com Ele, pusemos toda nossa força no tratamento da água, que era colocada na mamadeira dela. Determinamos que esse seria o remédio para fechar o sopro e alargar a valva pulmonar. Propósito foi a palavra-chave. Deus é um Deus de propósito”, afirma Julio.

Juliana enfatiza que ela e o esposo fizeram tudo o que a Fé pedia para chamar a atenção de Deus e que a primeira resposta foi em relação à suspeita de câncer, que deixou de existir. No entanto os problemas cardíacos persistiam.

Juliana conta como reagiram: “já não havia medo nem desespero, mas certeza da cura da nossa filha. Depois de usar a fé durante um ano, os médicos solicitaram novos exames e foi constatado que o sopro e a estenose tinham sido curados. Assim, a cirurgia foi descartada. Hoje Ana brinca, pula, corre e é uma criança feliz. Ela não tem mais arritmia cardíaca e pode fazer qualquer atividade física como toda criança que é saudável. O Senhor Jesus a curou”. A família segue unida usando a Fé nas correntes da Universal e usando a água do tratamento para a manutenção da saúde.

O Bispo Misael Silva, que realiza a Corrente dos 70 no Templo de Salomão, diz que “o testemunho de Ana é a prova de que o tempo de milagres não acabou”.

Se você ou um familiar estão à procura da cura, busque seu milagre participando da corrente de cura e libertação, que acontece toda terça-feira, em todas as Igrejas Universal.

No Templo de Salomão, as reuniões acontecem às 10h, 15h e 20h. Ou, participe em uma Universal mais próxima de sua casa. Clique aqui e encontre um endereço.

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Autor

Kelly Lopes / Foto: Mídia FJU Barra Mansa-RJ