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Notícias | 12 de fevereiro de 2020 - 14:57


“Brincadeira” divulgada na internet é um perigo para os jovens

Desafio da rasteira ou quebra crânio virou moda nas redes sociais, mas especialistas alertam para os riscos

A internet é um verdadeiro campo minado, com conteúdos que podem ser perigosos, principalmente para crianças e jovens. Prova disso, é a recente “brincadeira” que viralizou nas redes sociais: o desafio da rasteira ou quebra crânios. Só pelo nome já dá para imaginar que não é algo bom.

Nela, três pessoas ficam lado a lado. Quando a do meio (desavisada) salta, os outros dois aplicam uma rasteira,  a fim de derrubá-la no chão. O que parece inofensivo, tem se mostrado até fatal. Desde que a moda começou, há vários vídeos que mostram pessoas desacordadas ou machucadas após a queda.

A repercussão do desafio é tão grande que vários especialistas já alertam para os riscos que ele pode trazer. Lesões, fraturas, traumas sérios na coluna e no crânio e até a morte.

A mente do jovem

Este não é o primeiro e não será o último desafio proposto na internet. Ela, como qualquer outra ferramenta, não causa nenhum mal em si. O problema é que se você não souber usá-la, vai se dar mal, se machucar. É o que a juventude tem feito ao se deixar levar por qualquer brincadeira boba que veem nas redes.

Para Edineia Dutra, responsável pelo projeto Escola de Mães, “a idade favorece a participação de adolescentes em desafios arriscados. Na transição da infância para a fase adulta, é natural que o jovem viva em grupo e busque identificação com seus membros. Para se sentir aceito ele precisa imitar o comportamento da maioria”, explica.

Essa é a razão pela qual o adolescente precisa escolher um grupo que tenha os mesmos valores que os seus, senão será influenciado e até coagido a agir de forma errada, mesmo que desaprove.

“Percebemos isso na prática quando observamos jovens bem intencionados participarem de ‘brincadeiras’ perigosas apenas para satisfazer a maioria da plateia. O pior é que com as redes sociais, essa plateia é incalculável e os riscos também”, fala.

O papel dos pais

Uma vez que os filhos são mais imaturos e tem pouca percepção do perigo, cabe aos pais exercer o papel de orientadores. Para isso, eles precisam estar antenados com tudo o que se passa com eles e com o meio em que estão inseridos.

“Filhos de pais atentos e que possuem um diálogo aberto são muito mais difíceis de serem convencidos a praticarem ações que farão mal a si e ao próximo. Da mesma forma, Deus nos orientou a ensinar nossos filhos o caminho em que se deve andar e quando for velho, não se desviará do que aprendeu na infância (leia Provérbios 22:6)”, conclui.

Pais que investem tempo na orientação e na educação das crianças terão a tranquilidade de ter filhos adultos maduros, responsáveis por sua própria vida e pela do próximo.

Participe dos eventos e aulas mensais proporcionados pelo projeto Escola de Mães. Elas acontecem no primeiro domingo do mês, às 16 horas, no 10º andar do Templo de Salomão, em São Paulo, ou em locais em que o projeto é realizado. Para mais informações, acesse o site Escola de Mães.


  • Rafaella Rizzo / Fotos: Reprodução e Getty Images 


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